TRT realiza nova audiência de conciliação com rodovias e empresas de ônibus para definir greve
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Nova audiência de conciliação entre Rio Ônibus e sindicato dos Rodoviários nesta quarta-feira Reprodução/TV Globo O TRT iniciou por volta das 11h20 desta quarta-feira (1) uma nova audiência de conciliação entre empresas de ônibus e motoristas para decidir sobre a greve dos rodoviários do Rio de Janeiro, que entrou no 3º dia sob uma decisão judicial que determina 80% da frota de ônibus na cidade. Após a audiência, haverá uma nova assembleia dos rodoviários na sede do sindicato, em Rocha Miranda, na Zona Norte, a partir das 16h. A tentativa de conciliação de terça-feira terminou sem acordo entre as partes. Após uma votação que determinou a manutenção da greve, os manifestantes depredaram os ônibus no Centro do Rio. Nesta quarta-feira, os passageiros voltaram a relatar demora nos pontos e terminais. O município conta com cerca de 3.600 coletivos, e 80% desse contingente equivale a 2.880 carros. Às 7h, o Rio Ônibus, sindicato que representa as viagens, afirmou que apenas 1.650 veículos rodavam — nem metade da frota. Greve de ônibus: no 3º dia de paralisação, TRT determina que 80% da frota circula no Rio Veja os números: Total da frota: 3.600 ônibus Quantos devem rodar, segundo a Justiça: 2.880 ônibus (80%) Quantos estavam rodando, de acordo com as viações, às 7h: 1.650 (45,83%) [às 6h eram 1.500, ou 41,66%]
No BRT, entre 6h e 7h, 502 dos 541 articulados (92% da operação) rodavam nos corredores, segundo a MOBI-Rio. 🟩O Bom Dia Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do Bom Dia Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Fila no Terminal Gentileza nesta quarta-feira (1º) Reprodução/TV Globo A decisão da Justiça Na noite desta terça-feira (30), o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, recebeu um pedido da Prefeitura do Rio e impôs o percentual de 80%. Na decisão, Mello Filho disse que o transporte coletivo é um serviço essencial e que a manutenção de apenas 50% da frota, como indicado anteriormente em liminar, “representava risco à ordem e à segurança pública, além de comprometer o direito de ir e vir da população”. Em caso de descumprimento, foi aplicada multa diária de R$ 100 mil para o sindicato dos trabalhadores. O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) disse ao Bom Dia Rio esperar “que a Justiça faça valer as suas decisões”. “Desde segunda-feira há uma determinação para que tivesse, pelo menos, 50% da frota. Isso não foi cumprido na segunda e não foi cumprido ontem [terça]”, afirmou. “À noite, o Tribunal Superior do Trabalho dá uma outra determinação, dizendo que a frota mínima tem que ser de 80%. E mais uma vez não está acontecendo hoje [quarta].” O que diz o Rio Ônibus Em nota, o Rio Ônibus afirmou que já garantiu aos trabalhadores um reajuste salarial de 4,39%, independentemente das negociações que estão em curso. Em outro trecho da nota, no entanto, o sindicato patronal afirmou que o percentual determinado pela Justiça, de 80% da frota, não foi realizado. Os culpados, segundo o Rio Ônibus, são o “descaso do sindicato dos rodoviários- que não invejo as escalas aos motoristas” e os “baderneiros que estão vandalizando coletivos e agredindo os profissionais que resolvem trabalhar”. “O compromisso do Rio Ônibus é, acima de tudo, com os passageiros. Trabalhamos com total transparência e, ao contrário do que afirma a Prefeitura do Rio, nossos dados já eram públicos e acessíveis a todos, inclusive à imprensa e à própria Prefeitura, muito antes da implantação do Jaé e do fim do dinheiro a bordo. O que não acontece com o Mobi-Rio, esses dados não estão disponíveis para consulta em tempo real. Mais uma vez, pedimos aos motoristas que se dirijam às garagens e retornem ao trabalho imediatamente. A população carioca precisa ser atendida.”, diz o trecho final da nota do Rio Ônibus. Garagem da Viação Redentor, no Rio Reprodução/TV Globo O que diz o sindicato O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Sebastião José, afirmou que “ficou surpreso” com o pedido de liminar da prefeitura no TST. “Tomamos conhecimento no fim da noite de ontem [terça] da posição do presidente do TST cassando a liminar de regularidade da greve da categoria aqui no Rio de Janeiro”, disse.“Essa decisão é um prêmio para a direção do Rio Ônibus, que, mesmo sentado na mesa de negociação, vem se negando a apresentar uma proposta em relação às reivindicações do sindicato para atender os trabalhadores. Não nos resta alternativa a não ser cumprir a liminar, até porque lei é para ser cumprida e não discutida”, declarou. Muitas filas e poucos ônibus no Terminal Alvorada, no Rio Reprodução/TV Globo Próximos passos O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) convocou para as 11h desta quarta uma nova audiência de conciliação, no Centro do Rio. A reunião desta terça terminou sem acordo — e com tumulto na porta. O Sindicato dos Rodoviários marcou para como 16h uma assembleia no Centro Social, em Rocha Miranda, na Zona Norte O que está na mesa Os ônibus estão desativados: Reajuste de 17%; Piso salarial de R$ 5 mil para motoristas do BRT e R$ 4 mil para os demais motoristas; contraproposta. lotados durante todo o dia. À tarde, no Terminal Alvorada do BRT, passageiros chegaram a descer para a calha do serviço depois de um longo tempero de espera. houve acordo. Na porta do tribunal, os caminhoneiros bateram na boca com os diretores do sindicato após uma votação determinar o “estado de greve” — quando a categoria deveria voltar a trabalhar. Uma nova consulta foi feita, e a paralisação foi mantida. costuma ser de, no máximo, 15 minutos. Os ônibus são depredados após os rodoviários decidirem manter a greve no Rio.
Nova audiência de conciliação entre Rio Ônibus e sindicato dos Rodoviários nesta quarta-feira Reprodução/TV Globo O TRT iniciou por volta das 11h20 desta quarta-feira (1) uma nova audiência de conciliação entre empresas de ônibus e motoristas para decidir sobre a greve dos rodoviários do Rio de Janeiro, que entrou no 3º dia sob uma decisão judicial que determina 80% da frota de ônibus na cidade. Após a audiência, haverá uma nova assembleia dos rodoviários na sede do sindicato, em Rocha Miranda, na Zona Norte, a partir das 16h. A tentativa de conciliação de terça-feira terminou sem acordo entre as partes. Após uma votação que determinou a manutenção da greve, os manifestantes depredaram os ônibus no Centro do Rio. Nesta quarta-feira, os passageiros voltaram a relatar demora nos pontos e terminais. O município conta com cerca de 3.600 coletivos, e 80% desse contingente equivale a 2.880 carros. Às 7h, o Rio Ônibus, sindicato que representa as viagens, afirmou que apenas 1.650 veículos rodavam — nem metade da frota. Greve de ônibus: no 3º dia de paralisação, TRT determina que 80% da frota circula no Rio Veja os números: Total da frota: 3.600 ônibus Quantos devem rodar, segundo a Justiça: 2.880 ônibus (80%) Quantos estavam rodando, de acordo com as viações, às 7h: 1.650 (45,83%) [às 6h eram 1.500, ou 41,66%]
No BRT, entre 6h e 7h, 502 dos 541 articulados (92% da operação) rodavam nos corredores, segundo a MOBI-Rio. 🟩O Bom Dia Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do Bom Dia Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Fila no Terminal Gentileza nesta quarta-feira (1º) Reprodução/TV Globo A decisão da Justiça Na noite desta terça-feira (30), o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, recebeu um pedido da Prefeitura do Rio e impôs o percentual de 80%. Na decisão, Mello Filho disse que o transporte coletivo é um serviço essencial e que a manutenção de apenas 50% da frota, como indicado anteriormente em liminar, “representava risco à ordem e à segurança pública, além de comprometer o direito de ir e vir da população”. Em caso de descumprimento, foi aplicada multa diária de R$ 100 mil para o sindicato dos trabalhadores. O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) disse ao Bom Dia Rio esperar “que a Justiça faça valer as suas decisões”. “Desde segunda-feira há uma determinação para que tivesse, pelo menos, 50% da frota. Isso não foi cumprido na segunda e não foi cumprido ontem [terça]”, afirmou. “À noite, o Tribunal Superior do Trabalho dá uma outra determinação, dizendo que a frota mínima tem que ser de 80%. E mais uma vez não está acontecendo hoje [quarta].” O que diz o Rio Ônibus Em nota, o Rio Ônibus afirmou que já garantiu aos trabalhadores um reajuste salarial de 4,39%, independentemente das negociações que estão em curso. Em outro trecho da nota, no entanto, o sindicato patronal afirmou que o percentual determinado pela Justiça, de 80% da frota, não foi realizado. Os culpados, segundo o Rio Ônibus, são o “descaso do sindicato dos rodoviários- que não invejo as escalas aos motoristas” e os “baderneiros que estão vandalizando coletivos e agredindo os profissionais que resolvem trabalhar”. “O compromisso do Rio Ônibus é, acima de tudo, com os passageiros. Trabalhamos com total transparência e, ao contrário do que afirma a Prefeitura do Rio, nossos dados já eram públicos e acessíveis a todos, inclusive à imprensa e à própria Prefeitura, muito antes da implantação do Jaé e do fim do dinheiro a bordo. O que não acontece com o Mobi-Rio, esses dados não estão disponíveis para consulta em tempo real. Mais uma vez, pedimos aos motoristas que se dirijam às garagens e retornem ao trabalho imediatamente. A população carioca precisa ser atendida.”, diz o trecho final da nota do Rio Ônibus. Garagem da Viação Redentor, no Rio Reprodução/TV Globo O que diz o sindicato O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Sebastião José, afirmou que “ficou surpreso” com o pedido de liminar da prefeitura no TST. “Tomamos conhecimento no fim da noite de ontem [terça] da posição do presidente do TST cassando a liminar de regularidade da greve da categoria aqui no Rio de Janeiro”, disse.“Essa decisão é um prêmio para a direção do Rio Ônibus, que, mesmo sentado na mesa de negociação, vem se negando a apresentar uma proposta em relação às reivindicações do sindicato para atender os trabalhadores. Não nos resta alternativa a não ser cumprir a liminar, até porque lei é para ser cumprida e não discutida”, declarou. Muitas filas e poucos ônibus no Terminal Alvorada, no Rio Reprodução/TV Globo Próximos passos O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) convocou para as 11h desta quarta uma nova audiência de conciliação, no Centro do Rio. A reunião desta terça terminou sem acordo — e com tumulto na porta. O Sindicato dos Rodoviários marcou para como 16h uma assembleia no Centro Social, em Rocha Miranda, na Zona Norte O que está na mesa Os ônibus estão desativados: Reajuste de 17%; Piso salarial de R$ 5 mil para motoristas do BRT e R$ 4 mil para os demais motoristas; contraproposta. lotados durante todo o dia. À tarde, no Terminal Alvorada do BRT, passageiros chegaram a descer para a calha do serviço depois de um longo tempero de espera. houve acordo. Na porta do tribunal, os caminhoneiros bateram na boca com os diretores do sindicato após uma votação determinar o “estado de greve” — quando a categoria deveria voltar a trabalhar. Uma nova consulta foi feita, e a paralisação foi mantida. costuma ser de, no máximo, 15 minutos. Os ônibus são depredados após os rodoviários decidirem manter a greve no Rio.[/gpt3]











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