RJ intensifica articulação no STF sobre divisão dos royalties
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O julgamento no STF acontece em um momento em que o estado pode registrar arrecadação recorde em 2026. O alto no preço do barril de petróleo, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, já impacta diretamente as receitas. “Se a gente tiver o petróleo nesse valor de US$ 90 a US$ 100 — ele estava em US$ 63 e subiu — isso causa aumento exponencial na arrecadação de royalties e de outros impostos do petróleo”, afirmou Roberto Ardenghy, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis.
O julgamento no STF acontece em um momento em que o estado pode registrar arrecadação recorde em 2026. O alto no preço do barril de petróleo, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, já impacta diretamente as receitas. “Se a gente tiver o petróleo nesse valor de US$ 90 a US$ 100 — ele estava em US$ 63 e subiu — isso causa aumento exponencial na arrecadação de royalties e de outros impostos do petróleo”, afirmou Roberto Ardenghy, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis.
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