
O governo dos Estados Unidos pediu nesta segunda-feira (2) que seus cidadãos deixassem imediatamente 14 países e um território do Oriente Médio, antes de serem classificados como “graves riscos de segurança” após os ataques realizados contra o Irã no sábado (28). A orientação foi divulgada pelo Departamento de Estado em mensagem publicada nas redes sociais.
Segundo o comunicado oficial, os americanos devem “sair agora por meios comerciais devido a graves riscos de segurança” do Bahrein, Kuwait, Egito, Líbano, Irã, Omã, Iraque, Catar, Israel, Cisjordânia e Gaza, Arábia Saudita, Síria, Jordânia, Emirados Árabes Unidos e Iêmen. O alerta foi reforçado por representações diplomáticas em diferentes capitais da região.
O Departamento de Estado criou uma força-tarefa de emergência para fortalecer a segurança das instalações diplomáticas americanas no Oriente Médio e auxiliar cidadãos que desejam deixar a região. Embora não tenha organizado voos de evacuação operacionais pelo governo, Washington informou que está ajudando os americanos a conseguir assentos em rotas comerciais ainda disponíveis.
A Embaixada dos Estados Unidos no Líbano, por exemplo, recomendou que seus cidadãos deixem o país “agora mesmo, enquanto ainda há opções de voos comerciais disponíveis”, afirmando que a situação de segurança é “instável e imprevisível”. O comunicado acrescenta que aqueles que decidirem permanecer deverão preparar planos de contingência e estar prontos para procurar abrigo caso o cenário se deteriore.
A medida ocorre em meio à resposta iraniana à operação militar americana e israelense, que incluía o lançamento de drones e mísseis contra bases dos EUA em diferentes países do Oriente Médio.












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