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Especialista diz que tremores no litoral do RJ não geram risco: ‘Acontecem com frequência’

Redação Por Redação
23 de maio de 2026
Em Notícias
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Especialista diz que tremores no litoral do RJ não geram risco: ‘Acontecem com frequência’
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Especialista diz que tremores no litoral do RJ não geram risco: ‘Acontecem com frequência’
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Especialista diz que tremores no litoral do RJ não geram risco O litoral de Maricá, no Rio de Janeiro, registrou quatro tremores em pouco mais de 24 horas. Os especialistas explicam que o aspecto é comum e não precisa alarmar a população. Ainda não há declarações de que algum tremor tenha sido sentido pelas pessoas. Segundo especialistas, os eventos são naturais, de baixa magnitude e considerados comuns na região da plataforma continental do Sudeste. De acordo com o sismólogo e pesquisador Gilberto Leite, os dois tremores aconteceram próximos um do outro e fazem parte da atividade sísmica normalmente monitorada no litoral brasileiro. “Esses dois eventos aconteceram muito perto um do outro na costa do Rio. São eventos naturais, comuns, que frequentemente a gente registra na margem sudeste do Brasil, na região da plataforma continental que concentra os eventos sísmicos marinhos do Brasil”, explicou. O pesquisador afirmou que os abalos tiveram magnitude entre 2 e 3 e seriam mínimos percebidos pela população. “Esses eventos acontecem no mar e dificilmente serão sentidos pela população”, disse. Um novo tremor de terra de magnitude 3,1 foi registrado na costa do Rio de Janeiro, a cerca de 100 quilômetros do município de Maricá Reprodução Segundo ele, o Brasil tem cerca de 100 estações sismográficas espalhadas pelo país, responsáveis ​​pelo monitoramento constante da atividade sísmica. Ainda de acordo com o especialista, os tremores registrados no estado do Rio costumam ocorrer no mar. No ano passado, houve o registro de um evento próximo à Baía de Guanabara, que também não fez sentido pelos moradores. Gilberto Leite explicou que os terremotos ocorreram devido ao acúmulo de pressão e estresse nas placas tectônicas. “Esses eventos ocorrem por pressão ou tensão na placa tectônica, que se acumulam na crosta terrestre e eventualmente são liberados na forma de terremoto.” O pesquisador ressaltou ainda que o Brasil apresenta sismicidade considerada baixa a moderada, com registros mais frequentes de eventos de pequena magnitude. “Em princípio não há motivo para preocupação. Esses dois eventos estão dentro do esperado do que a gente geralmente observa, então não é nada novo nem preocupante”, afirmou. Segundo o especialista, Maricá é a cidade mais próxima do local onde os tremores foram registrados, mas isso não significa que haja uma concentração específica de atividade sísmica no município. Segundo os especialistas, os últimos tremores, que aconteceram no mar, são eventos secundários relacionados aos específicos principais, que foram dois tremores: o primeiro, de 3,3 de magnitude, registrado na madrugada de quinta, e o segundo de 3,1 na manhã desta sexta. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O aspecto foi captado por estações de monitoramento espalhadas pelo país e analisadas pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo. O monitoramento da atividade sísmica é coordenado pelo Observatório Nacional, com apoio do Serviço Geológico do Brasil. Segundo o sismólogo Gilberto Leite, a costa do Sudeste concentra a principal faixa de atividade sísmica no alto-mar do país, onde pequenos terremotos são monitorados regularmente. “A margem sudeste do Brasil, em particular, é considerada a principal zona sísmica offshore do país, onde pequenos terremotos ocorrem de forma relativamente frequente”, explica. Embora o Brasil esteja distante das zonas de encontro entre placas tectônicas — onde os grandes terremotos são mais comuns —, o país também registra abalos provocados pela acomodação de estruturas geológicas internas da crosta terrestre.
Especialista diz que tremores no litoral do RJ não geram risco O litoral de Maricá, no Rio de Janeiro, registrou quatro tremores em pouco mais de 24 horas. Os especialistas explicam que o aspecto é comum e não precisa alarmar a população. Ainda não há declarações de que algum tremor tenha sido sentido pelas pessoas. Segundo especialistas, os eventos são naturais, de baixa magnitude e considerados comuns na região da plataforma continental do Sudeste. De acordo com o sismólogo e pesquisador Gilberto Leite, os dois tremores aconteceram próximos um do outro e fazem parte da atividade sísmica normalmente monitorada no litoral brasileiro. “Esses dois eventos aconteceram muito perto um do outro na costa do Rio. São eventos naturais, comuns, que frequentemente a gente registra na margem sudeste do Brasil, na região da plataforma continental que concentra os eventos sísmicos marinhos do Brasil”, explicou. O pesquisador afirmou que os abalos tiveram magnitude entre 2 e 3 e seriam mínimos percebidos pela população. “Esses eventos acontecem no mar e dificilmente serão sentidos pela população”, disse. Um novo tremor de terra de magnitude 3,1 foi registrado na costa do Rio de Janeiro, a cerca de 100 quilômetros do município de Maricá Reprodução Segundo ele, o Brasil tem cerca de 100 estações sismográficas espalhadas pelo país, responsáveis ​​pelo monitoramento constante da atividade sísmica. Ainda de acordo com o especialista, os tremores registrados no estado do Rio costumam ocorrer no mar. No ano passado, houve o registro de um evento próximo à Baía de Guanabara, que também não fez sentido pelos moradores. Gilberto Leite explicou que os terremotos ocorreram devido ao acúmulo de pressão e estresse nas placas tectônicas. “Esses eventos ocorrem por pressão ou tensão na placa tectônica, que se acumulam na crosta terrestre e eventualmente são liberados na forma de terremoto.” O pesquisador ressaltou ainda que o Brasil apresenta sismicidade considerada baixa a moderada, com registros mais frequentes de eventos de pequena magnitude. “Em princípio não há motivo para preocupação. Esses dois eventos estão dentro do esperado do que a gente geralmente observa, então não é nada novo nem preocupante”, afirmou. Segundo o especialista, Maricá é a cidade mais próxima do local onde os tremores foram registrados, mas isso não significa que haja uma concentração específica de atividade sísmica no município. Segundo os especialistas, os últimos tremores, que aconteceram no mar, são eventos secundários relacionados aos específicos principais, que foram dois tremores: o primeiro, de 3,3 de magnitude, registrado na madrugada de quinta, e o segundo de 3,1 na manhã desta sexta. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O aspecto foi captado por estações de monitoramento espalhadas pelo país e analisadas pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo. O monitoramento da atividade sísmica é coordenado pelo Observatório Nacional, com apoio do Serviço Geológico do Brasil. Segundo o sismólogo Gilberto Leite, a costa do Sudeste concentra a principal faixa de atividade sísmica no alto-mar do país, onde pequenos terremotos são monitorados regularmente. “A margem sudeste do Brasil, em particular, é considerada a principal zona sísmica offshore do país, onde pequenos terremotos ocorrem de forma relativamente frequente”, explica. Embora o Brasil esteja distante das zonas de encontro entre placas tectônicas — onde os grandes terremotos são mais comuns —, o país também registra abalos provocados pela acomodação de estruturas geológicas internas da crosta terrestre.[/gpt3]

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