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TSE publica acórdão que torna Cláudio Castro inelegível

Redação Por Redação
16 de junho de 2026
Em Notícias
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TSE publica acórdão que torna Cláudio Castro inelegível
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



TSE publica acórdão que torna Cláudio Castro inelegível
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TSE publica acórdão que torna Cláudio Castro inelegível O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta terça-feira (16) o acórdão do julgamento que tornou Cláudio Castro (PL) inelegível. A decisão foi formalizada após a análise dos recursos e das manifestações em defesa do ex-governador. A decisão reafirma que novas eleições devem ser feitas para o mandato legislativo, mas é o Supremo Tribunal Federal (STF) que vai decidir se o pleito será direto, nas urnas, ou indiretamente, por meio da Assembleia Legislativa. O acórdão do TSE também oficializou a inelegibilidade do ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, até 2030 por abuso de poder político e econômico. O caso envolve a Fundação Ceperj e a Uerj nas eleições de 2022. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O ex-governador Cláudio Castro (PL) Fernando Frazão/Agência Brasil A publicação da decisão mantém os resultados da votação do TSE. Os ministros rejeitaram praticamente todos os pedidos de revisão feitos pelas defesas e pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). O MPE tentou obter uma declaração expressa de cassação dos diplomas de Cláudio Castro e do então vice-governador eleito, Thiago Pampolha. Contudo, a maioria dos ministros rejeitou esse pedido, mantendo o entendimento de que não houve maioria suficiente para decretar a cassação dos diplomas após as renúncias. Cláudio Castro decidiu deixar a carga na véspera do julgamento em março passado, e Pampolha renunciou no ano passado para virar conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. O acórdão determinou a realização de novas eleições para o mandato legislativo ao governo do estado, mas não definiu o formato — se a votação será direta — pelo voto popular — ou indireta — uma escolha de deputados da Alerj. Essa decisão cabe ao STF, que desde o início de abril analisa como será feita a escolha do novo governador. O ministro Flávio Dino pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o processo, quando o cartaz estava em 4 a 1 a favor de eleições indiretas. O relator, ministro Cristiano Zanin, foi o único até agora a votar a favor das eleições diretas. Sem definição, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Ricardo Couto, permanece como governador em exercício. O STF também aguarda o fim da tramitação de todos os recursos. Com a publicação do acórdão do TSE, há um prazo de três dias para que as partes contestem a decisão. Como o Supremo entra em recesso no mês que vem, isso significa que a decisão pode sair somente em agosto ou setembro, já bem próximo das eleições já marcadas de outubro. Nesta terça, num almoço com empresários, o governador em exercício falou que acredita que vai ficar no cargo pelo menos até setembro. “Eu aqui estou e pelo visto continuarei por, cálculo, 90 dias. Talvez, mais até. Mas hoje a previsão seria de mais ou menos 90 dias. Vindo a ideia de eleição, uma eleição direta, ou indireta, teríamos uma pessoa pra ficar no governo pelo período restante. Depois assumiria o governador eleito. Não sei se é a melhor solução”, disse Ricardo Couto. “O Supremo vem fazendo uma operação por mencionar que o que interessa é a data do fato gerador da assunção. Quando se deu a dupla vacância, quem teria legitimidade, apenas, seria o presidente do Tribunal. E colocar o presidente do Tribunal para depois, meses seguintes, colocar o presidente da Alerj, e depois, meses seguintes, colocar um governador eleito, isso traria uma insegurança tremenda. A opção até agora, pelo Supremo, foi a opção pela segurança”, acrescentou. O que diz a defesa de Cláudio Castro A defesa de Cláudio Castro informou que respeita a decisão do TSE, mas que discorda de suas conclusões e entende que há pontos jurídicos relevantes que ainda precisam ser apreciados pelas instâncias competentes. A defesa declarou ainda que adotará as medidas judiciais cabíveis para buscar a revisão da decisão, sempre com respeito à justiça eleitoral e confiança no devido processo legal. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
TSE publica acórdão que torna Cláudio Castro inelegível O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta terça-feira (16) o acórdão do julgamento que tornou Cláudio Castro (PL) inelegível. A decisão foi formalizada após a análise dos recursos e das manifestações em defesa do ex-governador. A decisão reafirma que novas eleições devem ser feitas para o mandato legislativo, mas é o Supremo Tribunal Federal (STF) que vai decidir se o pleito será direto, nas urnas, ou indiretamente, por meio da Assembleia Legislativa. O acórdão do TSE também oficializou a inelegibilidade do ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, até 2030 por abuso de poder político e econômico. O caso envolve a Fundação Ceperj e a Uerj nas eleições de 2022. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O ex-governador Cláudio Castro (PL) Fernando Frazão/Agência Brasil A publicação da decisão mantém os resultados da votação do TSE. Os ministros rejeitaram praticamente todos os pedidos de revisão feitos pelas defesas e pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). O MPE tentou obter uma declaração expressa de cassação dos diplomas de Cláudio Castro e do então vice-governador eleito, Thiago Pampolha. Contudo, a maioria dos ministros rejeitou esse pedido, mantendo o entendimento de que não houve maioria suficiente para decretar a cassação dos diplomas após as renúncias. Cláudio Castro decidiu deixar a carga na véspera do julgamento em março passado, e Pampolha renunciou no ano passado para virar conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. O acórdão determinou a realização de novas eleições para o mandato legislativo ao governo do estado, mas não definiu o formato — se a votação será direta — pelo voto popular — ou indireta — uma escolha de deputados da Alerj. Essa decisão cabe ao STF, que desde o início de abril analisa como será feita a escolha do novo governador. O ministro Flávio Dino pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o processo, quando o cartaz estava em 4 a 1 a favor de eleições indiretas. O relator, ministro Cristiano Zanin, foi o único até agora a votar a favor das eleições diretas. Sem definição, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Ricardo Couto, permanece como governador em exercício. O STF também aguarda o fim da tramitação de todos os recursos. Com a publicação do acórdão do TSE, há um prazo de três dias para que as partes contestem a decisão. Como o Supremo entra em recesso no mês que vem, isso significa que a decisão pode sair somente em agosto ou setembro, já bem próximo das eleições já marcadas de outubro. Nesta terça, num almoço com empresários, o governador em exercício falou que acredita que vai ficar no cargo pelo menos até setembro. “Eu aqui estou e pelo visto continuarei por, cálculo, 90 dias. Talvez, mais até. Mas hoje a previsão seria de mais ou menos 90 dias. Vindo a ideia de eleição, uma eleição direta, ou indireta, teríamos uma pessoa pra ficar no governo pelo período restante. Depois assumiria o governador eleito. Não sei se é a melhor solução”, disse Ricardo Couto. “O Supremo vem fazendo uma operação por mencionar que o que interessa é a data do fato gerador da assunção. Quando se deu a dupla vacância, quem teria legitimidade, apenas, seria o presidente do Tribunal. E colocar o presidente do Tribunal para depois, meses seguintes, colocar o presidente da Alerj, e depois, meses seguintes, colocar um governador eleito, isso traria uma insegurança tremenda. A opção até agora, pelo Supremo, foi a opção pela segurança”, acrescentou. O que diz a defesa de Cláudio Castro A defesa de Cláudio Castro informou que respeita a decisão do TSE, mas que discorda de suas conclusões e entende que há pontos jurídicos relevantes que ainda precisam ser apreciados pelas instâncias competentes. A defesa declarou ainda que adotará as medidas judiciais cabíveis para buscar a revisão da decisão, sempre com respeito à justiça eleitoral e confiança no devido processo legal. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.[/gpt3]

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