• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Réus por morte de policial em Niterói também respondeu por clonagem de placa de carro do interior de SP

Redação Por Redação
29 de março de 2026
Em Notícias
A A
Réus por morte de policial em Niterói também respondeu por clonagem de placa de carro do interior de SP
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Réus por morte de policial em Niterói também respondeu por clonagem de placa de carro do interior de SP
[/gpt3]
Carro usado no crime foi achado incendiado Reprodução/TV Globo Os cinco réus suspeitos participaram da execução do policial civil Carlos José Queirós Viana, em outubro do ano passado, também respondeu na Justiça do Rio por usarem uma placa clonada de um veículo de São José dos Campos. O crime ocorreu em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a mais de 350 km de distância da cidade do interior paulista. Carlos José Queirós, assassinado na porta de casa em Niterói, na Região Metropolitana do Rio Reprodução/TV Globo As investigações da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) apontaram que um anúncio no Facebook, em um grupo de classificado, mostrou um Onix Branco de 2015 à venda, junto com a placa do carro. Segundo as investigações, os criminosos viram o anúncio, adquiriram um veículo do mesmo modelo e clonaram sua placa para realizar a vigilância de Carlos José Queirós Viana, que morava em Piratininga, em Niterói, quando foi assassinado em outubro de 2025. Policial foi executado na porta de casa em Niterói, no Rio de Janeiro Reprodução Cinco homens estão presos acusados pelos seguintes crimes, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público: Fábio de Oliveira Ramos, policial militar do 3º BPM (Méier), por seguir a vítima Felipe Ramos Noronha, policial militar do 15º BPM (Duque de Caxias), preso no carro de fuga Mayck Júnior Pfister Pedro; por seguir os passos da vítima Dênis da Silva Costa; atuoso como “batedor” após o homicídio José Gomes da Rocha Neto, apontou como chefe do grupo Fabio de Oliveira Ramos, Felipe Ramos Noronha e Mayck Junior Pfister Pedro Reprodução Procurados, como defesas de todos eles negam as acusações. (Leia mais ao final do texto). A investigação revelou ainda que duas pistolas apreendidas com os primeiros 3 presos foram usadas em outros dois homicídios: Cristiano de Souza, 50 anos, dono de uma tabacaria no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio, em 2023, e no assassinato de Antônio Gaspazianni Chaves, de 33 anos, do proprietário de um bar em Vila Isabel, na Zona Norte, em 2024. A morte de Cristiano de Souza possui ligação com a máfia dos cigarros ilegais no Rio de Janeiro. Já o assassinato de Gaspazianni possui ligação com problemas da vítima com o jogo do bicho na região. A Delegacia de Homicídios segue as investigações para identificar um possível mandante e a motivação do crime. Clonagem comprovada; descobertas descobertas em placas Polícia Civil prende mais um suspeito do assassinato de policial civil em Piratininga Divulgação A clonagem foi comprovada depois que o sistema de monitoramento da Polícia Rodoviária Federal filmou o veículo com a placa original circulando na cidade de origem, São José dos Campos, enquanto o clone estava sendo usado para executar o policial civil. Quando os crimes colocaram fogo no Ônix branco e se prepararam para fugir em um Jeep Compass, a polícia prendeu os PMs Fábio de Oliveira Ramos e Felipe Ramos Noronha, além de Mayck Júnior Pfister Pedro. O Ônix branco com placa clonada foi monitorado desde Niterói, onde o crime aconteceu, até Duque de Caxias, onde os suspeitos foram detidos. No Jeep Compass, os policiais encontraram uma bolsa com placas clonadas. Um pedregulho, que também estava no carro, seria usado para afundar a bolsa e evitar que as placas caíssem. A análise das placas permitiu que a DH de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí encontrasse o quarto suspeito de envolvimento no caso: Dênis da Silva Costa foi identificado graças ao encontro de duas digitais nas placas clonadas que a polícia apreendeu. As investigações apontam que Dênis serviu como um “batedor” para os executores da polícia civil. Vídeo mostra policial civil sendo executado em Niterói, Rio As gravações mostram uma moto e um carro branco saindo de uma rua em Duque de Caxias. Em seguida, os veículos passam pelo pedágio da Ponte Rio-Niterói sem pagar e seguem até Piratininga, onde ocorre a execução. A carona do carro dispara várias vezes contra a vítima. No trajeto de volta, a moto acompanha o carro dos executores. Em outro momento, o mesmo motociclista também passa por um pedágio em Magé sem efetuar o pagamento. Outra imagem mostra uma moto à frente do carro até uma estrada de terra em Xerém, onde o veículo foi encontrado incendiado. Quinto suspeito preso Kiko foi preso na Ilha do Governador Divulgação/PCERJ O último preso pelo crime, segundo as investigações, foi apontado como o chefe do grupo responsável por seguir os passos da vítima e executar o policial civil. Carlos vinha sendo monitorado há mais de um mês, de acordo com a Polícia Civil. José Gomes da Rocha Neto, conhecido como Kiko, participou do planejamento do homicídio. De acordo com o investigador, ele obteve informações sobre o período de monitoramento da vítima, realizado meses antes do crime, além de detalhes sobre o dia da execução e a queima do veículo utilizado na ação criminosa. As análises do telefone do PM Fábio de Oliveira apontam que Kiko fez uma chamada de vídeo com ele por volta das 10h30 do dia da execução da vítima. Poucos minutos depois, Fábio, Mayck e Felipe foram presos em flagrante por participação no crime. A polícia também encontrou ligações constantes entre Fábio e Kiko em setembro do ano passado, quando a vítima estava sendo monitorada. Kiko é investigado por suspeita de ser uma das principais seguranças do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, preso em fevereiro em Cabo Frio. Nas investigações da “Operação Smoke Free”, da Polícia Federal, o nome de Kiko aparece em uma lista como um dos seguranças do contraventor. Segundo dados da planilha, ele recebeu R$ 9,5 mil mensais em junho de 2021. Argumentos das defesas Procurada pelo g1, a defesa de José Gomes da Rocha Neto afirma que as ligações de Kiko para Fábio não caracterizavam atividade de comando, e que tinham cunho totalmente pessoal, sem nenhuma ligação com o crime. O advogado de defesa dele também afirmou que não há elementos que conectem seu cliente a crimes, tanto o homicídio quanto à clonagem da placa do carro, e que outros argumentos serão apresentados durante o processo. No processo, a defesa de Dênis da Silva Costa pede a sua absolvição sumária, alegando que as acusações contra seu cliente são frágeis e que o Ministério Público não individualizou a conduta de Dênis nos crimes. A defesa de Mayck Junior diz que a denúncia do MP é genérica, além de ressaltar que ele é réu primário e trabalhador como motorista de aplicativo. A defesa de Fábio de Oliveira Ramos afirma que ele estava em um padaria em Duque de Caxias no momento da execução. Já a defesa de Felipe Ramos Noronha afirma que a acusação é “ambígua e conflituante”.
Carro usado no crime foi achado incendiado Reprodução/TV Globo Os cinco réus suspeitos participaram da execução do policial civil Carlos José Queirós Viana, em outubro do ano passado, também respondeu na Justiça do Rio por usarem uma placa clonada de um veículo de São José dos Campos. O crime ocorreu em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a mais de 350 km de distância da cidade do interior paulista. Carlos José Queirós, assassinado na porta de casa em Niterói, na Região Metropolitana do Rio Reprodução/TV Globo As investigações da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) apontaram que um anúncio no Facebook, em um grupo de classificado, mostrou um Onix Branco de 2015 à venda, junto com a placa do carro. Segundo as investigações, os criminosos viram o anúncio, adquiriram um veículo do mesmo modelo e clonaram sua placa para realizar a vigilância de Carlos José Queirós Viana, que morava em Piratininga, em Niterói, quando foi assassinado em outubro de 2025. Policial foi executado na porta de casa em Niterói, no Rio de Janeiro Reprodução Cinco homens estão presos acusados pelos seguintes crimes, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público: Fábio de Oliveira Ramos, policial militar do 3º BPM (Méier), por seguir a vítima Felipe Ramos Noronha, policial militar do 15º BPM (Duque de Caxias), preso no carro de fuga Mayck Júnior Pfister Pedro; por seguir os passos da vítima Dênis da Silva Costa; atuoso como “batedor” após o homicídio José Gomes da Rocha Neto, apontou como chefe do grupo Fabio de Oliveira Ramos, Felipe Ramos Noronha e Mayck Junior Pfister Pedro Reprodução Procurados, como defesas de todos eles negam as acusações. (Leia mais ao final do texto). A investigação revelou ainda que duas pistolas apreendidas com os primeiros 3 presos foram usadas em outros dois homicídios: Cristiano de Souza, 50 anos, dono de uma tabacaria no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio, em 2023, e no assassinato de Antônio Gaspazianni Chaves, de 33 anos, do proprietário de um bar em Vila Isabel, na Zona Norte, em 2024. A morte de Cristiano de Souza possui ligação com a máfia dos cigarros ilegais no Rio de Janeiro. Já o assassinato de Gaspazianni possui ligação com problemas da vítima com o jogo do bicho na região. A Delegacia de Homicídios segue as investigações para identificar um possível mandante e a motivação do crime. Clonagem comprovada; descobertas descobertas em placas Polícia Civil prende mais um suspeito do assassinato de policial civil em Piratininga Divulgação A clonagem foi comprovada depois que o sistema de monitoramento da Polícia Rodoviária Federal filmou o veículo com a placa original circulando na cidade de origem, São José dos Campos, enquanto o clone estava sendo usado para executar o policial civil. Quando os crimes colocaram fogo no Ônix branco e se prepararam para fugir em um Jeep Compass, a polícia prendeu os PMs Fábio de Oliveira Ramos e Felipe Ramos Noronha, além de Mayck Júnior Pfister Pedro. O Ônix branco com placa clonada foi monitorado desde Niterói, onde o crime aconteceu, até Duque de Caxias, onde os suspeitos foram detidos. No Jeep Compass, os policiais encontraram uma bolsa com placas clonadas. Um pedregulho, que também estava no carro, seria usado para afundar a bolsa e evitar que as placas caíssem. A análise das placas permitiu que a DH de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí encontrasse o quarto suspeito de envolvimento no caso: Dênis da Silva Costa foi identificado graças ao encontro de duas digitais nas placas clonadas que a polícia apreendeu. As investigações apontam que Dênis serviu como um “batedor” para os executores da polícia civil. Vídeo mostra policial civil sendo executado em Niterói, Rio As gravações mostram uma moto e um carro branco saindo de uma rua em Duque de Caxias. Em seguida, os veículos passam pelo pedágio da Ponte Rio-Niterói sem pagar e seguem até Piratininga, onde ocorre a execução. A carona do carro dispara várias vezes contra a vítima. No trajeto de volta, a moto acompanha o carro dos executores. Em outro momento, o mesmo motociclista também passa por um pedágio em Magé sem efetuar o pagamento. Outra imagem mostra uma moto à frente do carro até uma estrada de terra em Xerém, onde o veículo foi encontrado incendiado. Quinto suspeito preso Kiko foi preso na Ilha do Governador Divulgação/PCERJ O último preso pelo crime, segundo as investigações, foi apontado como o chefe do grupo responsável por seguir os passos da vítima e executar o policial civil. Carlos vinha sendo monitorado há mais de um mês, de acordo com a Polícia Civil. José Gomes da Rocha Neto, conhecido como Kiko, participou do planejamento do homicídio. De acordo com o investigador, ele obteve informações sobre o período de monitoramento da vítima, realizado meses antes do crime, além de detalhes sobre o dia da execução e a queima do veículo utilizado na ação criminosa. As análises do telefone do PM Fábio de Oliveira apontam que Kiko fez uma chamada de vídeo com ele por volta das 10h30 do dia da execução da vítima. Poucos minutos depois, Fábio, Mayck e Felipe foram presos em flagrante por participação no crime. A polícia também encontrou ligações constantes entre Fábio e Kiko em setembro do ano passado, quando a vítima estava sendo monitorada. Kiko é investigado por suspeita de ser uma das principais seguranças do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, preso em fevereiro em Cabo Frio. Nas investigações da “Operação Smoke Free”, da Polícia Federal, o nome de Kiko aparece em uma lista como um dos seguranças do contraventor. Segundo dados da planilha, ele recebeu R$ 9,5 mil mensais em junho de 2021. Argumentos das defesas Procurada pelo g1, a defesa de José Gomes da Rocha Neto afirma que as ligações de Kiko para Fábio não caracterizavam atividade de comando, e que tinham cunho totalmente pessoal, sem nenhuma ligação com o crime. O advogado de defesa dele também afirmou que não há elementos que conectem seu cliente a crimes, tanto o homicídio quanto à clonagem da placa do carro, e que outros argumentos serão apresentados durante o processo. No processo, a defesa de Dênis da Silva Costa pede a sua absolvição sumária, alegando que as acusações contra seu cliente são frágeis e que o Ministério Público não individualizou a conduta de Dênis nos crimes. A defesa de Mayck Junior diz que a denúncia do MP é genérica, além de ressaltar que ele é réu primário e trabalhador como motorista de aplicativo. A defesa de Fábio de Oliveira Ramos afirma que ele estava em um padaria em Duque de Caxias no momento da execução. Já a defesa de Felipe Ramos Noronha afirma que a acusação é “ambígua e conflituante”.[/gpt3]

Tags: carroClonageminteriormorteniteróiplacapolicialporrespondeuréustambém
Postagem Anterior

Casos de gripe dobram no Rio e vacinação é intensificada

Próxima Postagem

Força Municipal ampliação patrulhamento para Cinelândia e Central

Próxima Postagem
Força Municipal ampliação patrulhamento para Cinelândia e Central

Força Municipal ampliação patrulhamento para Cinelândia e Central

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

Ponte Net 98 8103-4969

https://redebcn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-28-at-10.23.20-1.mp4

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

BCN PORTAL DE NOTÍCIAS

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile