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Operação em 4 estados mira grupo que movimentou meio bilhão de reais com furto de cabos e recepção

Por Redação
23 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Operação em 4 estados mira grupo que movimentou meio bilhão de reais com furto de cabos e recepção
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Operação em 4 estados mira grupo que movimentou meio bilhão de reais com furto de cabos e recepção
[/gpt3]Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) deflagraram, nesta segunda-feira (23), mais uma fase da Operação Caminhos do Cobre para desarticular uma organização criminosa interestadual envolvida com furto de cabos, recepção e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, o grupo movimentou R$ 417.954.201 ao longo do esquema. A ação ocorre no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Tocantins. No RJ, há mandatos de busca e apreensão nos municípios do Rio de Janeiro, Nilópolis, Mesquita e Itaguaí. Como funcionava o esquema De acordo com a especialização, a organização tinha uma estrutura dividida em núcleos com funções específicas e atuação em diferentes estados. Conforme a investigação, os furtos aconteciam principalmente durante a madrugada. Os caminhões eram usados ​​para arrancar cabos metálicos, enquanto as motocicletas atuavam como batedores para monitorar a movimentação policial e bloquear vias. Após a retirada, os materiais foram levados para pontos de fracionamento. Em seguida, segundo a polícia, os itens eram vendidos a ferros-velhos e empresas de reciclagem vinculadas ao grupo. Ainda de acordo com o DRF, o núcleo financeiro emite notas fiscais falsas para dar aparência de legalidade às transações. Os valores eram fragmentados por meio de transferências bancárias sucessivas para dificultar o rastreamento. Segundo a polícia, o principal investigado movimentou R$ 97 milhões, valor considerado incompatível com a capacidade econômica declarada. Uma das empresas apontadas como central no esquema registrado transação superior a R$ 90 milhões, de acordo com a investigação. Nesta fase, a DRF também solicitou o sequestro de veículos e imóveis ligados ao grupo e o bloqueio de investimentos financeiros, com o objetivo de interromper a cadeia criminosa e recuperar valores obtidos ilegalmente. Ofensiva contínua A ação integra a Operação Caminhos do Cobre, iniciativa permanente da Polícia Civil para combater o furto de cabos e materiais metálicos em todas as etapas, do furto à venda. Desde setembro de 2024, segundo a corporação, foram realizadas mais de 430 fiscalizações em ferros-velhos, com cerca de 200 prisões de responsáveis ​​por estabelecimentos. No mesmo período, aproximadamente 300 toneladas de fios de cobre e materiais metálicos foram apreendidos. Ainda de acordo com a Polícia Civil, houve pedido de bloqueio de cerca de R$ 240 milhões em fases anteriores da operação. As investigações apontam que as ações também buscam descapitalizar braços operacionais do tráfico que, segundo a corporação, fomentam esse tipo de crime.Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) deflagraram, nesta segunda-feira (23), mais uma fase da Operação Caminhos do Cobre para desarticular uma organização criminosa interestadual envolvida com furto de cabos, recepção e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, o grupo movimentou R$ 417.954.201 ao longo do esquema. A ação ocorre no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Tocantins. No RJ, há mandatos de busca e apreensão nos municípios do Rio de Janeiro, Nilópolis, Mesquita e Itaguaí. Como funcionava o esquema De acordo com a especialização, a organização tinha uma estrutura dividida em núcleos com funções específicas e atuação em diferentes estados. Conforme a investigação, os furtos aconteciam principalmente durante a madrugada. Os caminhões eram usados ​​para arrancar cabos metálicos, enquanto as motocicletas atuavam como batedores para monitorar a movimentação policial e bloquear vias. Após a retirada, os materiais foram levados para pontos de fracionamento. Em seguida, segundo a polícia, os itens eram vendidos a ferros-velhos e empresas de reciclagem vinculadas ao grupo. Ainda de acordo com o DRF, o núcleo financeiro emite notas fiscais falsas para dar aparência de legalidade às transações. Os valores eram fragmentados por meio de transferências bancárias sucessivas para dificultar o rastreamento. Segundo a polícia, o principal investigado movimentou R$ 97 milhões, valor considerado incompatível com a capacidade econômica declarada. Uma das empresas apontadas como central no esquema registrado transação superior a R$ 90 milhões, de acordo com a investigação. Nesta fase, a DRF também solicitou o sequestro de veículos e imóveis ligados ao grupo e o bloqueio de investimentos financeiros, com o objetivo de interromper a cadeia criminosa e recuperar valores obtidos ilegalmente. Ofensiva contínua A ação integra a Operação Caminhos do Cobre, iniciativa permanente da Polícia Civil para combater o furto de cabos e materiais metálicos em todas as etapas, do furto à venda. Desde setembro de 2024, segundo a corporação, foram realizadas mais de 430 fiscalizações em ferros-velhos, com cerca de 200 prisões de responsáveis ​​por estabelecimentos. No mesmo período, aproximadamente 300 toneladas de fios de cobre e materiais metálicos foram apreendidos. Ainda de acordo com a Polícia Civil, houve pedido de bloqueio de cerca de R$ 240 milhões em fases anteriores da operação. As investigações apontam que as ações também buscam descapitalizar braços operacionais do tráfico que, segundo a corporação, fomentam esse tipo de crime.[/gpt3]

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Tags: bilhãoCABOSEstadosfurtoGrupomeiomiramovimentouoperaçãoreaisrecepção
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