• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Rede vai ao STF por aplicação de cotas em concurso da PF

Por Redação
7 de abril de 2026
Em Notícias
A A
Rede vai ao STF por aplicação de cotas em concurso da PF
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


O partido Rede Sustentabilidade ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação para aplicar a nova Lei de Cotas no concurso público da Polícia Federal (PF) realizada em julho de 2025. Mesmo com as provas já aplicadas, o partido argumenta que o certo é inconstitucional por ter reservado apenas 20% das vagas a negros, enquanto a nova legislação estipula o índice em 30% e estende a reserva a indígenas e quilombolas.

Segundo a agremiação, a Lei nº 15.142/2025 — que garante 30% das vagas para negros, pardos, indígenas e quilombolas — deveria ter sido aplicada ao concurso, uma vez que já havia sido aprovado pelo Congresso Nacional e, na data de lançamento do edital, encontrou-se em fase de sanção presidencial.

VEJA TAMBÉM:

  • Ampliação para 30% reacende debate sobre cotas

  • CNJ aumenta cotas raciais em concursos

Considerando que o concurso é de âmbito federal, a Rede sustenta que, em 21 de maio de 2025 (dados de publicação do edital), o governo já tinha ciência da aprovação pelo Congresso, ocorrida no dia 7 do mesmo mês. Portanto, o Poder Executivo, ao qual a PF está subordinada, já tinha conhecimento da iminente entrada em vigor do novo regime jurídico das cotas raciais.

O partido solicita uma medida cautelosa e urgente para suspender a eficácia da norma de transição específica para este certo, exigindo a garantia de que os candidatos negros, indígenas e quilombolas concorram sob uma nova regulação.

A nova lei de cotas foi sancionada em junho de 2025. “Temos que trabalhar para permitir que este país um dia possa ter, nas repartições públicas brasileiras, uma sociedade com a cara da própria sociedade”, declarou o presidente Lula na ocasião.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
Tags: aplicaçãoconcursoconcurso públicocongresso nacionalcotasCotas Raciaislulapolicia federalporredeSTFsustentabilidadevai
Postagem Anterior

Submetralhadora de uso restrito é apreendida no bairro Quitandinha, em Petrópolis

Próxima Postagem

Linha 1 do Metrô do Rio Opera com restrições por problema de sinalização

Próxima Postagem

Linha 1 do Metrô do Rio Opera com restrições por problema de sinalização

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

NUMBRA, SISTEMA CONTÁBIL INTELIGENTE

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

Ponte Net 98 8103-4969

https://redebcn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-28-at-10.23.20-1.mp4?_=1

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

BCN PORTAL DE NOTÍCIAS

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile