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Core encontra vestígios de uso de drone para lançamento explosivo contra edifício na comunidade Dois Irmãos, em Curicica

Por Redação
14 de julho de 2026
Em Notícias
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Core encontra vestígios de uso de drone para lançamento explosivo contra edifício na comunidade Dois Irmãos, em Curicica
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Core encontra vestígios de uso de drone para lançamento explosivo contra edifício na comunidade Dois Irmãos, em Curicica
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Core encontrou vestígios de explosivos lançados por drone na comunidade Dois Irmãos, em Curicica Reprodução O esquadrão Antibomba da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) encontrou vestígios de que um prédio da associação de moradores da comunidade Dois Irmãos, em Curicica, foi atingido por uma granada que foi lançada por um drone. Segundo nota, a conclusão foi feita após uma varredura técnica que envolve “dois pontos contendo explosões de explosão compatíveis com a utilização de artefatos explosivos improvisados ​​(AEIs)”. De acordo com a varredura, as características conferem com as de artefatos lançados “por meio de aeronaves remotamente pilotadas (drones)”. Um local em via pública também foi atingido. Os cães farejadores da corporação ainda encontraram um espaço suspeito de ser utilizado como um cemitério clandestino de tráfico de drogas local. Uma cabeça humana foi encontrada. A 32ª DP (Taquara) e a Delegacia de Homicídios investigam o caso. Intercâmbio na Ucrânia Criminosos usam drones para jogar granadas e monitorar inimigos Como mostrado o Bom Dia Rio nesta terça-feira, facções criminosas do Rio de Janeiro estão investidos no uso de drones como arma de guerra e, segundo a Polícia Civil, estão até enviando membros à Ucrânia para aprender técnicas de combate com esses equipamentos. O delegado Marcos Motta, da Coordenadoria de Operações Aéreas Não Tripuladas (Coant), afirmou que o uso desses equipamentos já faz parte da estratégia das quadrilhas. “A gente percebe que hoje a atividade criminosa não consegue se desassociar do uso dos drones.” “Há dados de inteligência que nos apontam que facções criminosas do Rio de Janeiro estão bancadas a remessa de membros de sua organização pra Ucrânia pra fazer escola lá, nessa parte de uso de drone em guerra”, explicou. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Imagem postada nas redes, segundo a polícia, mostra crimes controlando drone Reprodução Ataques em sequência Drones são usados ​​pelas forças de segurança para monitoramento aéreo e produção de provas em investigações. Com as imagens captadas, os policiais fornecem mapear deslocamentos de armas, identificar esconderijos de armas e traçar estratégias para operações. Nos últimos meses, porém, os criminosos passaram a adaptar os equipamentos para lançar granadas em áreas dominadas por grupos rivais. A prática tem sido registrada em diferentes regiões da cidade e colocados moradores em risco, já que afetam áreas residenciais explosivamente. Nesta segunda-feira (13), um explosivo danificou o telhado da sede da Associação de Moradores da comunidade Parque Dois Irmãos, em Curicica, na Zona Sudoeste. Segundo moradores, a bomba foi atirada de um drone. Um explosivo danificou o telhado da sede da Associação de Moradores da comunidade Parque Dois Irmãos, em Curicica Reprodução Ataques semelhantes ocorreram na disputa entre traficantes do Comando Vermelho instalados na Muzema, Cidade de Deus e Gardênia Azul contra a milícia de Rio das Pedras, na mesma região. Segundo as investigações, granadas são lançadas frequentemente contra o território rival pelo alto. Segundo a Polícia Militar, uma publicação feita em um perfil de rede social ligada a suspeitos de tráfico na Cidade de Deus e na Gardênia Azul mostrou a fotografia do controle de um drone logo após um explosivo ser lançado contra um ponto de Rio das Pedras. Em outro caso, um drone operado por criminosos da Favela do Quitungo lançou explosivos em direção ao Complexo de Israel, área dominada por um grupo rival. Em maio, um adolescente foi atingido por estiletes de uma granada lançada por um drone na comunidade da Caixa d’Água, em Brás de Pina. A suspeita investigada pela polícia é de que o jovem tenha sido confundido com um criminoso rival porque usava um casaco preto enquanto seguia para uma lanchonete. “Meu filho de 15 anos está com fratura exposta, e tinha até prego na perna dele. Não tem direito de passar em lugar nenhum porque está sujeito a ser tratado como bandido”, afirmou a mãe. Bomba lançada por drone do tráfico Reprodução/TV Globo Granadas feitas em impressoras 3D As investigações também identificaram que crimes passaram a fabricar parte dos explosivos usados ​​nos ataques. Segundo a Polícia Civil, membros das facções produziram a estrutura das granadas em impressoras 3D e, posteriormente, abasteceram os artefatos com materiais inflamáveis. De acordo com Marcos Motta, as forças de segurança também buscam conhecimentos em cenários de conflito para antecipar novas formas de atuação de organizações criminosas. “A gente tem procurado se especializar, buscando novos conhecimentos que estão surgindo, inclusive em cenários de guerra. A gente busca antecipar aquilo que vai surgir na ação criminosa para ter a medida a ser imposta”, afirmou.
Core encontrou vestígios de explosivos lançados por drone na comunidade Dois Irmãos, em Curicica Reprodução O esquadrão Antibomba da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) encontrou vestígios de que um prédio da associação de moradores da comunidade Dois Irmãos, em Curicica, foi atingido por uma granada que foi lançada por um drone. Segundo nota, a conclusão foi feita após uma varredura técnica que envolve “dois pontos contendo explosões de explosão compatíveis com a utilização de artefatos explosivos improvisados ​​(AEIs)”. De acordo com a varredura, as características conferem com as de artefatos lançados “por meio de aeronaves remotamente pilotadas (drones)”. Um local em via pública também foi atingido. Os cães farejadores da corporação ainda encontraram um espaço suspeito de ser utilizado como um cemitério clandestino de tráfico de drogas local. Uma cabeça humana foi encontrada. A 32ª DP (Taquara) e a Delegacia de Homicídios investigam o caso. Intercâmbio na Ucrânia Criminosos usam drones para jogar granadas e monitorar inimigos Como mostrado o Bom Dia Rio nesta terça-feira, facções criminosas do Rio de Janeiro estão investidos no uso de drones como arma de guerra e, segundo a Polícia Civil, estão até enviando membros à Ucrânia para aprender técnicas de combate com esses equipamentos. O delegado Marcos Motta, da Coordenadoria de Operações Aéreas Não Tripuladas (Coant), afirmou que o uso desses equipamentos já faz parte da estratégia das quadrilhas. “A gente percebe que hoje a atividade criminosa não consegue se desassociar do uso dos drones.” “Há dados de inteligência que nos apontam que facções criminosas do Rio de Janeiro estão bancadas a remessa de membros de sua organização pra Ucrânia pra fazer escola lá, nessa parte de uso de drone em guerra”, explicou. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Imagem postada nas redes, segundo a polícia, mostra crimes controlando drone Reprodução Ataques em sequência Drones são usados ​​pelas forças de segurança para monitoramento aéreo e produção de provas em investigações. Com as imagens captadas, os policiais fornecem mapear deslocamentos de armas, identificar esconderijos de armas e traçar estratégias para operações. Nos últimos meses, porém, os criminosos passaram a adaptar os equipamentos para lançar granadas em áreas dominadas por grupos rivais. A prática tem sido registrada em diferentes regiões da cidade e colocados moradores em risco, já que afetam áreas residenciais explosivamente. Nesta segunda-feira (13), um explosivo danificou o telhado da sede da Associação de Moradores da comunidade Parque Dois Irmãos, em Curicica, na Zona Sudoeste. Segundo moradores, a bomba foi atirada de um drone. Um explosivo danificou o telhado da sede da Associação de Moradores da comunidade Parque Dois Irmãos, em Curicica Reprodução Ataques semelhantes ocorreram na disputa entre traficantes do Comando Vermelho instalados na Muzema, Cidade de Deus e Gardênia Azul contra a milícia de Rio das Pedras, na mesma região. Segundo as investigações, granadas são lançadas frequentemente contra o território rival pelo alto. Segundo a Polícia Militar, uma publicação feita em um perfil de rede social ligada a suspeitos de tráfico na Cidade de Deus e na Gardênia Azul mostrou a fotografia do controle de um drone logo após um explosivo ser lançado contra um ponto de Rio das Pedras. Em outro caso, um drone operado por criminosos da Favela do Quitungo lançou explosivos em direção ao Complexo de Israel, área dominada por um grupo rival. Em maio, um adolescente foi atingido por estiletes de uma granada lançada por um drone na comunidade da Caixa d’Água, em Brás de Pina. A suspeita investigada pela polícia é de que o jovem tenha sido confundido com um criminoso rival porque usava um casaco preto enquanto seguia para uma lanchonete. “Meu filho de 15 anos está com fratura exposta, e tinha até prego na perna dele. Não tem direito de passar em lugar nenhum porque está sujeito a ser tratado como bandido”, afirmou a mãe. Bomba lançada por drone do tráfico Reprodução/TV Globo Granadas feitas em impressoras 3D As investigações também identificaram que crimes passaram a fabricar parte dos explosivos usados ​​nos ataques. Segundo a Polícia Civil, membros das facções produziram a estrutura das granadas em impressoras 3D e, posteriormente, abasteceram os artefatos com materiais inflamáveis. De acordo com Marcos Motta, as forças de segurança também buscam conhecimentos em cenários de conflito para antecipar novas formas de atuação de organizações criminosas. “A gente tem procurado se especializar, buscando novos conhecimentos que estão surgindo, inclusive em cenários de guerra. A gente busca antecipar aquilo que vai surgir na ação criminosa para ter a medida a ser imposta”, afirmou.[/gpt3]

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Tags: comunidadecontraCoreCuricicadoisdroneEdifícioencontraexplosivoirmãoslançamentoparausovestígios
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