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Conselho Tutelar apura mais três suspeitas de abuso na escola de Petrópolis; saiba como os pais podem orientar os filhos

Por Redação
5 de março de 2026
Em Notícias
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Conselho Tutelar apura mais três suspeitas de abuso na escola de Petrópolis; saiba como os pais podem orientar os filhos
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Conselho Tutelar apura mais três suspeitas de abuso na escola de Petrópolis; saiba como os pais podem orientar os filhos
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Os pais orientam as crianças para que consigam verbalizar quando são vítimas de violência. Reprodução g1 Ensinar a criança que o próprio corpo deve ser respeitado pode ser decisivo para interromper situações de violência. O alerta veio ao centro das atenções em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, depois que a Polícia Civil passou a investigar denúncias de abuso sexual contra crianças em escola particular conveniada à Prefeitura de Petrópolis. Outros três casos suspeitos, na mesma unidade de ensino, chegaram ao Conselho Tutelar de Itaipava. Uma das vítimas, uma menina de 3 anos, conseguiu se relacionar com a família o que teria acontecido porque havia aprendido em casa que qualquer toque na região íntima é errado e deve ser comunicado imediatamente a um adulto de confiança. Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Funcionários são afastados após suspeitas de abuso na instituição de ensino em Petrópolis. Especialistas reforçam que a prevenção começa dentro de casa. De acordo com a Fundação Abrinq, uma conversa sobre abordagens por estranhos deve fazer parte de um diálogo mais amplo sobre limites do corpo. Desde cedo, a criança precisa saber que ninguém pode tocar em suas partes íntimas, pedir para vê-las ou mostrar o próprio corpo. Caso isso aconteça, deve contar imediatamente a um responsável. A orientação também se estende ao ambiente digital, onde há risco de aliciamento por desconhecidos. O g1 consultou um especialista. A psicóloga Regina Resende explica que o diálogo deve ser simples, claro e adequado à idade. “Assim como os pais ensinam a não mexer na tomada ou no fogão, é fundamental conversar sobre proteção do próprio corpo. Explicar quais são as partes íntimas e que ninguém pode tocá-las sem consentimento é uma medida essencial de cuidado”, afirma. Segundo ela, é importante ensinar que: Não existem “segredos” que causem medo ou desconforto; Qualquer pedido para manter algo escondido dos pais é sinal de alerta; Ameaças contra familiares não devem ser levadas a sério; Uma criança nunca será culpada por contar o que aconteceu. O especialista também ressalta que a educação sexual nas escolas tem papel preventivo ao ensinar autoproteção, limites e respeito ao próprio corpo. “O silêncio é um dos principais aliados do agressor. Quando a criança entende que pode falar e será acolhida, ela se fortalece”, destaca. Principais comportamentos de crianças que são vítimas de abuso Arte g1 Leia também: Como denunciar casos de violência e abuso sexual infantil Raio X da violência contra a criança e o adolescente no Brasil Como identificar sinais em crianças e adolescentes Relembre o caso A Polícia Civil investiga denúncias de abuso sexual contra crianças em uma escola particular conveniada ao município de Petrópolis. O caso foi registrado na 106ª DP (Itaipava) e corre sob segredo de Justiça por envolver menores. Segundo informações apuradas pela reportagem, a investigação começou após o relato de uma criança à família, afirmando que um homem teria tocado sua região íntima no ambiente escolar. Após ser questionada, a menina teria apontado, por meio de fotografias, dois homens ligados à instituição. Familiares relatando comportamento considerado incomum no dia do suposto ocorrido, o que motivou a procura pela direção da escola. Depois do primeiro caso, outras mães procuraram o Conselho Tutelar para comunicar situações semelhantes entre crianças entre três e cinco anos. Nesta nova atualização, o órgão confirmou que recebeu mais três suspeitas. O conselheiro responsável pelo órgão competente em Itaipava, Renan Lima, informou que, ao receber as outras denúncias, providenciou a escuta e acolhimento de crianças e familiares. “Nós ouvimos os relatos e já encaminhamos para avaliação do Núcleo de Atendimento Psicológico Especializado. Tudo segue em apuração”, explicou. Integrantes da equipe administrativa e outras quatro funcionárias da unidade de ensino foram afastadas cautelarmente, até a conclusão das investigações. A direção da escola informou que oficialmente teve conhecimento de uma denúncia até o momento e que atualizou todas as disposições previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. Os citados foram removidos preventivamente. A Prefeitura disse que acompanha o caso por se tratar de instituição conveniada ao município. Os investigados negam as acusações e colaboram com as investigações. A Polícia Civil informou que as diligências seguem em andamento.
Os pais orientam as crianças para que consigam verbalizar quando são vítimas de violência. Reprodução g1 Ensinar a criança que o próprio corpo deve ser respeitado pode ser decisivo para interromper situações de violência. O alerta veio ao centro das atenções em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, depois que a Polícia Civil passou a investigar denúncias de abuso sexual contra crianças em escola particular conveniada à Prefeitura de Petrópolis. Outros três casos suspeitos, na mesma unidade de ensino, chegaram ao Conselho Tutelar de Itaipava. Uma das vítimas, uma menina de 3 anos, conseguiu se relacionar com a família o que teria acontecido porque havia aprendido em casa que qualquer toque na região íntima é errado e deve ser comunicado imediatamente a um adulto de confiança. Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Funcionários são afastados após suspeitas de abuso na instituição de ensino em Petrópolis. Especialistas reforçam que a prevenção começa dentro de casa. De acordo com a Fundação Abrinq, uma conversa sobre abordagens por estranhos deve fazer parte de um diálogo mais amplo sobre limites do corpo. Desde cedo, a criança precisa saber que ninguém pode tocar em suas partes íntimas, pedir para vê-las ou mostrar o próprio corpo. Caso isso aconteça, deve contar imediatamente a um responsável. A orientação também se estende ao ambiente digital, onde há risco de aliciamento por desconhecidos. O g1 consultou um especialista. A psicóloga Regina Resende explica que o diálogo deve ser simples, claro e adequado à idade. “Assim como os pais ensinam a não mexer na tomada ou no fogão, é fundamental conversar sobre proteção do próprio corpo. Explicar quais são as partes íntimas e que ninguém pode tocá-las sem consentimento é uma medida essencial de cuidado”, afirma. Segundo ela, é importante ensinar que: Não existem “segredos” que causem medo ou desconforto; Qualquer pedido para manter algo escondido dos pais é sinal de alerta; Ameaças contra familiares não devem ser levadas a sério; Uma criança nunca será culpada por contar o que aconteceu. O especialista também ressalta que a educação sexual nas escolas tem papel preventivo ao ensinar autoproteção, limites e respeito ao próprio corpo. “O silêncio é um dos principais aliados do agressor. Quando a criança entende que pode falar e será acolhida, ela se fortalece”, destaca. Principais comportamentos de crianças que são vítimas de abuso Arte g1 Leia também: Como denunciar casos de violência e abuso sexual infantil Raio X da violência contra a criança e o adolescente no Brasil Como identificar sinais em crianças e adolescentes Relembre o caso A Polícia Civil investiga denúncias de abuso sexual contra crianças em uma escola particular conveniada ao município de Petrópolis. O caso foi registrado na 106ª DP (Itaipava) e corre sob segredo de Justiça por envolver menores. Segundo informações apuradas pela reportagem, a investigação começou após o relato de uma criança à família, afirmando que um homem teria tocado sua região íntima no ambiente escolar. Após ser questionada, a menina teria apontado, por meio de fotografias, dois homens ligados à instituição. Familiares relatando comportamento considerado incomum no dia do suposto ocorrido, o que motivou a procura pela direção da escola. Depois do primeiro caso, outras mães procuraram o Conselho Tutelar para comunicar situações semelhantes entre crianças entre três e cinco anos. Nesta nova atualização, o órgão confirmou que recebeu mais três suspeitas. O conselheiro responsável pelo órgão competente em Itaipava, Renan Lima, informou que, ao receber as outras denúncias, providenciou a escuta e acolhimento de crianças e familiares. “Nós ouvimos os relatos e já encaminhamos para avaliação do Núcleo de Atendimento Psicológico Especializado. Tudo segue em apuração”, explicou. Integrantes da equipe administrativa e outras quatro funcionárias da unidade de ensino foram afastadas cautelarmente, até a conclusão das investigações. A direção da escola informou que oficialmente teve conhecimento de uma denúncia até o momento e que atualizou todas as disposições previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. Os citados foram removidos preventivamente. A Prefeitura disse que acompanha o caso por se tratar de instituição conveniada ao município. Os investigados negam as acusações e colaboram com as investigações. A Polícia Civil informou que as diligências seguem em andamento.[/gpt3]

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