Tribunais de justiça dos estados defendem penduricalhos ao STF



Os sete Tribunais de Justiça (TJs) que o Supremo Tribunal Federal (STF) notificaram para que se explicassem sobre o pagamento de verbas indenizatórias, os chamados penduricalhos, se manifestaram defendendo os pagamentos. O prazo foi encerrado na quarta-feira (8).

As respostas feitas após os ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin determinarem que as folhas de pagamento de abril a julho foram concluídas. As remunerações nestes holerites superaram o teto de R$ 46,3 mil, chegando a quase R$ 500 mil em alguns casos.

Os TJs do Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rondônia defendem que seus pagamentos sigam as normas da Constituição e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O STF decidiu restrições adicionais que superassem o teto, medida que passou a vigorar a partir de abril, influenciando nossos pagamentos a partir de maio. Em março, o Supremo limiteu-se a, no máximo, 35% do teto.