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Familiares se despedem do segundo pedreiro morto pela PM em São Gonçalo

Por Redação
29 de maio de 2026
Em Notícias
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Familiares se despedem do segundo pedreiro morto pela PM em São Gonçalo
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Familiares se despedem do segundo pedreiro morto pela PM em São Gonçalo
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Familiares se despedem do segundo pedreiro morto pela PM em São Gonçalo O corpo do pedreiro Edivan Felipe de Assis, que tinha 41 anos e que foi um dos pedreiros mortos por PMs, está sendo velado no Cemitério São Miguel nesta sexta-feira (29) em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Durante a despedida, os familiares pediram por justiça. Edivan e Marcelo da Cruz Silva, que tinha 41 anos, foram mortos por policiais militares na quarta-feira (27). Os agentes afirmaram em depoimento que confundiram um tripé de medição que estava no colo de um deles com um fuzil. Os pedreiros trilharam o caminho de uma obra. Os policiais militares envolvidos também disseram que algumas lesões corporais foram descarregadas na hora dos tiros. Segundo eles, também havia uma forte neblina no local. Três agentes foram afastados dos trabalhos na rua. A Polícia Civil solicita as imagens das câmeras e ainda aguarda o material. O corpo de Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos, foi sepultado nesta quinta-feira (28). Em depoimento, um morador contou à polícia que viu os pedreiros mortos segundos antes deles serem baleados. Tripé que estava com pedreiros quando foram mortos em São Gonçalo Reprodução “Eles passaram por mim, me cumpriram, deram bom dia, só que ele estava com uma ferramenta no colo. Eu até pensei comigo: ‘pô, pode ser confundido com alguma arma’. Nisso que ele conseguiu, por volta de uns trinta segundos depois, já escutei um monte de tiros, a rajada”, afirma a testemunha. “Não teve voz de prisão, não teve pedido para parar, eles simplesmente chegaram próximo aos policiais que estavam escondidos e eles atiraram dessa forma”, completa. O Edivan deixa um neto de três meses e Marcelo deixa esposa e uma filha. A viúva de Marcelo disse que nenhum representante do governo distante da família. “Meu primo saindo para trabalhar, não sei se foi Bope, se foi Core, só sei que deram uma rajada de tiro para cima dele. Não foi pouco, não, foi muito tiro”, lamenta a prima, que preferiu não se identificar. A perícia da encontrou uma ferramenta, descrita como uma régua de pedreiro, a cerca de 150 metros dos corpos das vítimas Layla Mussi/O São Gonçalo “Morreu de maneira covarde, e eu lamento muito pela morte do meu primo. Eu cuidei dele, eu posso dizer, ele não era bandido, não era, porque se fosse eu colocava a cara aqui para falar, mas ele não era, morreu na covardia”, completa. Em nota, um PM lamentou as mortes. “A corporação lamenta a morte de Marcelo da Cruz Silva e de Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações colaborando integralmente com as investigações do caso.” (Veja a nota na íntegra no final da reportagem). Segundo relatos de testemunhas, os dois foram baleados no momento em que saíram de casa para trabalhar. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Moradores contaram que os disparos aconteceram entre 7h e 7h30. Testemunhas contam que os agentes não estavam localmente em apoio a uma operadora de telefonia. Um dos homens também seria o dono de um bar na região da Ipuca e, naquele momento, teria ido ajudar o amigo como ajudante de pedreiro em uma obra para complementar a renda. Os dois homens foram encontrados caídos no chão ao lado das ferramentas de trabalho. Um dos mortos é Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos Reprodução A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga o caso. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. O que dizem os citados “A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), um procedimento apuratório segue em curso para averiguar todas as situações na qual policiais militares atingiram dois homens em uma motocicleta, durante a localização na localidade de Ipuca, na manhã desta quarta-feira (27/05). O local foi isolado e a Delegacia de Homicídios da região foi acionada. A Corporação lamentou a morte de Marcelo da Cruz Silva e de Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações colaborando integralmente com as investigações do caso.”
Familiares se despedem do segundo pedreiro morto pela PM em São Gonçalo O corpo do pedreiro Edivan Felipe de Assis, que tinha 41 anos e que foi um dos pedreiros mortos por PMs, está sendo velado no Cemitério São Miguel nesta sexta-feira (29) em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Durante a despedida, os familiares pediram por justiça. Edivan e Marcelo da Cruz Silva, que tinha 41 anos, foram mortos por policiais militares na quarta-feira (27). Os agentes afirmaram em depoimento que confundiram um tripé de medição que estava no colo de um deles com um fuzil. Os pedreiros trilharam o caminho de uma obra. Os policiais militares envolvidos também disseram que algumas lesões corporais foram descarregadas na hora dos tiros. Segundo eles, também havia uma forte neblina no local. Três agentes foram afastados dos trabalhos na rua. A Polícia Civil solicita as imagens das câmeras e ainda aguarda o material. O corpo de Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos, foi sepultado nesta quinta-feira (28). Em depoimento, um morador contou à polícia que viu os pedreiros mortos segundos antes deles serem baleados. Tripé que estava com pedreiros quando foram mortos em São Gonçalo Reprodução “Eles passaram por mim, me cumpriram, deram bom dia, só que ele estava com uma ferramenta no colo. Eu até pensei comigo: ‘pô, pode ser confundido com alguma arma’. Nisso que ele conseguiu, por volta de uns trinta segundos depois, já escutei um monte de tiros, a rajada”, afirma a testemunha. “Não teve voz de prisão, não teve pedido para parar, eles simplesmente chegaram próximo aos policiais que estavam escondidos e eles atiraram dessa forma”, completa. O Edivan deixa um neto de três meses e Marcelo deixa esposa e uma filha. A viúva de Marcelo disse que nenhum representante do governo distante da família. “Meu primo saindo para trabalhar, não sei se foi Bope, se foi Core, só sei que deram uma rajada de tiro para cima dele. Não foi pouco, não, foi muito tiro”, lamenta a prima, que preferiu não se identificar. A perícia da encontrou uma ferramenta, descrita como uma régua de pedreiro, a cerca de 150 metros dos corpos das vítimas Layla Mussi/O São Gonçalo “Morreu de maneira covarde, e eu lamento muito pela morte do meu primo. Eu cuidei dele, eu posso dizer, ele não era bandido, não era, porque se fosse eu colocava a cara aqui para falar, mas ele não era, morreu na covardia”, completa. Em nota, um PM lamentou as mortes. “A corporação lamenta a morte de Marcelo da Cruz Silva e de Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações colaborando integralmente com as investigações do caso.” (Veja a nota na íntegra no final da reportagem). Segundo relatos de testemunhas, os dois foram baleados no momento em que saíram de casa para trabalhar. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Moradores contaram que os disparos aconteceram entre 7h e 7h30. Testemunhas contam que os agentes não estavam localmente em apoio a uma operadora de telefonia. Um dos homens também seria o dono de um bar na região da Ipuca e, naquele momento, teria ido ajudar o amigo como ajudante de pedreiro em uma obra para complementar a renda. Os dois homens foram encontrados caídos no chão ao lado das ferramentas de trabalho. Um dos mortos é Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos Reprodução A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga o caso. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. O que dizem os citados “A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), um procedimento apuratório segue em curso para averiguar todas as situações na qual policiais militares atingiram dois homens em uma motocicleta, durante a localização na localidade de Ipuca, na manhã desta quarta-feira (27/05). O local foi isolado e a Delegacia de Homicídios da região foi acionada. A Corporação lamentou a morte de Marcelo da Cruz Silva e de Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações colaborando integralmente com as investigações do caso.”[/gpt3]

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