• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Caso Rodrigo Marinho Crespo: três acusados ​​pela morte de advogado vão a júri popular no Rio

Por Redação
5 de março de 2026
Em Notícias
A A
Caso Rodrigo Marinho Crespo: três acusados ​​pela morte de advogado vão a júri popular no Rio
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Caso Rodrigo Marinho Crespo: três acusados ​​pela morte de advogado vão a júri popular no Rio
[/gpt3]
O III Tribunal do Júri da Capital vai julgar, no dia 5 de março de 2026, acusados ​​de envolvimento na morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, dia 26 de fevereiro de 2024. Rodrigo foi morto a tiros na Avenida Marechal Câmara, no Centro do Rio, em frente ao escritório de que era sócio. Serão levados ao júri: Leandro Machado da Silva, o “Cara de Pedra’: policial militar que, segundo as investigações, providenciou os carros usados no crime. Se entregue na Delegacia de Homicídios dias após o assassinato. Cezar Daniel Mondego de Souza, o “Russo”, apontou como responsável por monitorar a vítima. Eduardo Sobreira de Moraes: orientação pela polícia como o responsável por seguir os passos de Rodrigo, guiando o carro para Cezar enquanto acompanhavam a entrega da antes do assassinato. Os viraram réus no processo em abril de 2024, quando a denúncia do Ministério Público foi aceita. Na decisão, Leandro, que é PM, foi afastado do cargo De acordo com as investigações, os réus se encontraram antes e depois do crime, inclusive perto do batalhão onde Leandro encontrou. investigados, no dia em que ele foi uma festa em O atirador, que atingiu Rodrigo pelas costas, ainda não foi identificado pelos investigadores. O Ministério Público sustenta que o homicídio foi motivado por disputa relacionada a jogos de apostas online. A Promotoria afirma ainda que o crime foi cometido em emboscada e com o uso de arma de fogo de uso restrito, uma pistola calibre 9mm Advogado Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, morto a tiros no Rio. denúncia, o assassinato teria praticado para garantir a execução ou a vantagem de outros crimes, exigidos limitada a uma organização criminosa que atuaria no setor de apostasia. Os réus abordados por homicídio qualificado. para garantir interesses de outros delitos; o réu (encaminhá-lo a julgamento), impronunciar, desclassificar o crime ou absolvê-lo sumariamente. Na segunda fase, o julgamento ocorrerá em plenário, com a participação do juiz e dos sete jurados. serão ouvidas como testemunhas da acusação e da defesa, além do interrogatório dos réus. Após a fase de instrução, essencialmente os debates. O Ministério Público terá uma hora e meia para sustentar a acusação, e a defesa terá o mesmo tempo, os jurados poderão solicitar esclarecimentos adicionais antes de se reunirem para votar, em sala. secreta. no dia 26 de fevereiro de 2024, quando o homicídio aconteceu. A partir da análise do telefone do suspeito, a polícia descobriu que Ryan acompanhou Rodrigo e ficou no Centro da cidade até as 11h da manhã do dia do crime, sendo substituído posteriormente por Cezar Daniel Mondego de Souza e Eduardo Sobreira de Moraes foi preso por participar de outro crime que foi cometido pelo mesmo grupo, de acordo com a polícia: o assassinato do dono do bar Parada Obrigatória, Antônio Gaspaziane. Mesquita Chaves. Ele não será julgado nesta quinta. Adilsinho foi alvo de mandato de busca Adilsinho é alvo de buscas em operação sobre morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo Outro que é investigado por ligação com o crime, mas não será julgado nesta quinta é o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, preso no último dia 26 em outras investigações. contra Adilsinho relacionado à morte de Crespo. A defesa de Adilsinho afirmou que ele “nega qualquer envolvimento com os fatos noticiados, não tendo qualquer relação com o contrabando de cigarros ou assassinatos, repudiando a vinculação de seu nome aos eventos mencionados. Reitera confiança na Justiça e afirma que comprovará sua inocência”. Uma nota foi assinada pelo advogado Ricardo Braga. Investigados pela morte do advogado, Machado, Mondego, Sobreira e Ryan também foram indiciados por participação em outro crime investigado com possível atuação da máfia dos cigarros de Adilsinho: a execução do empresário Thiago Trigueiro Gomes, de 37 anos, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.
O III Tribunal do Júri da Capital vai julgar, no dia 5 de março de 2026, acusados ​​de envolvimento na morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, dia 26 de fevereiro de 2024. Rodrigo foi morto a tiros na Avenida Marechal Câmara, no Centro do Rio, em frente ao escritório de que era sócio. Serão levados ao júri: Leandro Machado da Silva, o “Cara de Pedra’: policial militar que, segundo as investigações, providenciou os carros usados no crime. Se entregue na Delegacia de Homicídios dias após o assassinato. Cezar Daniel Mondego de Souza, o “Russo”, apontou como responsável por monitorar a vítima. Eduardo Sobreira de Moraes: orientação pela polícia como o responsável por seguir os passos de Rodrigo, guiando o carro para Cezar enquanto acompanhavam a entrega da antes do assassinato. Os viraram réus no processo em abril de 2024, quando a denúncia do Ministério Público foi aceita. Na decisão, Leandro, que é PM, foi afastado do cargo De acordo com as investigações, os réus se encontraram antes e depois do crime, inclusive perto do batalhão onde Leandro encontrou. investigados, no dia em que ele foi uma festa em O atirador, que atingiu Rodrigo pelas costas, ainda não foi identificado pelos investigadores. O Ministério Público sustenta que o homicídio foi motivado por disputa relacionada a jogos de apostas online. A Promotoria afirma ainda que o crime foi cometido em emboscada e com o uso de arma de fogo de uso restrito, uma pistola calibre 9mm Advogado Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, morto a tiros no Rio. denúncia, o assassinato teria praticado para garantir a execução ou a vantagem de outros crimes, exigidos limitada a uma organização criminosa que atuaria no setor de apostasia. Os réus abordados por homicídio qualificado. para garantir interesses de outros delitos; o réu (encaminhá-lo a julgamento), impronunciar, desclassificar o crime ou absolvê-lo sumariamente. Na segunda fase, o julgamento ocorrerá em plenário, com a participação do juiz e dos sete jurados. serão ouvidas como testemunhas da acusação e da defesa, além do interrogatório dos réus. Após a fase de instrução, essencialmente os debates. O Ministério Público terá uma hora e meia para sustentar a acusação, e a defesa terá o mesmo tempo, os jurados poderão solicitar esclarecimentos adicionais antes de se reunirem para votar, em sala. secreta. no dia 26 de fevereiro de 2024, quando o homicídio aconteceu. A partir da análise do telefone do suspeito, a polícia descobriu que Ryan acompanhou Rodrigo e ficou no Centro da cidade até as 11h da manhã do dia do crime, sendo substituído posteriormente por Cezar Daniel Mondego de Souza e Eduardo Sobreira de Moraes foi preso por participar de outro crime que foi cometido pelo mesmo grupo, de acordo com a polícia: o assassinato do dono do bar Parada Obrigatória, Antônio Gaspaziane. Mesquita Chaves. Ele não será julgado nesta quinta. Adilsinho foi alvo de mandato de busca Adilsinho é alvo de buscas em operação sobre morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo Outro que é investigado por ligação com o crime, mas não será julgado nesta quinta é o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, preso no último dia 26 em outras investigações. contra Adilsinho relacionado à morte de Crespo. A defesa de Adilsinho afirmou que ele “nega qualquer envolvimento com os fatos noticiados, não tendo qualquer relação com o contrabando de cigarros ou assassinatos, repudiando a vinculação de seu nome aos eventos mencionados. Reitera confiança na Justiça e afirma que comprovará sua inocência”. Uma nota foi assinada pelo advogado Ricardo Braga. Investigados pela morte do advogado, Machado, Mondego, Sobreira e Ryan também foram indiciados por participação em outro crime investigado com possível atuação da máfia dos cigarros de Adilsinho: a execução do empresário Thiago Trigueiro Gomes, de 37 anos, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.[/gpt3]

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Tags: acusadosadvogadoCasoCrespojúriMarinhomortepelapopularRioRodrigotrêsvão
Postagem Anterior

Câmara aprova PEC da Segurança Pública sem redução da maioridade penal

Próxima Postagem

Gilmar Mendes suspende quebra de sigilo de empresa de Toffoli

Próxima Postagem

Gilmar Mendes suspende quebra de sigilo de empresa de Toffoli

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

VENDE – SE BANCO DIGITAL

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile