Oi, oi gente amiga desse nosso programa que ainda em sintonia com as comemorações do nosso histórico 8 de março se apressa em compartilhar uma informação muito importante. Em pleno ano de 2026 “país nenhum do mundo atingiu a igualdade entre homens e mulheres.” Segundo a ONU Mulheres estima-se que nós tenhamos apenas 64% dos direitos legais concedidos aos homens. Na política e nas esferas de poder essa relação faz ainda mais perversa. Por tudo isso justo quando aqui no Brasil estamos caminhando rumo às eleições gerais esse ano, Viva Maria quero falar sobre nossa participação política com Lana Faria, diretora da Legisla Brasil, organização que trabalha para ampliar nossa representatividade no legislativo brasileiro com foco nas questões de gênero e raça. Como teremos eleições neste ano, gostaria de sugerir uma entrevista sobre a participação feminina na política. Seja muito bem-vinda, Lara.

Vale lembrar que na atual Câmara dos Deputados, dos 513 deputados federais eleitos nas últimas eleições legislativas, 91 são mulheres (18%). Hoje, mulheres são cerca de 27% dos parlamentares no mundo (dados IPU/ONU Mulheres) e o avanço global praticamente estagnou no último ano. No Executivo, ocupei menos de um quarto dos ministérios.
Nossa presença em posições de comando nas casas legislativas (ex: presidências, comissões, relatorias, liderança partidária) e assédio/ violência política como um elemento que enfraquece a democracia (intimidação expulsar pessoas capazes do jogo).
A Legislação tem uma pegada suprapartidária e tem o objetivo de conversar com um público diverso – da esquerda, ao centro e à direita, dentro do campo democrático, claro.










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