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TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas
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RioPrevidência Reprodução O Tribunal de Contas do Estado (TCE) deu 5 dias para o Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em três fundos de investimentos geridos por instituições financeiras não cadastradas junto à autarquia, o que contraria uma resolução do Conselho Monetário Nacional e uma portaria do próprio Rioprevidência. O credenciamento prévio das instituições antes que sejam feitos investimentos evita a exposição do fundo a fraudes, má gestão e prejuízos, de acordo com o TCE. Estes aportes de R$ 118 milhões ocorreram entre 24 e 29 de dezembro do ano passado, já depois de ter vindo à tona o escândalo da aplicação de quase R$ 1 bilhão do Rioprevidência em Letras Financeiras do Banco Master – um tipo de investimento considerado de alto risco por especialistas. Rioprevidência foi alertado sobre risco de investir no Banco Master O caso foi revelado pela GloboNews em 2 de abril. No dia 10, o Ministério Público do Rio pediu o afastamento do presidente interino do Rioprevidência, Nicolau Cardoso. Ele assumiu provisoriamente o cargo quando o então presidente da autarquia, Deivis Antunes, foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) e deixou a função. Na época dos transportes nos fundos não credenciados, Nicolau era o diretor de Investimentos do Rioprevidência Dois dias depois, o governador interino, Ricardo Couto, exonerou Nicolau Cardoso da presidência interina do Rioprevidência. Aporte de R$ 99 milhões no banco de terceira linha Na mesma decisão, o conselheiro do TCE José Gomes Graciosa, relator das investigações sobre os investimentos do Rioprevidência no Banco Master, também deu 5 dias para a autarquia explicar a aplicação de R$ 99,4 milhões na corretora Mirae. Segundo a decisão, trata-se de uma instituição de menor porte que cuida de robustez sistêmica compatível com a folha previdenciária do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com a denúncia encaminhada ao TCE pelo deputado estadual Luiz Paulo (PSD), este investimento de R$ 99,4 milhões consta de um relatório de fluxo financeiro e disponibilidade do fundo previdenciário, datado de 30 de março deste ano. “Especificamente não que tange à instituição Mirae, a despeito de ter sido descrita como “banco” na peça da denúncia, na realidade se trata de uma corretora de câmbio, títulos e valores mobiliários, conforme consulta realizada junto ao Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União1 . Contudo, tal circunstância não exclui o dever de a Autarquia previdenciária adotar todas as medidas cabíveis no sentido de mitigar quaisquer riscos no transporte de recursos em tais instituições, fazendo-se de todas as cautelas cercadas permitir a preservação a robustez do patrimônio do Rioprevidência”, escreveu Graciosa. Outro lado A GloboNews pediu um posicionamento ao Rioprevidência, e aguarda resposta.
RioPrevidência Reprodução O Tribunal de Contas do Estado (TCE) deu 5 dias para o Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em três fundos de investimentos geridos por instituições financeiras não cadastradas junto à autarquia, o que contraria uma resolução do Conselho Monetário Nacional e uma portaria do próprio Rioprevidência. O credenciamento prévio das instituições antes que sejam feitos investimentos evita a exposição do fundo a fraudes, má gestão e prejuízos, de acordo com o TCE. Estes aportes de R$ 118 milhões ocorreram entre 24 e 29 de dezembro do ano passado, já depois de ter vindo à tona o escândalo da aplicação de quase R$ 1 bilhão do Rioprevidência em Letras Financeiras do Banco Master – um tipo de investimento considerado de alto risco por especialistas. Rioprevidência foi alertado sobre risco de investir no Banco Master O caso foi revelado pela GloboNews em 2 de abril. No dia 10, o Ministério Público do Rio pediu o afastamento do presidente interino do Rioprevidência, Nicolau Cardoso. Ele assumiu provisoriamente o cargo quando o então presidente da autarquia, Deivis Antunes, foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) e deixou a função. Na época dos transportes nos fundos não credenciados, Nicolau era o diretor de Investimentos do Rioprevidência Dois dias depois, o governador interino, Ricardo Couto, exonerou Nicolau Cardoso da presidência interina do Rioprevidência. Aporte de R$ 99 milhões no banco de terceira linha Na mesma decisão, o conselheiro do TCE José Gomes Graciosa, relator das investigações sobre os investimentos do Rioprevidência no Banco Master, também deu 5 dias para a autarquia explicar a aplicação de R$ 99,4 milhões na corretora Mirae. Segundo a decisão, trata-se de uma instituição de menor porte que cuida de robustez sistêmica compatível com a folha previdenciária do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com a denúncia encaminhada ao TCE pelo deputado estadual Luiz Paulo (PSD), este investimento de R$ 99,4 milhões consta de um relatório de fluxo financeiro e disponibilidade do fundo previdenciário, datado de 30 de março deste ano. “Especificamente não que tange à instituição Mirae, a despeito de ter sido descrita como “banco” na peça da denúncia, na realidade se trata de uma corretora de câmbio, títulos e valores mobiliários, conforme consulta realizada junto ao Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União1 . Contudo, tal circunstância não exclui o dever de a Autarquia previdenciária adotar todas as medidas cabíveis no sentido de mitigar quaisquer riscos no transporte de recursos em tais instituições, fazendo-se de todas as cautelas cercadas permitir a preservação a robustez do patrimônio do Rioprevidência”, escreveu Graciosa. Outro lado A GloboNews pediu um posicionamento ao Rioprevidência, e aguarda resposta.[/gpt3]

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