O último fim de semana foi marcado por intensas agendas de campanha dos candidatos à Presidência da República, que incluíram desde atos públicos e caminhadas até reuniões e gravações para programas de televisão. Os temas abordados foram diversos, abrangendo investigações financeiras, atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), segurança pública, combate à corrupção e propostas para a juventude, delineando as diferentes visões e prioridades dos concorrentes.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Em Curitiba, no sábado (12), o presidente Lula criticou o STF por vazamentos seletivos de investigações com fins eleitoreiros, mencionando especificamente o levantamento do sigilo de processos do Banco Master. Ele defendeu a transparência total, afirmando: "Eu pedi pra liberar todo o processo, vamos deixar nu pra saber quem é que está por trás disso". Também abordou reportagens sobre a relação de empresas de Flávio Bolsonaro e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", investigado por fraudes. O presidente destacou ações de combate à corrupção em seu governo, citando as investigações no INSS que resultaram na apreensão de R$ 6 bilhões em patrimônio e na devolução de R$ 3,5 bilhões a aposentados. No domingo (13), Lula não teve agenda pública diurna, participando de uma reunião online à noite com militantes e comunicadores, em encerramento do "Dia 13 com Lula".
Augusto Cury (Avante)
O candidato Augusto Cury cumpriu agenda em São Paulo no sábado (12) e domingo (13). No sábado, reuniu-se com médicos em Barueri. No domingo, caminhou pelo Mercado Municipal de São Paulo, apresentando propostas a comerciantes e frequentadores. Usando uma camiseta com a frase "Nem Picanha, nem fuzil", Cury criticou casos de corrupção e os recentes eventos envolvendo o STF. O psiquiatra descreveu a política brasileira como um "manicômio" e se posicionou como uma alternativa à "velha política", defendendo medidas de apoio a famílias endividadas. À tarde, gravou programas de televisão e, no início da noite, participou de um evento para jovens no Autódromo de Interlagos.
Clariana Barão (DC)
A candidata não teve compromissos oficiais de campanha no domingo (13).
Edmilson Costa (PCB)
Não houve informações sobre a agenda pública do candidato neste fim de semana.
Flávio Bolsonaro (PL)
No sábado (12), Flávio Bolsonaro cumpriu agenda em cidades do Rio de Janeiro, incluindo Cabo Frio, Magé, Campos dos Goytacazes e Itaperuna. Ele destacou propostas para jovens, como a obtenção de carteira de motorista aos 16 anos, programas de empreendedorismo e a redução da maioridade penal em certos crimes, afirmando que criminosos menores de idade "vão pagar, vão ficar presos". Em Cabo Frio, defendeu a flexibilização de regras ambientais para atrair grandes empreendimentos, visando estimular o turismo e a geração de empregos. O candidato também declarou que, se eleito, indicará para o STF "homens e mulheres contra o aborto, contra as drogas e que respeitem a Constituição". Ele reiterou a defesa do perdão para os condenados pela tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, o aumento de penas para crimes violentos e a castração química para condenados por estupro e abuso. A agenda prevista para domingo (13) no interior de São Paulo foi cancelada devido às fortes chuvas na região.
Hertz Dias (PSTU)
O candidato não teve agenda pública de campanha no domingo (13). No sábado (12), esteve em Jaboatão dos Guararapes (PE), onde concedeu entrevista à rádio Projeção FM e participou de panfletagem.
Renan Santos (Missão)
Não houve informações sobre a agenda pública do candidato no fim de semana.
Ronaldo Caiado (PSD)
Após três dias afastado da campanha, o candidato Ronaldo Caiado recebeu alta no domingo (13) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde estava internado desde quinta-feira (10) com pneumonia.
Rui Costa Pimenta (PCO)
Não houve divulgação de agenda pública do candidato neste fim de semana.
Romeu Zema (Novo)
Não houve informações sobre a agenda pública do candidato neste fim de semana.

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