• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

‘Vai não DC. Preciso pagar o cartão’: polícia diz que mensagem interceptada liga família de Marcinho VP a Doca, chefe do CV

Por Redação
30 de abril de 2026
Em Notícias
A A
‘Vai não DC. Preciso pagar o cartão’: polícia diz que mensagem interceptada liga família de Marcinho VP a Doca, chefe do CV
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



‘Vai não DC. Preciso pagar o cartão’: polícia diz que mensagem interceptada liga família de Marcinho VP a Doca, chefe do CV
[/gpt3]
Família de Marcinho VP usufruto do dinheiro do tráfico, diz delegada Uma mensagem interceptada no celular da empresária Márcia Garcia, mulher de Marcinho VP, aponta ligação da família com Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca ou Urso, um dos chefes do Comando Vermelho, segundo a polícia. Na conversa, Márcia pede que Preto busque R$ 10 mil com “DC”. De acordo com as investigações, a sigla seria uma referência a Doca. “Vai no DC. Preciso pagar o cartão. Emprestado. Para mim. Pedir 10”, escreveu a empresária. Preto, segundo a polícia, é Mauro Nepomuceno, o Oruam, filho de Márcia. Ele responde: “Vou lá”. Marcinho VP, Márcia e os filhos, Oruam e Lucas Santos Nepomuceno, o Lucca, foram alvos de uma nova fase da Operação Contenção, deflagrada nesta quarta-feira (29) pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). O objetivo da ação é conter a expansão territorial do CV e desarticular o esquema de lavagem de dinheiro da facção. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Doca, um dos foragidos da Operação Contenção Reprodução/TV Globo Preso, mas no comando A Polícia Civil do Rio afirma que, mesmo preso há quase 30 anos, Marcinho VP continua obtendo dinheiro ilícito do tráfico de drogas e mantém influência na posição do CV. Segundo as investigações, os recursos são administrados por familiares, que usufruem dos valores e atuam na lavagem e ocultação do dinheiro por meio de diferentes mecanismos. “O Marcinho VP angaria esse dinheiro ilícito do tráfico e a sua família ela usufruti, ela gerencia, lavando e ocultando esse dinheiro através de imóveis, através de negociações também”, disse a delegada Iasminy Vergetti, da DRE. Márcia Nepomuceno e Oruam Reprodução/Redes sociais Agentes da DRE saíram para cumprir 12 mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada em Crime Organizado da Capital. Chefões do CV também foram alvos (veja abaixo quem são). Um homem foi preso. Carlos Alexandre Martins é apontado como operador financeiro do CV e foi encontrado no Morro do Adeus, no Complexo do Alemão. Com ele, os agentes apreenderam um carro e uma moto. Casa de Oruam na Freguesia, em Jacarepaguá Reprodução/TV Globo Casa de Oruam em Angra dos Reis Reprodução/TV Globo Foragidos Oruam já foi considerado foragido da Justiça desde fevereiro, devido a publicação na tornozeleira eletrônica. Ele respondeu a processo por tentativa de homicídio após uma confusão com policiais na porta de sua casa, em julho do ano passado. Márcia tinha sido alvo de prisão em março, na Operação Contenção Red Legacy, mas não havia sido encontrado. No início deste mês, a Justiça do Rio concedeu um habeas corpus à mãe do cantor, e ela havia deixado de ser procurada. Os agentes foram em dois endereços de Oruam. Em uma casa na Freguesia, em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste, e também em uma mansão, em Angra dos Reis, na Costa Verde. Os policiais revistaram os cômodos, mas o rapper não foi encontrado. As casas de Lucca, no Recreio dos Bandeirantes, e de Márcia, em Jacarepaguá, também foram vasculhadas. Eles também não estavam lá. Marcinho VP está preso há quase 30 anos Reprodução/TV Globo A operação da DRE foi para fortalecer o braço financeiro do CV. Segundo a polícia, o faturamento do tráfico era repassado a operadores financeiros, que fragmentavam o dinheiro em contas de laranjas. Os suspeitos realizaram movimentações financeiras incompatíveis com as rendas declaradas, o que evidencia, segundo a polícia, a origem ilícita do dinheiro. Doca foi alvo da operação e está foragido. Outro mandato foi cumprido contra Marcinho VP, no presídio de segurança máxima, em Campo Grande, no MS. O advogado de Márcia Nepomuceno afirmou que, há alguns anos, ela havia sido denunciada e teve sua prisão decretada pelas mesmas acusações. Acrescentou que se tratou de uma investigação muito bem feita e que foi comprovada toda a licitude da vida patrimonial e financeira de Márcia. “Márcia é primária, não tem antecedentes, exerce atividade laborativa lícita e reside no mesmo lugar há anos”, disse o advogado Flávio Fernandes. Os procurados Carlos Alexandre Martins da Silva, apontado como operador financeiro do CV, preso nesta quarta; Ederson José Gonçalves Leite, o Sam da CDD, chefão do CV, foragido em outros processos; Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso, chefão do CV, forgido em outros processos; Eduardo Fernandes de Oliveira, o 2D, chefão do CV, forgido em outros processos; Jeferson Lima Assim, procurado nesta quarta; Lucas Santos Nepomuceno, o Lucca, irmão de Oruam, procurado nesta quarta; Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, chefão do CV, foragido em outros processos; Luiz Paulo Silva de Souza, indicado como operador financeiro do CV, procurado nesta quarta; Márcia Gama dos Santos Nepomuceno, mulher de Marcinho VP e mãe de Lucca e Oruam, procurada nesta quarta; Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, chefão do CV, já encarcerado; Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, foragido em outros processos; Wilton Rabello Quintanilha, o Abelha, chefão do CV, forgido em outros processos. Carlos Alexandre foi preso sob a acusação de ser o operador financeiro do esquema Reprodução/ TV Globo Outros diálogos A operação desta quarta-feira é resultado de 1 ano de investigações baseadas em dados extraídos de dispositivos eletrônicos apreendidos e no cruzamento de informações financeiras. A DRE diz ter descoberto “um sistema estruturado de captação, negociação e reinserção de valores ilícitos no circuito econômico formal”. “Os recursos provenientes do tráfico eram repassados ​​por lideranças da facção a operadores financeiros, que realizavam a fragmentação dos valores por meio de contas de terceiros, além de utilizá-los para pagamento de despesas, aquisição de bens e ocultação patrimonial”, detalhou. A investigação estabelece diálogos entre Carlos Costa Neves, o Gardenal, um dos chefões do CV, e um miliciano. “As conversas reforçam a influência de Marcinho VP como liderança central da facção, mesmo após anos de encarceramento”, afirmou a DRE. Oruam e o irmão, Lucas Santos Nepomuceno, o Lucca Reprodução/ TV Globo O que dizem as defesas As defesas de Oruam, Lucca e o advogado preso Carlos Alexandre Martins disseram que não vão se manifestar porque também não tiveram acesso aos autos. O advogado Flávio Fernandes, que defende Márcia Gama, também disse que não teve acesso aos autos. “Estamos tentando entender o que se trata dessa nova operação.” O g1 tenta contato com as outras defesas. A Operação Contenção A Operação Contenção é uma estratégia estratégica do governo do estado para conter e atacar o avanço territorial do Comando Vermelho. O objetivo principal é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, foram mais de 300 capturados e 136 mortos em confronto. Foram apreendidas cerca de 470 armas, sendo 190 fuzis, e mais de 51 mil balas.
Família de Marcinho VP usufruto do dinheiro do tráfico, diz delegada Uma mensagem interceptada no celular da empresária Márcia Garcia, mulher de Marcinho VP, aponta ligação da família com Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca ou Urso, um dos chefes do Comando Vermelho, segundo a polícia. Na conversa, Márcia pede que Preto busque R$ 10 mil com “DC”. De acordo com as investigações, a sigla seria uma referência a Doca. “Vai no DC. Preciso pagar o cartão. Emprestado. Para mim. Pedir 10”, escreveu a empresária. Preto, segundo a polícia, é Mauro Nepomuceno, o Oruam, filho de Márcia. Ele responde: “Vou lá”. Marcinho VP, Márcia e os filhos, Oruam e Lucas Santos Nepomuceno, o Lucca, foram alvos de uma nova fase da Operação Contenção, deflagrada nesta quarta-feira (29) pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). O objetivo da ação é conter a expansão territorial do CV e desarticular o esquema de lavagem de dinheiro da facção. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Doca, um dos foragidos da Operação Contenção Reprodução/TV Globo Preso, mas no comando A Polícia Civil do Rio afirma que, mesmo preso há quase 30 anos, Marcinho VP continua obtendo dinheiro ilícito do tráfico de drogas e mantém influência na posição do CV. Segundo as investigações, os recursos são administrados por familiares, que usufruem dos valores e atuam na lavagem e ocultação do dinheiro por meio de diferentes mecanismos. “O Marcinho VP angaria esse dinheiro ilícito do tráfico e a sua família ela usufruti, ela gerencia, lavando e ocultando esse dinheiro através de imóveis, através de negociações também”, disse a delegada Iasminy Vergetti, da DRE. Márcia Nepomuceno e Oruam Reprodução/Redes sociais Agentes da DRE saíram para cumprir 12 mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada em Crime Organizado da Capital. Chefões do CV também foram alvos (veja abaixo quem são). Um homem foi preso. Carlos Alexandre Martins é apontado como operador financeiro do CV e foi encontrado no Morro do Adeus, no Complexo do Alemão. Com ele, os agentes apreenderam um carro e uma moto. Casa de Oruam na Freguesia, em Jacarepaguá Reprodução/TV Globo Casa de Oruam em Angra dos Reis Reprodução/TV Globo Foragidos Oruam já foi considerado foragido da Justiça desde fevereiro, devido a publicação na tornozeleira eletrônica. Ele respondeu a processo por tentativa de homicídio após uma confusão com policiais na porta de sua casa, em julho do ano passado. Márcia tinha sido alvo de prisão em março, na Operação Contenção Red Legacy, mas não havia sido encontrado. No início deste mês, a Justiça do Rio concedeu um habeas corpus à mãe do cantor, e ela havia deixado de ser procurada. Os agentes foram em dois endereços de Oruam. Em uma casa na Freguesia, em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste, e também em uma mansão, em Angra dos Reis, na Costa Verde. Os policiais revistaram os cômodos, mas o rapper não foi encontrado. As casas de Lucca, no Recreio dos Bandeirantes, e de Márcia, em Jacarepaguá, também foram vasculhadas. Eles também não estavam lá. Marcinho VP está preso há quase 30 anos Reprodução/TV Globo A operação da DRE foi para fortalecer o braço financeiro do CV. Segundo a polícia, o faturamento do tráfico era repassado a operadores financeiros, que fragmentavam o dinheiro em contas de laranjas. Os suspeitos realizaram movimentações financeiras incompatíveis com as rendas declaradas, o que evidencia, segundo a polícia, a origem ilícita do dinheiro. Doca foi alvo da operação e está foragido. Outro mandato foi cumprido contra Marcinho VP, no presídio de segurança máxima, em Campo Grande, no MS. O advogado de Márcia Nepomuceno afirmou que, há alguns anos, ela havia sido denunciada e teve sua prisão decretada pelas mesmas acusações. Acrescentou que se tratou de uma investigação muito bem feita e que foi comprovada toda a licitude da vida patrimonial e financeira de Márcia. “Márcia é primária, não tem antecedentes, exerce atividade laborativa lícita e reside no mesmo lugar há anos”, disse o advogado Flávio Fernandes. Os procurados Carlos Alexandre Martins da Silva, apontado como operador financeiro do CV, preso nesta quarta; Ederson José Gonçalves Leite, o Sam da CDD, chefão do CV, foragido em outros processos; Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso, chefão do CV, forgido em outros processos; Eduardo Fernandes de Oliveira, o 2D, chefão do CV, forgido em outros processos; Jeferson Lima Assim, procurado nesta quarta; Lucas Santos Nepomuceno, o Lucca, irmão de Oruam, procurado nesta quarta; Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, chefão do CV, foragido em outros processos; Luiz Paulo Silva de Souza, indicado como operador financeiro do CV, procurado nesta quarta; Márcia Gama dos Santos Nepomuceno, mulher de Marcinho VP e mãe de Lucca e Oruam, procurada nesta quarta; Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, chefão do CV, já encarcerado; Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, foragido em outros processos; Wilton Rabello Quintanilha, o Abelha, chefão do CV, forgido em outros processos. Carlos Alexandre foi preso sob a acusação de ser o operador financeiro do esquema Reprodução/ TV Globo Outros diálogos A operação desta quarta-feira é resultado de 1 ano de investigações baseadas em dados extraídos de dispositivos eletrônicos apreendidos e no cruzamento de informações financeiras. A DRE diz ter descoberto “um sistema estruturado de captação, negociação e reinserção de valores ilícitos no circuito econômico formal”. “Os recursos provenientes do tráfico eram repassados ​​por lideranças da facção a operadores financeiros, que realizavam a fragmentação dos valores por meio de contas de terceiros, além de utilizá-los para pagamento de despesas, aquisição de bens e ocultação patrimonial”, detalhou. A investigação estabelece diálogos entre Carlos Costa Neves, o Gardenal, um dos chefões do CV, e um miliciano. “As conversas reforçam a influência de Marcinho VP como liderança central da facção, mesmo após anos de encarceramento”, afirmou a DRE. Oruam e o irmão, Lucas Santos Nepomuceno, o Lucca Reprodução/ TV Globo O que dizem as defesas As defesas de Oruam, Lucca e o advogado preso Carlos Alexandre Martins disseram que não vão se manifestar porque também não tiveram acesso aos autos. O advogado Flávio Fernandes, que defende Márcia Gama, também disse que não teve acesso aos autos. “Estamos tentando entender o que se trata dessa nova operação.” O g1 tenta contato com as outras defesas. A Operação Contenção A Operação Contenção é uma estratégia estratégica do governo do estado para conter e atacar o avanço territorial do Comando Vermelho. O objetivo principal é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, foram mais de 300 capturados e 136 mortos em confronto. Foram apreendidas cerca de 470 armas, sendo 190 fuzis, e mais de 51 mil balas.[/gpt3]

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Tags: cartãoChefedizDocaFamíliainterceptadaligaMarcinhomensagemnãopagarPolíciaprecisovai
Postagem Anterior

Messias é a primeira rejeição de um indicado ao STF desde 1894

Próxima Postagem

Senado vota indicação de Jorge Messias ao STF

Próxima Postagem

Senado vota indicação de Jorge Messias ao STF

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

IMPOSTO DE RENDA 2026

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile