Polícia investiga morte de bebê em hospital de Niterói, e família diz que medicação foi trocada: ‘Nome da outra criança’
[/gpt3]
Mãe do bebê registrou a ferida na filha no momento em que uma enfermeira removeu o acesso Acervo pessoal/Rayanna Brito A polícia investiga a morte de um bebê de 1 ano e 7 meses no Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), ocorrida no domingo (1º). Uma família acusa equipe de enfermagem de negligência na administração de medicamentos. A mãe da criança, Rayanna Brito, afirma que foi aplicada em sua filha uma medicação prescrita para outra paciente. Pouco tempo depois do procedimento, um bebê morreu. O CHN negou que tenha casualmente negligenciado por parte da equipe e informou que “durante a internação do paciente as prescrições médicas foram administradas de forma correta” (leia a nota completa ao final da reportagem). A criança, identificada como Valentina Brito de Alencar, deu entrada no hospital no dia 27 de fevereiro, com crise convulsiva, e situações internadas para acompanhamento. “Por volta das 6h, vi que colocaram na bomba de infusão um medicamento com a etiqueta de outro paciente, que tinha o mesmo primeiro nome da minha filha. Avisei a enfermeira, e ela disse que apenas a etiqueta estava errada, mas que o medicamento era o correto”, relatou Rayanna. Segundo a mãe, a enfermeira continua o procedimento sem verificar o questionamento. “Era possível ver claramente a etiqueta com o nome da outra criança, e a idade dela era 7 anos. A minha filha tinha apenas 1 ano. Insisti e, depois de 5 ou 10 minutos, a enfermeira trocou o medicamento”, afirmou. O g1 apurou que outra criança com o mesmo primeiro nome do bebê, de 7 anos, foi internada na UTI do CHN nos mesmos dados. Ainda de acordo com a mãe, após receber a medicação, a filha começou a apresentar surtos e marcas no corpo. “Ela ficou inchada, parecia sedada e passou a ter lesões que queimaduras e bolhas”, contornou. Bebê de 1 ano e 7 meses morreu no hospital de Niterói. Família alega negligência Acervo pessoal/Pyetra Brito Rayanna disse que saiu do hospital para registrar o caso na delegacia. Enquanto estava na unidade policial, recebeu a informação de que a filha havia morrido, por volta das 21h de domingo. A família questiona as causas da morte indicadas na certidão de óbito: broncoaspiração, pneumonia, epilepsia, fenda palatina e desnutrição. “Essas informações estão desencontradas. A causa da morte precisa ser corretamente esclarecida”, disse Pyetra Brito, prima da vítima. Na tarde desta segunda-feira (2), familiares do bebê fizeram uma manifestação no Centro de Niterói. Família do bebê faz manifestação no Centro de Niterói Acervo pessoal/ Pyetra Brito Familiares dizendo ainda que houve pressão para que o corpo da criança fosse retirado rapidamente do hospital por uma funerária. O corpo chegou a ser levado para o Cemitério Maruí, em Niterói, mas a família conseguiu impedir o enterro e solicitar novos exames de necropsia. O corpo foi liderado pelo Instituto Médico Legal (IML). Até a última atualização desta reportagem, a família aguardava um liminar autorizando o IML a realizar um novo laudo de necropsia. O caso foi registrado na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói e encaminhado à 76ª DP (Niterói). A Polícia Civil informou que investiga o caso e que “todas as medidas cabíveis para apurar os fatos estão em andamento”. Nota do Complexo Hospitalar de Niterói “O Complexo Hospitalar de Niterói informa, com profunda pesar, o falecimento da menor VBA neste domingo (1), apesar de todos os esforços das equipes multidisciplinares. confidencialidade de seus pacientes, por isso, não divulga informações sobre tratamentos e internações, obedecendo ao que dispõe a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).” Marcas no braço do bebê Acervo pessoal/Rayanna Brito
Mãe do bebê registrou a ferida na filha no momento em que uma enfermeira removeu o acesso Acervo pessoal/Rayanna Brito A polícia investiga a morte de um bebê de 1 ano e 7 meses no Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), ocorrida no domingo (1º). Uma família acusa equipe de enfermagem de negligência na administração de medicamentos. A mãe da criança, Rayanna Brito, afirma que foi aplicada em sua filha uma medicação prescrita para outra paciente. Pouco tempo depois do procedimento, um bebê morreu. O CHN negou que tenha casualmente negligenciado por parte da equipe e informou que “durante a internação do paciente as prescrições médicas foram administradas de forma correta” (leia a nota completa ao final da reportagem). A criança, identificada como Valentina Brito de Alencar, deu entrada no hospital no dia 27 de fevereiro, com crise convulsiva, e situações internadas para acompanhamento. “Por volta das 6h, vi que colocaram na bomba de infusão um medicamento com a etiqueta de outro paciente, que tinha o mesmo primeiro nome da minha filha. Avisei a enfermeira, e ela disse que apenas a etiqueta estava errada, mas que o medicamento era o correto”, relatou Rayanna. Segundo a mãe, a enfermeira continua o procedimento sem verificar o questionamento. “Era possível ver claramente a etiqueta com o nome da outra criança, e a idade dela era 7 anos. A minha filha tinha apenas 1 ano. Insisti e, depois de 5 ou 10 minutos, a enfermeira trocou o medicamento”, afirmou. O g1 apurou que outra criança com o mesmo primeiro nome do bebê, de 7 anos, foi internada na UTI do CHN nos mesmos dados. Ainda de acordo com a mãe, após receber a medicação, a filha começou a apresentar surtos e marcas no corpo. “Ela ficou inchada, parecia sedada e passou a ter lesões que queimaduras e bolhas”, contornou. Bebê de 1 ano e 7 meses morreu no hospital de Niterói. Família alega negligência Acervo pessoal/Pyetra Brito Rayanna disse que saiu do hospital para registrar o caso na delegacia. Enquanto estava na unidade policial, recebeu a informação de que a filha havia morrido, por volta das 21h de domingo. A família questiona as causas da morte indicadas na certidão de óbito: broncoaspiração, pneumonia, epilepsia, fenda palatina e desnutrição. “Essas informações estão desencontradas. A causa da morte precisa ser corretamente esclarecida”, disse Pyetra Brito, prima da vítima. Na tarde desta segunda-feira (2), familiares do bebê fizeram uma manifestação no Centro de Niterói. Família do bebê faz manifestação no Centro de Niterói Acervo pessoal/ Pyetra Brito Familiares dizendo ainda que houve pressão para que o corpo da criança fosse retirado rapidamente do hospital por uma funerária. O corpo chegou a ser levado para o Cemitério Maruí, em Niterói, mas a família conseguiu impedir o enterro e solicitar novos exames de necropsia. O corpo foi liderado pelo Instituto Médico Legal (IML). Até a última atualização desta reportagem, a família aguardava um liminar autorizando o IML a realizar um novo laudo de necropsia. O caso foi registrado na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói e encaminhado à 76ª DP (Niterói). A Polícia Civil informou que investiga o caso e que “todas as medidas cabíveis para apurar os fatos estão em andamento”. Nota do Complexo Hospitalar de Niterói “O Complexo Hospitalar de Niterói informa, com profunda pesar, o falecimento da menor VBA neste domingo (1), apesar de todos os esforços das equipes multidisciplinares. confidencialidade de seus pacientes, por isso, não divulga informações sobre tratamentos e internações, obedecendo ao que dispõe a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).” Marcas no braço do bebê Acervo pessoal/Rayanna Brito[/gpt3]












Deixe o Seu Comentário