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Polícia cumpre mandatos contra suspeitos de homicídio ligados à máfia do cigarro no Rio

Por Redação
5 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Polícia cumpre mandatos contra suspeitos de homicídio ligados à máfia do cigarro no Rio
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Polícia cumpre mandatos contra suspeitos de homicídio ligados à máfia do cigarro no Rio
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A Delegacia de Homicídios da Capital iniciou nesta quinta-feira (5) uma operação contra um grupo de matadores da máfia do cigarro no Rio de Janeiro. A polícia tenta prender José Ricardo Gomes Simões, Alex de Oliveira Matos e o policial militar Daniel Figueiredo Maia, suspeitos de envolvimento na execução de Fabrício Alves Martins de Oliveira. O apontado como mandante é Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, bicheiro e atual patrono do Salgueiro. Ele já tinha um mandado de prisão por esse crime e é procurado nesse e em outros 3 processos. Fabrício foi executado em um posto de gasolina em 2 de outubro de 2022, na Estrada do Mendanha, em Campo Grande, na Zona Oeste. Ele foi atingido por 14 tiros de fuzil calibre .762 assim que saíram do seu veículo. Os assassinos utilizaram camisas e balaclavas falsas da Polícia Civil. Segundo as investigações, trata-se de uma estratégia do grupo de matadores de Adilsinho para facilitar a aproximação e a fuga. Mensagens interceptadas pela investigação indicam que Fabrício vinha sendo monitorado 5 meses antes do crime. Fabrício Martins foi morto em um posto de gasolina na estrada do Mendanha, em Campo Grande Reprodução Quem é quem entende a participação de cada um no crime, de acordo com as investigações Simões teria intermediado a negociação e o planejamento da execução; Alex de Oliveira Matos participou da emboscada que resultou no homicídio; Daniel Figueiredo Maia coletou dados sobre Fabrício que foram utilizados no planejamento do homicídio. No dia 29 de janeiro, a 2ª Vara Criminal aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou-se réus Adilsinho e os três apontados como participantes do homicídio. Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho Reprodução/TV Globo Amigo é morto dois dias depois Dois dias depois da morte de Fabrício, Fábio Alamar Leite foi assassinado quando saiu do enterro do amigo no cemitério de Inhaúma. Fábio e Fabrício eram ex-sócios em uma empresa de transporte de gelo. Os veículos foram monitorados pela organização criminosa. Caminhão de gelo foi fotografado por envolvidos na morte de Alamar Reprodução As investigações da Delegacia de Homicídios da Capital ainda apontaram que houve evidências diversas de emboscadas contra a dupla antes das execuções. No dia do enterro de Fabrício, José Ricardo fez fotos do carro de Fábio e passou o material para um contato com um número internacional. Segundo a polícia, Simões prestava contas diretamente a Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, apontado como um dos principais matadores de um grupo de extermínio ligado a Adilsinho. José Ricardo foi preso em março de 2023 pela morte de Marquinhos Catiri, miliciano, chefe da segurança do bicheiro Bernardo Bello, em 2022. Adilsinho também possui um mandado de prisão pelo crime e é acusado de ser mandante da execução. Ele nega as acusações. Já o PM Daniel Figueiredo Maia foi preso por participação no homicídio de Cristiano Souza, em 2023. Morte por engano Fábio de Alamar Leite, morto em 2022 na porta do cemitério após o enterro de um amigo Reprodução As investigações da Polícia Civil apontam que Fabrício já tinha trabalhado no mercado de cigarros ilegais, mas estava afastado da atividade criminosa. As investigações apontam que a dupla foi morta por engano: eles emprestaram os caminhões de sua empresa de gelo para um outro homem, que usava os veículos para transportar cigarros. O fato teria sido desagradado à quadrilha de Adilsinho, que acreditava que Fabrício e Fábio estavam juntos comercializando cigarros sem autorização da organização criminosa. Em nota, Adilson Coutinho negou qualquer envolvimento com os fatos noticiados e disse que “desconhece as razões da vinculação de seu nome aos referidos eventos”. Ele também disse que “reitera confiança na Justiça” e afirma que comprovará sua inocência. Adilsinho já tem outros três mandados de prisão: Na Justiça Federal, é apontado como chefe da máfia dos cigarros Na Justiça do Rio, responde como mandante dos assassinatos de rivais no Jogo do Bicho Na Justiça do Rio, responde como mandante do assassinato de Fábio Alamar Leite Ele também é investigado pela Polícia Civil como possível mandante de outras mortes. O confronto balístico indicou que as mesmas armas foram usadas nas mortes de Fabrício Martins, Fábio Alamar e Cristiano de Souza, em 2023. Dono de uma tabacaria, Cristiano é mais uma das vítimas de homicídios ligadas à máfia dos cigarros ilegais comandados por Adilsinho, de acordo com investigações da Polícia Federal e do Ministério Público do Rio. LEIA TAMBÉM: Quem é Adilsinho: chefe da máfia dos cigarros, patrono do Salgueiro e dono de clube de futebol Adilsinho é investigado por ligação com homicídios, tentativas de assassinatos e sequestros Lista de seguranças de Adilsinho tem 43 nomes; 23 são PMs da ativa Das draculinhas à máfia do cigarro: o império bilionário de Adilsinho Áudios revelam brutalidade de criminosos da máfia dos cigarros no RJ: ‘Taquei fogo no corpo, e o povo achou que era balão’ Máfia do cigarro controla venda em 45 das 92 cidades do RJ e cresce à base da bala Pelo menos 27 crimes, entre tentativa de homicídio, assassinatos e sequestros, foram para forçar a criação de um monopólio violento, financiado com dinheiro do jogo do bicho. O g1 apurou que, entre os crimes, houve assassinatos de possíveis rivais no mercado de cigarros, execuções de ex-aliados e mortes de quem se recusava a vender o cigarro da quadrilha. Veja abaixo reportagem sobre um dos pedidos de prisão contra Adilsinho: Polícia pede prisão de Adilsinho por mortes ligadas a disputas entre contraventores no Rio
A Delegacia de Homicídios da Capital iniciou nesta quinta-feira (5) uma operação contra um grupo de matadores da máfia do cigarro no Rio de Janeiro. A polícia tenta prender José Ricardo Gomes Simões, Alex de Oliveira Matos e o policial militar Daniel Figueiredo Maia, suspeitos de envolvimento na execução de Fabrício Alves Martins de Oliveira. O apontado como mandante é Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, bicheiro e atual patrono do Salgueiro. Ele já tinha um mandado de prisão por esse crime e é procurado nesse e em outros 3 processos. Fabrício foi executado em um posto de gasolina em 2 de outubro de 2022, na Estrada do Mendanha, em Campo Grande, na Zona Oeste. Ele foi atingido por 14 tiros de fuzil calibre .762 assim que saíram do seu veículo. Os assassinos utilizaram camisas e balaclavas falsas da Polícia Civil. Segundo as investigações, trata-se de uma estratégia do grupo de matadores de Adilsinho para facilitar a aproximação e a fuga. Mensagens interceptadas pela investigação indicam que Fabrício vinha sendo monitorado 5 meses antes do crime. Fabrício Martins foi morto em um posto de gasolina na estrada do Mendanha, em Campo Grande Reprodução Quem é quem entende a participação de cada um no crime, de acordo com as investigações Simões teria intermediado a negociação e o planejamento da execução; Alex de Oliveira Matos participou da emboscada que resultou no homicídio; Daniel Figueiredo Maia coletou dados sobre Fabrício que foram utilizados no planejamento do homicídio. No dia 29 de janeiro, a 2ª Vara Criminal aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou-se réus Adilsinho e os três apontados como participantes do homicídio. Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho Reprodução/TV Globo Amigo é morto dois dias depois Dois dias depois da morte de Fabrício, Fábio Alamar Leite foi assassinado quando saiu do enterro do amigo no cemitério de Inhaúma. Fábio e Fabrício eram ex-sócios em uma empresa de transporte de gelo. Os veículos foram monitorados pela organização criminosa. Caminhão de gelo foi fotografado por envolvidos na morte de Alamar Reprodução As investigações da Delegacia de Homicídios da Capital ainda apontaram que houve evidências diversas de emboscadas contra a dupla antes das execuções. No dia do enterro de Fabrício, José Ricardo fez fotos do carro de Fábio e passou o material para um contato com um número internacional. Segundo a polícia, Simões prestava contas diretamente a Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, apontado como um dos principais matadores de um grupo de extermínio ligado a Adilsinho. José Ricardo foi preso em março de 2023 pela morte de Marquinhos Catiri, miliciano, chefe da segurança do bicheiro Bernardo Bello, em 2022. Adilsinho também possui um mandado de prisão pelo crime e é acusado de ser mandante da execução. Ele nega as acusações. Já o PM Daniel Figueiredo Maia foi preso por participação no homicídio de Cristiano Souza, em 2023. Morte por engano Fábio de Alamar Leite, morto em 2022 na porta do cemitério após o enterro de um amigo Reprodução As investigações da Polícia Civil apontam que Fabrício já tinha trabalhado no mercado de cigarros ilegais, mas estava afastado da atividade criminosa. As investigações apontam que a dupla foi morta por engano: eles emprestaram os caminhões de sua empresa de gelo para um outro homem, que usava os veículos para transportar cigarros. O fato teria sido desagradado à quadrilha de Adilsinho, que acreditava que Fabrício e Fábio estavam juntos comercializando cigarros sem autorização da organização criminosa. Em nota, Adilson Coutinho negou qualquer envolvimento com os fatos noticiados e disse que “desconhece as razões da vinculação de seu nome aos referidos eventos”. Ele também disse que “reitera confiança na Justiça” e afirma que comprovará sua inocência. Adilsinho já tem outros três mandados de prisão: Na Justiça Federal, é apontado como chefe da máfia dos cigarros Na Justiça do Rio, responde como mandante dos assassinatos de rivais no Jogo do Bicho Na Justiça do Rio, responde como mandante do assassinato de Fábio Alamar Leite Ele também é investigado pela Polícia Civil como possível mandante de outras mortes. O confronto balístico indicou que as mesmas armas foram usadas nas mortes de Fabrício Martins, Fábio Alamar e Cristiano de Souza, em 2023. Dono de uma tabacaria, Cristiano é mais uma das vítimas de homicídios ligadas à máfia dos cigarros ilegais comandados por Adilsinho, de acordo com investigações da Polícia Federal e do Ministério Público do Rio. LEIA TAMBÉM: Quem é Adilsinho: chefe da máfia dos cigarros, patrono do Salgueiro e dono de clube de futebol Adilsinho é investigado por ligação com homicídios, tentativas de assassinatos e sequestros Lista de seguranças de Adilsinho tem 43 nomes; 23 são PMs da ativa Das draculinhas à máfia do cigarro: o império bilionário de Adilsinho Áudios revelam brutalidade de criminosos da máfia dos cigarros no RJ: ‘Taquei fogo no corpo, e o povo achou que era balão’ Máfia do cigarro controla venda em 45 das 92 cidades do RJ e cresce à base da bala Pelo menos 27 crimes, entre tentativa de homicídio, assassinatos e sequestros, foram para forçar a criação de um monopólio violento, financiado com dinheiro do jogo do bicho. O g1 apurou que, entre os crimes, houve assassinatos de possíveis rivais no mercado de cigarros, execuções de ex-aliados e mortes de quem se recusava a vender o cigarro da quadrilha. Veja abaixo reportagem sobre um dos pedidos de prisão contra Adilsinho: Polícia pede prisão de Adilsinho por mortes ligadas a disputas entre contraventores no Rio[/gpt3]

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Tags: CigarrocontracumprehomicídioligadosMáfiamandatosPolíciaRioSuspeitos
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