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Caso Henry: 8º dia do júri terá depoimento de perito que assinou laudos de necrópsia e complementares

Por Redação
1 de junho de 2026
Em Notícias
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Caso Henry: 8º dia do júri terá depoimento de perito que assinou laudos de necrópsia e complementares
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Caso Henry: 8º dia do júri terá depoimento de perito que assinou laudos de necrópsia e complementares
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Julgamento do caso Henry Borel O oitavo dia do júri do caso Henry Borel terá o depoimento do perito do Instituto Médico Legal responsável por relatar os laudos de necrópsia e os laudos complementares sobre as lesões encontradas no corpo da criança, de apenas 4 anos. O perito Leonardo Huber Tauil, que participou da produção de todos os laudos – sozinho ou em colaboração com outros profissionais – será o primeiro ouvido. Posteriormente, o perito Jefferson Evangelista Corrêa também será interrogado. Os dois depoimentos foram pedidos pela defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, acusado de ter matado a criança na madrugada do dia 8 de março de 2021. Desde a prisão de Jairinho, a defesa dele questiona a confiabilidade dos documentos, diz que os laudos complementares são ilegais e que as provas deveriam ser anuladas, citando supostos supostos de manipulação desses laudos e diversas irregularidades na produção dos documentos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O que diz cada laudo: 1º laudo, do dia 8 de março de 2021, às 18h24 A morte foi causada por hemorragia interna e laceração hepática, resultando em ação contundente. O exame ainda detectou múltiplas equimoses de 10 mm no abdome e equimoses violáceas nos membros e dorso, assim como infiltração hemorrágica na couro cabeludo, edema cerebral e outras lesões. 2º laudo, do dia 9 de março de 2021, às 16h01 Ratifica as semelhanças do laudo do dia 8 de março. 3º laudo, do dia 9 de março, às 16h03 O perito, respondendo às perguntas da 16ª DP (Barra da Tijuca), disse no laudo complementar que acordos “três feridas no ferimentos inferiores, possivelmente causadas por tentativa de intubação” 4º laudo, do dia 1 de abril de 2021 No laudo, o perito afirmou que Henry foi de homicídio, descartando “qualquer probabilidade de acidente doméstico”. O horário do crime foi delimitado entre 23h30 do dia 7 de março e 03h30 do dia 8 de março. 5º laudo, do dia 20 de abril de 2021, às 9h29 Respondendo mais uma vez às perguntas da 16ª DP, o perito afirmou que como “lesões intra-abdominais foram de alta energia”, que Henry Borel ficou vivo por quatro horas após uma lesão hepática apontada como causa de sua morte. O perito também revelou que a morte ocorreu uma três horas antes do atendimento no hospital Barra D’or. 6º laudo, dia 20 de abril, 16h11 O documento apresentou um mapa das lesões no corpo de Henry Borel, com legendas explicando cada equimose e escoriação. 7º laudo, do dia 21 de abril às 9h55 Neste documento, foram juntadas 8 fotos do cadáver de Henry Borel. Caso supera júri de Flordelis e se torna o mais longo do RJ em 18 anos A Justiça retoma julgamento do caso Henry Borel; mãe e padrasto são acusados de tortura e homicídio Jornal Nacional/ Reprodução O julgamento de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e Monique Medeiros pela morte do menino Henry Borel entrou neste domingo (31) em seu sétimo dia consecutivo e já se tornou o mais longo realizado no Estado do Rio de Janeiro desde a reforma do Código de Processo Penal que alterou as regras do Tribunal do Júri, em 2008. Neste domingo, aconteceu, entre outros, o depoimento de Thayná Ferreira, a babá da criança e uma das testemunhas mais importantes de todo o processo. a babá começou eu depoimento relatando à juíza sobre as três vezes em que Jairinho levou o menino Henry para o quarto, fechando a porta, o que o envolvido estranheza e desconfiança sobre possíveis agressões que o menino teria sofrido. Segundo informou, a primeira vez aconteceu poucos dias depois de começar a trabalhar como babá, na residência de Jairinho e Monique, no condomínio Majestic, na Barra da Tijuca. A segunda vez, na véspera do carnaval, e a terceira, no final de fevereiro de 2021. Explicou que, na segunda vez, após o período em que ficou no quarto fechado com Jairinho, Henry saiu mancando e, depois, aquelas dores na cabeça. Acrescentou que, nas três graças, a mãe Monique não se residia na residência. A babá disse que, em todas as vezes, relatou os fatos de Monique, por mensagens e, também, quando ela voltou para casa. Falou, ainda, que Henry se mantinha amuado, limitando-se a dizer que tinha caído da cama ou levado uma “banda”, embora ela insistisse em saber se havia acontecido alguma coisa. Ainda indagada pelo presidente do II Tribunal do Júri, Thayná relatou que, no dia seguinte ao enterro do menino, foi levada por um assessor de Jairinho, junto com a empregada doméstica da casa, Leila Rosângela, um escritório de advocacia, onde encontrou Monique e advogados e assessores de Jairinho. Ela disse que lá eles buscaram instrui-la sobre o que deveria declarar a uma jornalista que também se encontrava no escritório, assim como no momento de prestar depoimento na delegacia, informando que o casal vivia em harmonia. A babá afirmou que Monique falou para ela apagar as mensagens que as duas trocaram pelo celular.
Julgamento do caso Henry Borel O oitavo dia do júri do caso Henry Borel terá o depoimento do perito do Instituto Médico Legal responsável por relatar os laudos de necrópsia e os laudos complementares sobre as lesões encontradas no corpo da criança, de apenas 4 anos. O perito Leonardo Huber Tauil, que participou da produção de todos os laudos – sozinho ou em colaboração com outros profissionais – será o primeiro ouvido. Posteriormente, o perito Jefferson Evangelista Corrêa também será interrogado. Os dois depoimentos foram pedidos pela defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, acusado de ter matado a criança na madrugada do dia 8 de março de 2021. Desde a prisão de Jairinho, a defesa dele questiona a confiabilidade dos documentos, diz que os laudos complementares são ilegais e que as provas deveriam ser anuladas, citando supostos supostos de manipulação desses laudos e diversas irregularidades na produção dos documentos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O que diz cada laudo: 1º laudo, do dia 8 de março de 2021, às 18h24 A morte foi causada por hemorragia interna e laceração hepática, resultando em ação contundente. O exame ainda detectou múltiplas equimoses de 10 mm no abdome e equimoses violáceas nos membros e dorso, assim como infiltração hemorrágica na couro cabeludo, edema cerebral e outras lesões. 2º laudo, do dia 9 de março de 2021, às 16h01 Ratifica as semelhanças do laudo do dia 8 de março. 3º laudo, do dia 9 de março, às 16h03 O perito, respondendo às perguntas da 16ª DP (Barra da Tijuca), disse no laudo complementar que acordos “três feridas no ferimentos inferiores, possivelmente causadas por tentativa de intubação” 4º laudo, do dia 1 de abril de 2021 No laudo, o perito afirmou que Henry foi de homicídio, descartando “qualquer probabilidade de acidente doméstico”. O horário do crime foi delimitado entre 23h30 do dia 7 de março e 03h30 do dia 8 de março. 5º laudo, do dia 20 de abril de 2021, às 9h29 Respondendo mais uma vez às perguntas da 16ª DP, o perito afirmou que como “lesões intra-abdominais foram de alta energia”, que Henry Borel ficou vivo por quatro horas após uma lesão hepática apontada como causa de sua morte. O perito também revelou que a morte ocorreu uma três horas antes do atendimento no hospital Barra D’or. 6º laudo, dia 20 de abril, 16h11 O documento apresentou um mapa das lesões no corpo de Henry Borel, com legendas explicando cada equimose e escoriação. 7º laudo, do dia 21 de abril às 9h55 Neste documento, foram juntadas 8 fotos do cadáver de Henry Borel. Caso supera júri de Flordelis e se torna o mais longo do RJ em 18 anos A Justiça retoma julgamento do caso Henry Borel; mãe e padrasto são acusados de tortura e homicídio Jornal Nacional/ Reprodução O julgamento de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e Monique Medeiros pela morte do menino Henry Borel entrou neste domingo (31) em seu sétimo dia consecutivo e já se tornou o mais longo realizado no Estado do Rio de Janeiro desde a reforma do Código de Processo Penal que alterou as regras do Tribunal do Júri, em 2008. Neste domingo, aconteceu, entre outros, o depoimento de Thayná Ferreira, a babá da criança e uma das testemunhas mais importantes de todo o processo. a babá começou eu depoimento relatando à juíza sobre as três vezes em que Jairinho levou o menino Henry para o quarto, fechando a porta, o que o envolvido estranheza e desconfiança sobre possíveis agressões que o menino teria sofrido. Segundo informou, a primeira vez aconteceu poucos dias depois de começar a trabalhar como babá, na residência de Jairinho e Monique, no condomínio Majestic, na Barra da Tijuca. A segunda vez, na véspera do carnaval, e a terceira, no final de fevereiro de 2021. Explicou que, na segunda vez, após o período em que ficou no quarto fechado com Jairinho, Henry saiu mancando e, depois, aquelas dores na cabeça. Acrescentou que, nas três graças, a mãe Monique não se residia na residência. A babá disse que, em todas as vezes, relatou os fatos de Monique, por mensagens e, também, quando ela voltou para casa. Falou, ainda, que Henry se mantinha amuado, limitando-se a dizer que tinha caído da cama ou levado uma “banda”, embora ela insistisse em saber se havia acontecido alguma coisa. Ainda indagada pelo presidente do II Tribunal do Júri, Thayná relatou que, no dia seguinte ao enterro do menino, foi levada por um assessor de Jairinho, junto com a empregada doméstica da casa, Leila Rosângela, um escritório de advocacia, onde encontrou Monique e advogados e assessores de Jairinho. Ela disse que lá eles buscaram instrui-la sobre o que deveria declarar a uma jornalista que também se encontrava no escritório, assim como no momento de prestar depoimento na delegacia, informando que o casal vivia em harmonia. A babá afirmou que Monique falou para ela apagar as mensagens que as duas trocaram pelo celular.[/gpt3]

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