• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Toffoli e Moraes divergem sobre obrigação de redes sociais terem representante no Brasil

Por Redação
11 de junho de 2026
Em Notícias
A A
Toffoli e Moraes divergem sobre obrigação de redes sociais terem representante no Brasil
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


Os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), divergiram sobre a obrigatoriedade das empresas digitais manterem sede e representante legal no país. A discussão ocorreu durante o primeiro dia da análise de recursos relacionados ao julgamento do Marco Civil da Internet, nesta quarta-feira (10), e pode influenciar a forma como a Justiça brasileira fiscaliza e responsabiliza as plataformas que atuam no ambiente digital.

Durante a sessão da Corte, Toffoli sinalizou que a exigência de sede no Brasil deveria ser aplicada apenas às plataformas que possuíssem interesse econômico e atividade comercial no país. Segundo o ministro, o objetivo da medida é garantir que pessoas eventualmente prejudicadas possam buscar peças por danos decorrentes da atuação dessas empresas.

“Se provedores de aplicações de internet não desempenham nenhum tipo de atividade econômica no país, dedicando-se única e exclusivamente a fins sociais, culturais e de utilidade pública, como, por exemplo, a produção de conhecimento de forma colaborativa e a divulgação de dados oficiais legitimamente obtidos, não há necessidade de aqui constituir e manter representante”, declarou.

VEJA TAMBÉM:

  • CNJ aprova orientações para combater comandos ocultos à IA em petições

A opinião de Toffoli, no entanto, gerou uma ocorrência imediata de Moraes, que defendeu a exigência aprovada pelo STF em 2025. Para o ministro, limitar a exigência apenas a plataformas com atividade econômica pode dificultar a atuação das autoridades brasileiras em casos relacionados a supostos conteúdos ilícitos divulgados por serviços digitais sem fins.

“Já coloco a minha preocupação porque, hoje, os crimes praticados pelas redes sociais, indução a crimes, não são só aqueles que têm finalidade econômica, são aqueles que têm finalidade ideológica. Então, uma plataforma, por exemplo, com mensagens nazistas, sem qualquer questão econômica, se não tiver aqui uma sede, não há possibilidade de a Justiça brasileira controlar”, afirmou.

Toffoli apresentou a complexidade disso e admitiu dúvidas sobre o alcance da medida. Segundo ele, existe uma presunção de boa fé por parte das plataformas, mas também há riscos que devem ser considerados pelo tribunal antes da definição final do texto.

Ofensiva de Moraes sobre as big techs

Nos últimos anos, Moraes se posicionou veementemente a favor da presença de um representante legal no país das empresas digitais que fornecem serviços aos brasileiros. Entre as decisões mais chamativas, em 2024, ele determinou a suspensão da rede social X em todo o território nacional após a empresa, controlada pelo bilionário Elon Musk, descumprir a medida e não atender determinações judiciais expedidas pela Corte.

Na ocasião, o ministro argumentou que a ausência de representação formal no país inviabilizava o cumprimento de ordens judiciais e a responsabilização da plataforma perante a legislação brasileira. A decisão foi posteriormente proferida por unanimidade pela Primeira Turma do STF, que considerando a exigência de um representante legal para responder às determinações da Justiça nacional.

Meses depois, em fevereiro de 2025, Moraes voltou a adotar medida semelhante ao determinar o bloqueio da plataforma de vídeos Rumble no Brasil. Segundo a decisão, a empresa teria descumprido ordens judiciais e deixado de indicar um representante legal em território brasileiro dentro do prazo estabelecido pelo Supremo, levando o ministro a sustentar que essa ausência dificultava a aplicação das leis nacionais e o controle de eventuais ilícitos praticados pelos usuários da plataforma.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
Tags: Alexandre de MoraesBrasildias toffolidivergemGrandes tecnologiasMoraesobrigaçãoredesredes sociaisrepresentantesobresociaisSTFteremToffoli
Postagem Anterior

Uma noite no reino de Belo

Próxima Postagem

Ocupação de pessoas 60+ sobe 53% em 10 anos; ritmo supera o dos jovens

Próxima Postagem

Ocupação de pessoas 60+ sobe 53% em 10 anos; ritmo supera o dos jovens

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

VENDA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

Ponte Net 98 8103-4969

https://redebcn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-28-at-10.23.20-1.mp4?_=1

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

BCN PORTAL DE NOTÍCIAS

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile