• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Polícia investiga morte de bebê em hospital de Niterói, e família diz que medicação foi trocada: ‘Nome da outra criança’

Por Redação
3 de março de 2026
Em Notícias
A A
Polícia investiga morte de bebê em hospital de Niterói, e família diz que medicação foi trocada: ‘Nome da outra criança’
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Polícia investiga morte de bebê em hospital de Niterói, e família diz que medicação foi trocada: ‘Nome da outra criança’
[/gpt3]
Mãe do bebê registrou a ferida na filha no momento em que uma enfermeira removeu o acesso Acervo pessoal/Rayanna Brito A polícia investiga a morte de um bebê de 1 ano e 7 meses no Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), ocorrida no domingo (1º). Uma família acusa equipe de enfermagem de negligência na administração de medicamentos. A mãe da criança, Rayanna Brito, afirma que foi aplicada em sua filha uma medicação prescrita para outra paciente. Pouco tempo depois do procedimento, um bebê morreu. O CHN negou que tenha casualmente negligenciado por parte da equipe e informou que “durante a internação do paciente as prescrições médicas foram administradas de forma correta” (leia a nota completa ao final da reportagem). A criança, identificada como Valentina Brito de Alencar, deu entrada no hospital no dia 27 de fevereiro, com crise convulsiva, e situações internadas para acompanhamento. “Por volta das 6h, vi que colocaram na bomba de infusão um medicamento com a etiqueta de outro paciente, que tinha o mesmo primeiro nome da minha filha. Avisei a enfermeira, e ela disse que apenas a etiqueta estava errada, mas que o medicamento era o correto”, relatou Rayanna. Segundo a mãe, a enfermeira continua o procedimento sem verificar o questionamento. “Era possível ver claramente a etiqueta com o nome da outra criança, e a idade dela era 7 anos. A minha filha tinha apenas 1 ano. Insisti e, depois de 5 ou 10 minutos, a enfermeira trocou o medicamento”, afirmou. O g1 apurou que outra criança com o mesmo primeiro nome do bebê, de 7 anos, foi internada na UTI do CHN nos mesmos dados. Ainda de acordo com a mãe, após receber a medicação, a filha começou a apresentar surtos e marcas no corpo. “Ela ficou inchada, parecia sedada e passou a ter lesões que queimaduras e bolhas”, contornou. Bebê de 1 ano e 7 meses morreu no hospital de Niterói. Família alega negligência Acervo pessoal/Pyetra Brito Rayanna disse que saiu do hospital para registrar o caso na delegacia. Enquanto estava na unidade policial, recebeu a informação de que a filha havia morrido, por volta das 21h de domingo. A família questiona as causas da morte indicadas na certidão de óbito: broncoaspiração, pneumonia, epilepsia, fenda palatina e desnutrição. “Essas informações estão desencontradas. A causa da morte precisa ser corretamente esclarecida”, disse Pyetra Brito, prima da vítima. Na tarde desta segunda-feira (2), familiares do bebê fizeram uma manifestação no Centro de Niterói. Família do bebê faz manifestação no Centro de Niterói Acervo pessoal/ Pyetra Brito Familiares dizendo ainda que houve pressão para que o corpo da criança fosse retirado rapidamente do hospital por uma funerária. O corpo chegou a ser levado para o Cemitério Maruí, em Niterói, mas a família conseguiu impedir o enterro e solicitar novos exames de necropsia. O corpo foi liderado pelo Instituto Médico Legal (IML). Até a última atualização desta reportagem, a família aguardava um liminar autorizando o IML a realizar um novo laudo de necropsia. O caso foi registrado na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói e encaminhado à 76ª DP (Niterói). A Polícia Civil informou que investiga o caso e que “todas as medidas cabíveis para apurar os fatos estão em andamento”. Nota do Complexo Hospitalar de Niterói “O Complexo Hospitalar de Niterói informa, com profunda pesar, o falecimento da menor VBA neste domingo (1), apesar de todos os esforços das equipes multidisciplinares. confidencialidade de seus pacientes, por isso, não divulga informações sobre tratamentos e internações, obedecendo ao que dispõe a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).” Marcas no braço do bebê Acervo pessoal/Rayanna Brito
Mãe do bebê registrou a ferida na filha no momento em que uma enfermeira removeu o acesso Acervo pessoal/Rayanna Brito A polícia investiga a morte de um bebê de 1 ano e 7 meses no Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), ocorrida no domingo (1º). Uma família acusa equipe de enfermagem de negligência na administração de medicamentos. A mãe da criança, Rayanna Brito, afirma que foi aplicada em sua filha uma medicação prescrita para outra paciente. Pouco tempo depois do procedimento, um bebê morreu. O CHN negou que tenha casualmente negligenciado por parte da equipe e informou que “durante a internação do paciente as prescrições médicas foram administradas de forma correta” (leia a nota completa ao final da reportagem). A criança, identificada como Valentina Brito de Alencar, deu entrada no hospital no dia 27 de fevereiro, com crise convulsiva, e situações internadas para acompanhamento. “Por volta das 6h, vi que colocaram na bomba de infusão um medicamento com a etiqueta de outro paciente, que tinha o mesmo primeiro nome da minha filha. Avisei a enfermeira, e ela disse que apenas a etiqueta estava errada, mas que o medicamento era o correto”, relatou Rayanna. Segundo a mãe, a enfermeira continua o procedimento sem verificar o questionamento. “Era possível ver claramente a etiqueta com o nome da outra criança, e a idade dela era 7 anos. A minha filha tinha apenas 1 ano. Insisti e, depois de 5 ou 10 minutos, a enfermeira trocou o medicamento”, afirmou. O g1 apurou que outra criança com o mesmo primeiro nome do bebê, de 7 anos, foi internada na UTI do CHN nos mesmos dados. Ainda de acordo com a mãe, após receber a medicação, a filha começou a apresentar surtos e marcas no corpo. “Ela ficou inchada, parecia sedada e passou a ter lesões que queimaduras e bolhas”, contornou. Bebê de 1 ano e 7 meses morreu no hospital de Niterói. Família alega negligência Acervo pessoal/Pyetra Brito Rayanna disse que saiu do hospital para registrar o caso na delegacia. Enquanto estava na unidade policial, recebeu a informação de que a filha havia morrido, por volta das 21h de domingo. A família questiona as causas da morte indicadas na certidão de óbito: broncoaspiração, pneumonia, epilepsia, fenda palatina e desnutrição. “Essas informações estão desencontradas. A causa da morte precisa ser corretamente esclarecida”, disse Pyetra Brito, prima da vítima. Na tarde desta segunda-feira (2), familiares do bebê fizeram uma manifestação no Centro de Niterói. Família do bebê faz manifestação no Centro de Niterói Acervo pessoal/ Pyetra Brito Familiares dizendo ainda que houve pressão para que o corpo da criança fosse retirado rapidamente do hospital por uma funerária. O corpo chegou a ser levado para o Cemitério Maruí, em Niterói, mas a família conseguiu impedir o enterro e solicitar novos exames de necropsia. O corpo foi liderado pelo Instituto Médico Legal (IML). Até a última atualização desta reportagem, a família aguardava um liminar autorizando o IML a realizar um novo laudo de necropsia. O caso foi registrado na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói e encaminhado à 76ª DP (Niterói). A Polícia Civil informou que investiga o caso e que “todas as medidas cabíveis para apurar os fatos estão em andamento”. Nota do Complexo Hospitalar de Niterói “O Complexo Hospitalar de Niterói informa, com profunda pesar, o falecimento da menor VBA neste domingo (1), apesar de todos os esforços das equipes multidisciplinares. confidencialidade de seus pacientes, por isso, não divulga informações sobre tratamentos e internações, obedecendo ao que dispõe a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).” Marcas no braço do bebê Acervo pessoal/Rayanna Brito[/gpt3]

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
Tags: bebêcriançadizFamíliafoihospitalinvestigaMedicaçãomorteniteróinomeoutraPolíciatrocada
Postagem Anterior

Viana critica governo e cobra prorrogação da CPMI do INSS

Próxima Postagem

França amplia seu arsenal nuclear e inclui Europa na dissuasão

Próxima Postagem

França amplia seu arsenal nuclear e inclui Europa na dissuasão

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

GLOBAL (11) 94388-6111 WHATSAPP

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

NUMBRA, SISTEMA CONTÁBIL INTELIGENTE

LIVE – GLOBAL PRO

https://redebcn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-27-at-19.14.38-3.mp4?_=1

GLOBAL PRO

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

BCN PORTAL DE NOTÍCIAS

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile