• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Juiz de Fora: MPMG Aponta Descumprimento de Normas e Omissões como Fatores Agravantes da Tragédia das Chuvas

Por Nardel Azuoz
26 de março de 2026
Em Notícias
A A
Juiz de Fora: MPMG Aponta Descumprimento de Normas e Omissões como Fatores Agravantes da Tragédia das Chuvas

G1

Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) revelou que a tragédia causada pelas chuvas em Juiz de Fora, que completou um mês e vitimou 65 pessoas, foi agravada por um histórico de descumprimento de normas urbanísticas e ambientais. Cerca de 200 processos, entre ajustamentos de conduta, ações civis e penais, já haviam sido propostos pelo órgão desde 2015 para prevenir deslizamentos, enchentes e ocupações irregulares na cidade, indicando que a catástrofe não foi uma surpresa.

A maioria dessas ações foi movida contra particulares (pessoas ou empresas) que realizaram desmatamento em Áreas de Preservação Permanente (APPs) próximas a rios e córregos, além de construções em locais de risco. Tais práticas favorecem inundações e alteram o ciclo natural dos rios, expondo moradores a diversos problemas. A Prefeitura de Juiz de Fora figura como ré em uma pequena parcela desses processos.

Ações Preventivas do MPMG e Falhas no Atendimento

O promotor de Justiça Alex Fernandes Santiago, responsável pela Promotoria de Meio Ambiente, Habitação, Urbanismo e Patrimônio Histórico, detalhou ao g1 que um conjunto de ações preventivas, recomendações e processos já vinham sendo conduzidos. Segundo o MPMG, muitos deles não foram atendidos a tempo pelo poder público, o que poderia ter mitigado os efeitos da tragédia.

Em 2026, o MP instaurou um inquérito para investigar o cumprimento da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil pelo município e a ausência de um gabinete de crise formalizado, exigência legal que não era cumprida. Após recomendação da promotoria, a Prefeitura publicou decreto e instaurou o gabinete em 5 de março. Recomendações adicionais incluíram a proibição do retorno de moradores a áreas interditadas e a exigência de avaliação técnica rigorosa da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para a liberação de tais áreas.

Urbanização Desordenada e Omissões Potencializam Desastre

O promotor Santiago reforçou que o desastre não pode ser atribuído apenas ao evento climático extremo. "O desastre pode haver principiado por uma causa natural, mas esta se associou a vulnerabilidades socioambientais pré-existentes, a um arranjo urbanístico inadequado, fruto de ocupações ilegais e omissões na fiscalização administrativa durante décadas, potencializando os danos", afirmou.

Ele citou a ocupação de áreas de risco e a ausência de uma política habitacional adequada para a população carente, que promova edificações longe de encostas ou topos de morro, como exemplos de vulnerabilidades socioambientais. "Normas urbanísticas e ambientais não surgem apenas por sentimentalismos ou boas intenções. Respeitar as áreas de preservação permanente e edificar somente em áreas livres de risco é essencial", destacou Santiago.

As chuvas excepcionalmente intensas atingiram diretamente regiões já amplamente documentadas como suscetíveis a deslizamentos. Dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) indicam que a "curva de deslizamentos" em Juiz de Fora mostrava crescimento acentuado desde 2020 e atingiu um pico em 2023.

Múltiplos Fatores para a Tragédia de 2026

O panorama apresentado pelo MPMG revela que a tragédia de 2026 foi consequência da soma de: décadas de ocupação irregular, fiscalização insuficiente, omissões administrativas, ações judiciais ignoradas ou atrasadas, e redução de investimentos estaduais e federais em prevenção, além do evento climático extremo que por si só, já configurava um evento histórico e fora dos padrões climáticos típicos da cidade.

Os processos do MPMG, muitos deles antigos, ganham agora nova relevância e são considerados decisivos para que Juiz de Fora não retorne ao mapa das tragédias evitáveis, enquanto as famílias buscam a reconstrução.

Detalhes dos Quase 200 Processos Ambientais e Urbanísticos

Segundo o promotor, o MPMG conduz aproximadamente 100 ações civis públicas e Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) voltados especificamente à recuperação de áreas de preservação permanente (APPs) e ao desfazimento de construções irregulares. Estes processos refletem os esforços contínuos do MP para mitigar riscos na cidade.

Fonte: https://g1.globo.com

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
Tags: Chuvas JFdesastres naturaisjuiz de forameio ambienteMPMGOmissão públicaPrevenção desastresTragédia chuvasurbanismo
Postagem Anterior

Jaíba: Suspeito de Homicídio com Machado é Preso; Polícia Encontra Ferramentas com Sangue

Próxima Postagem

Homem é baleado na cabeça em Volta Redonda

Próxima Postagem

Homem é baleado na cabeça em Volta Redonda

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

IMPOSTO DE RENDA 2026

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile