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Em 6 meses, dois alunos da rede municipal do Rio foram hospitalizados após casos de bullying

Redação Por Redação
23 de maio de 2026
Em Notícias
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Em 6 meses, dois alunos da rede municipal do Rio foram hospitalizados após casos de bullying
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Em 6 meses, dois alunos da rede municipal do Rio foram hospitalizados após casos de bullying
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Em 6 meses, dois alunos da rede municipal do Rio foram hospitalizados após casos de bullying Em um intervalo de seis meses, dois alunos da rede municipal de ensino do Rio foram hospitalizados depois de sofrerem bullying nas escolas. Em comum, as famílias afirmam que já foram alertadas a direção das unidades sobre episódios recorrentes de violência psicológica e física. Há seis meses, a rotina de Lídia Cardoso e do filho mudou. As consultas médicas tinham mais frequência, e o menino só conseguiu voltar às aulas há algumas semanas. “Depois da reportagem apareceu todo mundo ao mesmo tempo, veio todo mundo em cima. A Prefeitura ofereceu carro, remédios, pedido pra que fizeram óculos, mas depois de 1 ou 2 meses parou tudo. Aí foi a parte mais triste.” Menino foi agredido e perdeu a visão do olho direito Reprodução/TV Globo O menino, hoje com 11 anos, foi vítima de bullying na Escola Municipal Leonel Azevedo, na Ilha do Governador, em novembro do ano passado. Ele foi agredido e perdeu a visão do olho direito. O caso foi exibido no RJ2. A criança tinha glaucoma congênito justamente no olho direito, onde as agressões foram mais fortes. Na época, Lídia contou que os problemas surgiram em 2023, com provocações de outros alunos. O filho também sofreu uma fratura no pé e uma lesão no nariz. Ao longo desse período, ela recorreu à direção da escola, ao Conselho Tutelar, à Coordenadoria Regional de Educação da Ilha do Governador e também à Central 1746 da Prefeitura do Rio. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Adolescente de 15 anos teve o maxilar e os dentes quebrados Reprodução/TV Globo O caso não é isolado. Nesta semana, mais um episódio de bullying em uma escola da rede municipal deixou uma adolescente gravemente ferida. Assim como Lídia, a família da menina afirmou que já havia procurado a direção da escola para denunciar a situação. Um adolescente de 15 anos teve o maxilar e os dentes quebrados após ser agredido em frente à Escola Municipal Raphael Almeida Magalhães, no Jardim Bangu, na Zona Oeste da cidade. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que uma menina, sem uniforme, avança sobre a vítima, puxa o cabelo dela e a joga no chão. Em seguida, dá socos e chutes. que teve maxilar quebrado foi atendido no Hospital Municipal Albert Schweitzer Reprodução LEIA TAMBÉM: Bullying: entenda comportamentos que configuram crime e saiba como agir “Já tem mais de 1 ano que eu venho fazendo essas questões e só veio parar mesmo depois desse Estudante ocorrido, porque foram diversas, diversas vezes eu indo até direção relatando aconteceu”, contou a mãe da adolescente, Paloma Santos. “O tempo foi passando e foi continuando as ameaças, o bullying. E chegou nesse ponto que houve essa agressão, essa brutalidade com a minha filha, porque isso que ela fez com a minha filha foi uma covardia”, disse a mãe. Um estudante recebeu os primeiros atendimentos no Hospital Municipal Albert Schweitzer, passou por exames e depois recebeu alta médica. Lídia segue em busca de tratamento para o filho. Desde fevereiro, aguarda uma cirurgia plástica no olho em que o menino perdeu a visão. “Meu filho, hoje, me pediu uma coisa que eu não posso dar pra ele. Ele descobriu que essa cirurgia que a gente tá precisando era pra ele voltar a enxergar e eu não tive coragem de contar que a cirurgia não é pra voltar a enxergar. É pra melhorar a aparência dele. Ele precisa entender que o mundo é, mas a gente vai vencer”, disse Lídia. Filho de Lídia perdeu a visão de um olho Reprodução/TV Globo O que diz a Secretaria Municipal de Educação O RJ2 pediu uma entrevista com um representante da Secretaria Municipal de Educação, mas eles preferiram se manifestar por nota. Sobre o caso do adolescente agredido nessa semana, a secretaria disse transferiu a aluna que agrediu o jovem para outra unidade e que a vítima e a família estão recebendo todo acompanhamento necessário. A secretaria instaurou sindicância e encaminhou o caso ao Conselho Tutelar. A secretaria afirmou que recebeu a comunicação primeira de bullying a respeito desse caso no dia 18 de maio deste ano, véspera da agressão. Sobre o caso do estudante que perdeu a visão, a secretária disse que a sindicância é sigilosa e está em andamento. Bullying é crime O bullying foi criminalizado no Brasil pela Lei 14.811, de 2024, que atualizou o Código Penal. A prática é caracterizada por violência física ou psicológica intencional e repetitiva. Quando cometida presencialmente, a pena prevista é de multa, caso a conduta não configure crimes mais graves, como lesão corporal ou ameaça. Nos casos praticados pela internet, redes sociais ou plataformas digitais, a pena prevista é de 2 a 4 anos de reclusão, além de multa. Quando o ato é cometido por menores de 18 anos, o caso é tratado como ato infracional, em conformidade com as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Em 6 meses, dois alunos da rede municipal do Rio foram hospitalizados após casos de bullying Em um intervalo de seis meses, dois alunos da rede municipal de ensino do Rio foram hospitalizados depois de sofrerem bullying nas escolas. Em comum, as famílias afirmam que já foram alertadas a direção das unidades sobre episódios recorrentes de violência psicológica e física. Há seis meses, a rotina de Lídia Cardoso e do filho mudou. As consultas médicas tinham mais frequência, e o menino só conseguiu voltar às aulas há algumas semanas. “Depois da reportagem apareceu todo mundo ao mesmo tempo, veio todo mundo em cima. A Prefeitura ofereceu carro, remédios, pedido pra que fizeram óculos, mas depois de 1 ou 2 meses parou tudo. Aí foi a parte mais triste.” Menino foi agredido e perdeu a visão do olho direito Reprodução/TV Globo O menino, hoje com 11 anos, foi vítima de bullying na Escola Municipal Leonel Azevedo, na Ilha do Governador, em novembro do ano passado. Ele foi agredido e perdeu a visão do olho direito. O caso foi exibido no RJ2. A criança tinha glaucoma congênito justamente no olho direito, onde as agressões foram mais fortes. Na época, Lídia contou que os problemas surgiram em 2023, com provocações de outros alunos. O filho também sofreu uma fratura no pé e uma lesão no nariz. Ao longo desse período, ela recorreu à direção da escola, ao Conselho Tutelar, à Coordenadoria Regional de Educação da Ilha do Governador e também à Central 1746 da Prefeitura do Rio. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Adolescente de 15 anos teve o maxilar e os dentes quebrados Reprodução/TV Globo O caso não é isolado. Nesta semana, mais um episódio de bullying em uma escola da rede municipal deixou uma adolescente gravemente ferida. Assim como Lídia, a família da menina afirmou que já havia procurado a direção da escola para denunciar a situação. Um adolescente de 15 anos teve o maxilar e os dentes quebrados após ser agredido em frente à Escola Municipal Raphael Almeida Magalhães, no Jardim Bangu, na Zona Oeste da cidade. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que uma menina, sem uniforme, avança sobre a vítima, puxa o cabelo dela e a joga no chão. Em seguida, dá socos e chutes. que teve maxilar quebrado foi atendido no Hospital Municipal Albert Schweitzer Reprodução LEIA TAMBÉM: Bullying: entenda comportamentos que configuram crime e saiba como agir “Já tem mais de 1 ano que eu venho fazendo essas questões e só veio parar mesmo depois desse Estudante ocorrido, porque foram diversas, diversas vezes eu indo até direção relatando aconteceu”, contou a mãe da adolescente, Paloma Santos. “O tempo foi passando e foi continuando as ameaças, o bullying. E chegou nesse ponto que houve essa agressão, essa brutalidade com a minha filha, porque isso que ela fez com a minha filha foi uma covardia”, disse a mãe. Um estudante recebeu os primeiros atendimentos no Hospital Municipal Albert Schweitzer, passou por exames e depois recebeu alta médica. Lídia segue em busca de tratamento para o filho. Desde fevereiro, aguarda uma cirurgia plástica no olho em que o menino perdeu a visão. “Meu filho, hoje, me pediu uma coisa que eu não posso dar pra ele. Ele descobriu que essa cirurgia que a gente tá precisando era pra ele voltar a enxergar e eu não tive coragem de contar que a cirurgia não é pra voltar a enxergar. É pra melhorar a aparência dele. Ele precisa entender que o mundo é, mas a gente vai vencer”, disse Lídia. Filho de Lídia perdeu a visão de um olho Reprodução/TV Globo O que diz a Secretaria Municipal de Educação O RJ2 pediu uma entrevista com um representante da Secretaria Municipal de Educação, mas eles preferiram se manifestar por nota. Sobre o caso do adolescente agredido nessa semana, a secretaria disse transferiu a aluna que agrediu o jovem para outra unidade e que a vítima e a família estão recebendo todo acompanhamento necessário. A secretaria instaurou sindicância e encaminhou o caso ao Conselho Tutelar. A secretaria afirmou que recebeu a comunicação primeira de bullying a respeito desse caso no dia 18 de maio deste ano, véspera da agressão. Sobre o caso do estudante que perdeu a visão, a secretária disse que a sindicância é sigilosa e está em andamento. Bullying é crime O bullying foi criminalizado no Brasil pela Lei 14.811, de 2024, que atualizou o Código Penal. A prática é caracterizada por violência física ou psicológica intencional e repetitiva. Quando cometida presencialmente, a pena prevista é de multa, caso a conduta não configure crimes mais graves, como lesão corporal ou ameaça. Nos casos praticados pela internet, redes sociais ou plataformas digitais, a pena prevista é de 2 a 4 anos de reclusão, além de multa. Quando o ato é cometido por menores de 18 anos, o caso é tratado como ato infracional, em conformidade com as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).[/gpt3]

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