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STF tem maioria para negar recursos e manter condenações por assassinato de Marielle
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STF condena irmãos Brazão a 76 anos na cadeira por mandar matar Marielle e Anderson A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta quinta-feira (18) para rejeitar recursos e manter as condenações dos cinco acusados de planejado o homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, no Rio de Janeiro (RJ). Com isso, ficam mantidos as penas de 9 a 76 anos de prisão. Os ministros analisaram, no plenário virtual, pedidos de esclarecimentos sobre omissões e contradições nos votos, além de questionamentos sobre cerceamento de defesa. O relator do caso, Alexandre de Moraes, votou pela exclusão dos recursos, sendo seguido pelos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino. Ainda falta o voto da ministra Cármen Lúcia. Foram condenados: Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do RJ: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — pena de 76 anos e 3 meses de prisão. João Francisco Inácio Brazão, deputado cassado: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — pena de 76 anos e 3 meses de prisão. Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ: interferência à justiça corrupção passiva — pena de 18 anos de prisão. Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar: duplo homicídio e homicídio cometido — pena de 56 anos de prisão. Robson Calixto Fonseca, policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão: organização criminosa — pena de 9 anos de prisão. Nos votos, Moraes afirmou que as defesas dos réus alegaram nos recursos omissões e contradições, mas os argumentos demonstram inconformismo com o entendimento da Corte. O relator afirmou ainda que a decisão da Corte contém elementos de prova sólidos para fundamentar a decisão condenatória. Em fevereiro, os ministros da Primeira Turma consideraram que as provas reunidas ao longo do processo confirmaram a participação de cada acusado nos crimes apontados pela Procuradoria-Geral da República. De acordo com a Procuradoria, a execução foi motivada pela atuação política da vereadora para impedir interesses dos irmãos Brazão, entre eles, a regularização de áreas controladas por milícias no Rio de Janeiro. Segundo a PGR, não há dúvidas de que os irmãos Brazão foram os mandantes dos crimes. STF condena a 76 anos de prisão Chiquinho e Domingos Brazão como mandantes dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes Jornal Nacional/ Reprodução
STF condena irmãos Brazão a 76 anos na cadeira por mandar matar Marielle e Anderson A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta quinta-feira (18) para rejeitar recursos e manter as condenações dos cinco acusados de planejado o homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, no Rio de Janeiro (RJ). Com isso, ficam mantidos as penas de 9 a 76 anos de prisão. Os ministros analisaram, no plenário virtual, pedidos de esclarecimentos sobre omissões e contradições nos votos, além de questionamentos sobre cerceamento de defesa. O relator do caso, Alexandre de Moraes, votou pela exclusão dos recursos, sendo seguido pelos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino. Ainda falta o voto da ministra Cármen Lúcia. Foram condenados: Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do RJ: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — pena de 76 anos e 3 meses de prisão. João Francisco Inácio Brazão, deputado cassado: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — pena de 76 anos e 3 meses de prisão. Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ: interferência à justiça corrupção passiva — pena de 18 anos de prisão. Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar: duplo homicídio e homicídio cometido — pena de 56 anos de prisão. Robson Calixto Fonseca, policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão: organização criminosa — pena de 9 anos de prisão. Nos votos, Moraes afirmou que as defesas dos réus alegaram nos recursos omissões e contradições, mas os argumentos demonstram inconformismo com o entendimento da Corte. O relator afirmou ainda que a decisão da Corte contém elementos de prova sólidos para fundamentar a decisão condenatória. Em fevereiro, os ministros da Primeira Turma consideraram que as provas reunidas ao longo do processo confirmaram a participação de cada acusado nos crimes apontados pela Procuradoria-Geral da República. De acordo com a Procuradoria, a execução foi motivada pela atuação política da vereadora para impedir interesses dos irmãos Brazão, entre eles, a regularização de áreas controladas por milícias no Rio de Janeiro. Segundo a PGR, não há dúvidas de que os irmãos Brazão foram os mandantes dos crimes. STF condena a 76 anos de prisão Chiquinho e Domingos Brazão como mandantes dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes Jornal Nacional/ Reprodução[/gpt3]















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