Tecnologia da UFRJ usa estímulos elétricos para reduzir Parkinson
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“O Parkinson altera os ritmos específicos do paciente. Esses ritmos se tornam disfuncionais. Esse estímulo vai, por meio dos nervos periféricos, até o sistema nervoso central e vai bloquear ou atenuar esses ritmos disfuncionais”, explica a pesquisadora Danielle Martins, da Engenharia Biomédica da Coppe/UFRJ.
“O Parkinson altera os ritmos específicos do paciente. Esses ritmos se tornam disfuncionais. Esse estímulo vai, por meio dos nervos periféricos, até o sistema nervoso central e vai bloquear ou atenuar esses ritmos disfuncionais”, explica a pesquisadora Danielle Martins, da Engenharia Biomédica da Coppe/UFRJ.
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