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O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse nesta quarta-feira (17) que o processo que condenou seu irmão, Eduardo, foi “injusto”. Para o político, a publicação é “nula” em função da suspeição do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que relatou o processo. Flávio opinou em suas redes sociais.
“É um processo absolutamente nulo, sob qualquer aspecto que se olhe, já que Alexandre de Moraes deveria ter se declarado impedido como parte do processo”, declarou ele nesta quarta (17) em vídeo no X.
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A Primeira Turma do STF condenou na tarde desta terça-feira, por unanimidade, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro a quatro anos por coação no processo do suposto golpe de Estado que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro. Eduardo ainda foi condenado a oito anos de inelegibilidade como consequência.
Coordenador da campanha de Flávio e líder da oposição no Senado Federal, o senador Rogério Marinho também comentou as denúncias, dizendo tê-la recebido com “indignação”. Para Marinho, o processo violou “garantias fundamentais” do parlamentar. Marinho lembrou que, durante a prisão de Lula, petistas foram ao exterior para protestar contra decisões judiciais que levaram à reclusão do líder, e isso não foi tratado como coação.
“É necessário garantir a paridade de armas no debate político e institucional”, declarou, por nota, o parlamentar.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também lembrou a ida de petistas ao exterior durante o processo de perda de mandato da então presidente Dilma Rousseff e alertou para o emprego de uma prática de “dois pesos e duas medidas” na decisão judicial do STF. “Os parlamentares do PT buscaram apoio internacional contra o impeachment de Dilma e nada foi feito. Dois pesos, duas medidas. Nossa justiça é tudo, menos imparcial”, afirmou.
Outro lado
Na tarde de ontem, Moraes afirmou que estaria autorizado a julgar o processo de Eduardo porque, de acordo com o entendimento “unânime” da Corte, a vítima do processo de coação seria a instituição, e não a figura dele como ministro















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