Série Ouro começa com Jacarezinho sem fantasias, Inocentes rica e Bangu emocionante
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Sete escolas abriram nesta sexta-feira (13) os desfiles da Série Ouro de 2026. Ao todo, 15 agremiações almejam o acesso, mas apenas a campeã vai ascender. Duas serão rebaixadas para a Série Prata, no Intendente Magalhães. Neste sábado, mais 8 escolas se apresentam. Veja a seguir como passou cada escola. Unidos do Jacarezinho De volta à Sapucaí após 13 anos, após subir da Intendente, a Rosa e Branca homenageou o cantor e compositor Xande de Pilares, um dos principais nomes do samba e do pagode. No esquenta, todos cantaram “Tá escrito”, um de seus maiores sucessos. Foi um desfile de superação, pois a escola teve problemas com 2 incêndios: um em outubro, outro em fevereiro. Várias alas entraram na pista sem fantasias e se fizeram com camisas da agremiação. As alegorias vieram pequenas e muito simples, com forro em muitas partes. Ala do Jacarezinho sem fantasia Raoni Alves/g1 Ala do Jacarezinho sem fantasia Raoni Alves/g1 Abre-alas da Jacarezinho veio praticamente forrado Alex Ferro/Riotur Xande de Pilares no último carro da Jacarezinho Anderson Bordê/AgNews Inocentes de Belford Roxo A Inocentes de Belford Roxo apostou na força da cultura nordestina com o enredo “Sonho de um tal pagode russo nos frevos do meu Pernambuco”, sobre a lenda que conecta os passos do frevo à dança russa. Mais rica, a Caçulinha da Baixada veio com um tripé na comissão de frente, que alternou cossacos com bonecos de barro do Nordeste. Com carros grandes e bem-acabados, os Inocentes trouxeram uma estátua de Luiz Gonzaga e um enorme galo inflável, em referência ao Galo da Madrugada. Comissão de Frente da Inocentes Alex Ferro/Riotur Abre-alas da Inocentes na Avenida Raoni Alves/g1 Bateria da Inocentes de Belford Roxo Clara Coiote/Riotur Carro da Inocentes trouxe uma enorme galocha Raoni Alves/g1 Ala da Inocentes Clara Coiote/Riotur União do Parque Acari Com “Brasiliana”, a União do Parque Acari homenageou o 1º grupo de teatro musical brasileiro, criado em 1949, que revolucionou a cena ao incorporar práticas musicais e narrativas populares na dramaturgia. Com alegrias grandiosas e alas criativas, a escola trouxe referências a ícones do teatro brasileiro. No último carro, o destaque foi o cantor e compositor Moacyr Luz. Com um dos melhores sambas da safra, a Unidos de Bangu cantou a cantora e compositora Leci Brandão, que revelou estar muito emocionada já na armação. Leonardo Moreira e Bárbara Moura, casal de mestre-sala e porta-bandeira, vieram com fotos de Leci bordadas na fantasia. A comissão de frente foi formada por malandros e cabrochas e uma tripé que evocava uma vitrola. O enredo “Coisas que mamãe me ensinou” sintetizou a trajetória de um dos maiores ícones da cultura popular brasileira, que também se destacou pela atuação política e pela defesa da igualdade e da justiça social. Leci Brandão no último carro de Bangu em um trono de raízes Raoni Alves/g1 Leci Brandão no último carro de Bangu em um trono de raízes Raoni Alves/g1 Unidos de Bangu na Avenida Raoni Alves/g1 Abre-alas de Bangu Raoni Alves/g1 Leonardo Moreira e Bárbara Moura, casal de mestre-sala e porta-bandeira de Bangu Raoni Alves/g1 Detalhe da roupa da porta-bandeira de Bangu Raoni Alves/g1 Carro de Bangu homenageia a Mangueira Raoni Alves/g1
Sete escolas abriram nesta sexta-feira (13) os desfiles da Série Ouro de 2026. Ao todo, 15 agremiações almejam o acesso, mas apenas a campeã vai ascender. Duas serão rebaixadas para a Série Prata, no Intendente Magalhães. Neste sábado, mais 8 escolas se apresentam. Veja a seguir como passou cada escola. Unidos do Jacarezinho De volta à Sapucaí após 13 anos, após subir da Intendente, a Rosa e Branca homenageou o cantor e compositor Xande de Pilares, um dos principais nomes do samba e do pagode. No esquenta, todos cantaram “Tá escrito”, um de seus maiores sucessos. Foi um desfile de superação, pois a escola teve problemas com 2 incêndios: um em outubro, outro em fevereiro. Várias alas entraram na pista sem fantasias e se fizeram com camisas da agremiação. As alegorias vieram pequenas e muito simples, com forro em muitas partes. Ala do Jacarezinho sem fantasia Raoni Alves/g1 Ala do Jacarezinho sem fantasia Raoni Alves/g1 Abre-alas da Jacarezinho veio praticamente forrado Alex Ferro/Riotur Xande de Pilares no último carro da Jacarezinho Anderson Bordê/AgNews Inocentes de Belford Roxo A Inocentes de Belford Roxo apostou na força da cultura nordestina com o enredo “Sonho de um tal pagode russo nos frevos do meu Pernambuco”, sobre a lenda que conecta os passos do frevo à dança russa. Mais rica, a Caçulinha da Baixada veio com um tripé na comissão de frente, que alternou cossacos com bonecos de barro do Nordeste. Com carros grandes e bem-acabados, os Inocentes trouxeram uma estátua de Luiz Gonzaga e um enorme galo inflável, em referência ao Galo da Madrugada. Comissão de Frente da Inocentes Alex Ferro/Riotur Abre-alas da Inocentes na Avenida Raoni Alves/g1 Bateria da Inocentes de Belford Roxo Clara Coiote/Riotur Carro da Inocentes trouxe uma enorme galocha Raoni Alves/g1 Ala da Inocentes Clara Coiote/Riotur União do Parque Acari Com “Brasiliana”, a União do Parque Acari homenageou o 1º grupo de teatro musical brasileiro, criado em 1949, que revolucionou a cena ao incorporar práticas musicais e narrativas populares na dramaturgia. Com alegrias grandiosas e alas criativas, a escola trouxe referências a ícones do teatro brasileiro. No último carro, o destaque foi o cantor e compositor Moacyr Luz. Com um dos melhores sambas da safra, a Unidos de Bangu cantou a cantora e compositora Leci Brandão, que revelou estar muito emocionada já na armação. Leonardo Moreira e Bárbara Moura, casal de mestre-sala e porta-bandeira, vieram com fotos de Leci bordadas na fantasia. A comissão de frente foi formada por malandros e cabrochas e uma tripé que evocava uma vitrola. O enredo “Coisas que mamãe me ensinou” sintetizou a trajetória de um dos maiores ícones da cultura popular brasileira, que também se destacou pela atuação política e pela defesa da igualdade e da justiça social. Leci Brandão no último carro de Bangu em um trono de raízes Raoni Alves/g1 Leci Brandão no último carro de Bangu em um trono de raízes Raoni Alves/g1 Unidos de Bangu na Avenida Raoni Alves/g1 Abre-alas de Bangu Raoni Alves/g1 Leonardo Moreira e Bárbara Moura, casal de mestre-sala e porta-bandeira de Bangu Raoni Alves/g1 Detalhe da roupa da porta-bandeira de Bangu Raoni Alves/g1 Carro de Bangu homenageia a Mangueira Raoni Alves/g1[/gpt3]












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