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STF manda prender Ricardo Magro e incluir nome do empresário na lista vermelha da Interpol

Redação Por Redação
15 de maio de 2026
Em Notícias
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STF manda prender Ricardo Magro e incluir nome do empresário na lista vermelha da Interpol
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



STF manda prender Ricardo Magro e incluir nome do empresário na lista vermelha da Interpol
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Ricardo Magro, dono do grupo Refit, é alvo da PF O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou a prisão preventiva do empresário Ricardo Andrade Magro, controlador do Grupo Refit, e pediu a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol — mecanismo internacional para captura de foragidos. Magro foi alvo da Polícia Federal nesta sexta-feira (15), na Operação Sem Refino, que também cumpriu mandato de busca e apreensão na casa do ex-governador do RJ, Cláudio Castro, e na sede da refinaria, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Até a última atualização desta reportagem, Magro não tinha sido encontrado. O pedido da Polícia Federal ao STF, ao qual o g1 teve acesso, faz parte de uma investigação que apura fraudes bilionárias, corrupção, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal no setor de combustíveis. Fraude bilionária, diz PF Segundo o documento, Ricardo Magro é apontado como líder de uma organização criminosa que teria montado um esquema sofisticado para sonegar impostos, lavar dinheiro e ocultar patrimônio no Brasil e no exterior. A investigação detalha o uso de empresas de fachada, fundos de investimento, holdings e offshores em paraísos fiscais, além da cooptação de agentes públicos para garantir benefícios fiscais e decisões judiciais detalhadas. O grupo teria causado um prejuízo de mais de R$ 52 bilhões aos cofres públicos, principalmente em ICMS não recolhido no Rio de Janeiro e em São Paulo. O documento cita ainda a atuação do grupo junto a órgãos como a Secretaria de Fazenda do RJ, ANP, Receita Federal, Procuradoria do Estado e até membros do Judiciário, para obter vantagens e barrar concorrentes. Quem é Ricardo Magro, empresário à frente da Refit e alvo de operação da Polícia Federal Esquema Internacional Ricardo Magro Fantástico/ TV Globo A PF aponta que parte dos lucros foi enviada para o exterior, especialmente para empresas e fundos em Delaware (EUA), Bahamas, Malta e outros paraísos fiscais. O dinheiro retornou ao Brasil disfarçado de investimentos ou foi usado para compra de imóveis e ativos blindados contra execuções judiciais, de acordo com a investigação. Ricardo Magro vive há mais de dez anos em Miami, nos Estados Unidos, e não retorna oficialmente ao Brasil desde 2018. O pedido à Interpol tem como objetivo permitir a prisão dele em qualquer país membro e posterior extradição ao Brasil. Possíveis destinos Gif mostra bens de luxo de Ricardo Magro, da Refit. Reprodução Além dos Estados Unidos, onde Magro mantém empresas e imóveis, o documento cita Delaware, Bahamas e Malta como destinos de recursos e empresas ligadas ao grupo. O uso de offshores e empresas em vários países dificulta o rastreamento e pode permitir a entrega para outros locais onde a extradição seja mais difícil. O caso é considerado um dos maiores esquemas de fraudes fiscais já investigados no setor de combustíveis. O pedido de prisão preventiva baseia-se na gravidade dos crimes, no risco de continuidade das fraudes e na necessidade de garantir a aplicação da lei penal. Se o nome de Ricardo Magro for incluído na Difusão Vermelha da Interpol, ele poderá ser preso em qualquer país membro da organização. O Brasil se compromete a formalizar o pedido de extradição e providenciar a tradução dos documentos necessários. O que diz a defesa O g1 tenta contato com a defesa de Ricardo Magro. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop.
Ricardo Magro, dono do grupo Refit, é alvo da PF O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou a prisão preventiva do empresário Ricardo Andrade Magro, controlador do Grupo Refit, e pediu a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol — mecanismo internacional para captura de foragidos. Magro foi alvo da Polícia Federal nesta sexta-feira (15), na Operação Sem Refino, que também cumpriu mandato de busca e apreensão na casa do ex-governador do RJ, Cláudio Castro, e na sede da refinaria, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Até a última atualização desta reportagem, Magro não tinha sido encontrado. O pedido da Polícia Federal ao STF, ao qual o g1 teve acesso, faz parte de uma investigação que apura fraudes bilionárias, corrupção, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal no setor de combustíveis. Fraude bilionária, diz PF Segundo o documento, Ricardo Magro é apontado como líder de uma organização criminosa que teria montado um esquema sofisticado para sonegar impostos, lavar dinheiro e ocultar patrimônio no Brasil e no exterior. A investigação detalha o uso de empresas de fachada, fundos de investimento, holdings e offshores em paraísos fiscais, além da cooptação de agentes públicos para garantir benefícios fiscais e decisões judiciais detalhadas. O grupo teria causado um prejuízo de mais de R$ 52 bilhões aos cofres públicos, principalmente em ICMS não recolhido no Rio de Janeiro e em São Paulo. O documento cita ainda a atuação do grupo junto a órgãos como a Secretaria de Fazenda do RJ, ANP, Receita Federal, Procuradoria do Estado e até membros do Judiciário, para obter vantagens e barrar concorrentes. Quem é Ricardo Magro, empresário à frente da Refit e alvo de operação da Polícia Federal Esquema Internacional Ricardo Magro Fantástico/ TV Globo A PF aponta que parte dos lucros foi enviada para o exterior, especialmente para empresas e fundos em Delaware (EUA), Bahamas, Malta e outros paraísos fiscais. O dinheiro retornou ao Brasil disfarçado de investimentos ou foi usado para compra de imóveis e ativos blindados contra execuções judiciais, de acordo com a investigação. Ricardo Magro vive há mais de dez anos em Miami, nos Estados Unidos, e não retorna oficialmente ao Brasil desde 2018. O pedido à Interpol tem como objetivo permitir a prisão dele em qualquer país membro e posterior extradição ao Brasil. Possíveis destinos Gif mostra bens de luxo de Ricardo Magro, da Refit. Reprodução Além dos Estados Unidos, onde Magro mantém empresas e imóveis, o documento cita Delaware, Bahamas e Malta como destinos de recursos e empresas ligadas ao grupo. O uso de offshores e empresas em vários países dificulta o rastreamento e pode permitir a entrega para outros locais onde a extradição seja mais difícil. O caso é considerado um dos maiores esquemas de fraudes fiscais já investigados no setor de combustíveis. O pedido de prisão preventiva baseia-se na gravidade dos crimes, no risco de continuidade das fraudes e na necessidade de garantir a aplicação da lei penal. Se o nome de Ricardo Magro for incluído na Difusão Vermelha da Interpol, ele poderá ser preso em qualquer país membro da organização. O Brasil se compromete a formalizar o pedido de extradição e providenciar a tradução dos documentos necessários. O que diz a defesa O g1 tenta contato com a defesa de Ricardo Magro. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop.[/gpt3]

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