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Rio amplia centro de monitoramento de ruas e mira aumento do transporte com órgãos de segurança pública

Redação Por Redação
13 de janeiro de 2026
Em Notícias
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Rio amplia centro de monitoramento de ruas e mira aumento do transporte com órgãos de segurança pública
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Rio amplia centro de monitoramento de ruas e mira aumento do transporte com órgãos de segurança pública
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Rio amplia estrutura do Civitas, sistema de monitoramento das ruas da prefeitura Reprodução/ TV Globo A Prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou, na manhã desta terça-feira (13), a ampliação do projeto da Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública (Civitas Rio). A ideia é que o plano de verificação das ruas e troca de informações com as forças de segurança tenha capacidade triplicada. O orçamento destinado ao projeto aumentou mais de dez vezes. De acordo com dados do poder municipal, o valor da iniciativa foi de R$ 16 milhões por ano no começo das operações, em junho de 2024, e passará a ser de R$ 180 milhões anuais. “A gente implantou esse modelo, ainda em uma sala mais acanhada, mas usando a tecnologia que a prefeitura já dispensou no momento. A gente se identificou como placas por meio dos radares e gerou as multas e passou a ser um elemento para ajudar na segurança pública”, afirmou o prefeito Eduardo Paes. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 A nova sala ocupa quase um andar inteiro do Centro de Operações e Resiliência do Rio de Janeiro (COR-Rio), na Cidade Nova, na região central da capital fluminense. Segundo Paes, a ampliação do sistema é necessária para ajudar em um melhor controle do espaço urbano. Ele destacou que a iniciativa auxilia órgãos estaduais, forneceu dados e imagens para a Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. “A prefeitura não tem a pretensão de assumir a segurança pública. A prefeitura busca um conjunto de iniciativas para auxiliar aqueles que têm responsabilidade de cuidar da segurança pública, que é o governo do estado”, disse o prefeito. O Rio de Janeiro conta atualmente com 10 mil câmeras, que são capazes de analisar 3 mil dados por segundo. Os equipamentos contam com capacidade de identificação de placas e rostos. A previsão é que a cidade contenha 20 mil câmeras até 2028. Cinturão eletrônico O chefe-executivo da Civitas, Davi Carreiro, destacou que a cidade tem um cinturão digital que permite que a maior parte das vias de acesso ao Rio sejam monitoradas. De acordo com a Prefeitura do Rio, mais de 3,5 mil casos foram auxiliados pelos equipamentos da central. Ele destaca que a Polícia Civil é a que mais acessa as informações da Civitas a partir de formulários nos quais os motivos pelos quais o acesso às informações é pedido. “Quando jogamos a placa dele no cerco começa a aparecer todas as informações do veículo”, disse Carreiro.
Rio amplia estrutura do Civitas, sistema de monitoramento das ruas da prefeitura Reprodução/ TV Globo A Prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou, na manhã desta terça-feira (13), a ampliação do projeto da Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública (Civitas Rio). A ideia é que o plano de verificação das ruas e troca de informações com as forças de segurança tenha capacidade triplicada. O orçamento destinado ao projeto aumentou mais de dez vezes. De acordo com dados do poder municipal, o valor da iniciativa foi de R$ 16 milhões por ano no começo das operações, em junho de 2024, e passará a ser de R$ 180 milhões anuais. “A gente implantou esse modelo, ainda em uma sala mais acanhada, mas usando a tecnologia que a prefeitura já dispensou no momento. A gente se identificou como placas por meio dos radares e gerou as multas e passou a ser um elemento para ajudar na segurança pública”, afirmou o prefeito Eduardo Paes. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 A nova sala ocupa quase um andar inteiro do Centro de Operações e Resiliência do Rio de Janeiro (COR-Rio), na Cidade Nova, na região central da capital fluminense. Segundo Paes, a ampliação do sistema é necessária para ajudar em um melhor controle do espaço urbano. Ele destacou que a iniciativa auxilia órgãos estaduais, forneceu dados e imagens para a Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. “A prefeitura não tem a pretensão de assumir a segurança pública. A prefeitura busca um conjunto de iniciativas para auxiliar aqueles que têm responsabilidade de cuidar da segurança pública, que é o governo do estado”, disse o prefeito. O Rio de Janeiro conta atualmente com 10 mil câmeras, que são capazes de analisar 3 mil dados por segundo. Os equipamentos contam com capacidade de identificação de placas e rostos. A previsão é que a cidade contenha 20 mil câmeras até 2028. Cinturão eletrônico O chefe-executivo da Civitas, Davi Carreiro, destacou que a cidade tem um cinturão digital que permite que a maior parte das vias de acesso ao Rio sejam monitoradas. De acordo com a Prefeitura do Rio, mais de 3,5 mil casos foram auxiliados pelos equipamentos da central. Ele destaca que a Polícia Civil é a que mais acessa as informações da Civitas a partir de formulários nos quais os motivos pelos quais o acesso às informações é pedido. “Quando jogamos a placa dele no cerco começa a aparecer todas as informações do veículo”, disse Carreiro.[/gpt3]

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