Quase 20 dias após decreto, bicicletas elétricas e ciclomotores são flagrados em locais proibidos
[/gpt3]
Quase 20 dias após decreto, bicicletas elétricas e ciclomotores são flagrados em locais proibidos Há quase 20 dias em vigor, o decreto que regulamenta a circulação de bicicletas elétricas no Rio ainda esbarra na falta de conscientização dos condutores e de fiscalização. O RJ2 flagrou o desrespeito às regras em diferentes pontos da cidade, inclusive em túneis e viadutos. No Túnel Santa Bárbara, onde o limite de velocidade é de 80 km/h, uma bicicleta elétrica circula entre carros. A mesma situação foi registrada com um entregador de aplicativo. Já no Túnel Zuzu Angel, um ciclomotor aparece ultrapassando veículos. Na Zona Oeste, uma mulher conduz o veículo pela faixa da esquerda, contrariando as normas de circulação. “Tem que andar na faixa da direita, mas olha só onde a pessoa anda”, comentou um pedestre. Outras imagens mostram um ciclista cruzando a pista no Elevado do Gasômetro e uma bicicleta trafegando na contramão da faixa exclusiva do BRT. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Bicicleta elétrica circula em túnel no Rio Reprodução/TV Globo Cadê a fiscalização? Na Lagoa Rodrigo de Freitas e em Botafogo, na Zona Sul, os ciclomotores continuam circulando nas ciclovias, mesmo com regras específicas em vigor. No começo do mês, um decreto da Prefeitura do Rio distribuiu novas normas para a circulação de bicicletas elétricas, patinetes e ciclomotores. O texto considera como bicicleta elétrica equipamentos com pedal e enquadramento como ciclomotores veículos autopropelidos com acelerador e sem pedal assistido. As regras são claras: nas calçadas, a circulação desses veículos é proibida, salvo abordagens com sinalização e limite de 6 km/h, com prioridade para pedestres. As ciclovias são destinadas apenas a bicicletas elétricas e patinetes, com limite de 25 km/h. Ciclomotores precisam ser emplacados Reprodução/TV Globo Em vias com limite de até 40 km/h, todos podem circular pelo canto direito. Já em vias de até 60 km/h, apenas ciclomotores são permitidos. Acima dessa velocidade, a circulação é proibida para todos esses veículos. Em ruas com faixa BRS, exclusiva para ônibus, nenhum deles pode trafegar. O decreto também exige o uso de capacete e determina que os ciclomotores tenham registo, colocação e habilitação na categoria A. As novas regras completaram mais de duas semanas. Mas na prática, basta circular pelas ruas e ciclovias da cidade para ouvir reclamações e perceber a preocupação de quem divide espaço com a imprudência. LEIA TAMBÉM: Bicicleta elétrica, autopropelida ou ciclomotor? Guia com 57 modelos mostra como identificar e saber onde circular no Rio Quem tem prioridade no trânsito? Entenda regras para pedestres, ciclistas e motoristas Ciclistas enfrentam vias rápidas e com poucas ciclovias no Rio; mapa mostra regiões mais perigosas Mais ciclovias, menos carros e integração: o que Bogotá ensina ao Rio em mobilidade por bicicleta Atendimentos a ciclistas vítimas de acidentes na rede pública do Rio crescem 34% em 1 ano Mais acidentes com ciclistas Bicicletas circulam entre pedestres no Rio Reprodução/TV Globo Assim como os flagrantes, os acidentes também são mais frequentes. Os atendimentos a ciclistas na rede pública de saúde do Rio cresceram 34% em 1 ano: foram 3.556 registros em 2024 e 4.764 em 2025. Em 2026, os números ainda são parciais, mas já somam 1.412 atendimentos, mantendo uma tendência de alta proporcional. Os dados estão no Painel de Acidentes de Transporte Terrestre da prefeitura. Os atendimentos a feridos em acidentes com patinetes também dispararam: de 69 em 2024 para 127 em 2025, um aumento de 84%. Entre as vítimas está Carolina Souza Brasil, internada no Hospital Municipal Miguel Couto, sem previsão de alta. Ela foi atropelada por uma bicicleta elétrica ao descer de uma moto e fraturou a tíbia em quatro partes. “Assim que eu terminei de pagar eu senti a pancada, que vinha alguém, eu não olhei para os lados. Vinha alguém com a bicicleta motorizada, aquelas motos, aí me bateu. Quando eu vi, já estava no chão”, conta. O que diz a Prefeitura do Rio A Prefeitura do Rio disse que realiza, em média, oito operações educacionais e de fiscalização por dia e que as ações acontecem nos bairros das zonas Sudoeste, Norte e Sul, com a participação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), CET-Rio, Guarda Municipal e Assistência Social. Segundo a prefeitura, cerca de 16 mil pessoas já foram abordadas e orientadas, com objetivo de esclarecer as regras e reduzir acidentes com bicicletas elétricas.
Quase 20 dias após decreto, bicicletas elétricas e ciclomotores são flagrados em locais proibidos Há quase 20 dias em vigor, o decreto que regulamenta a circulação de bicicletas elétricas no Rio ainda esbarra na falta de conscientização dos condutores e de fiscalização. O RJ2 flagrou o desrespeito às regras em diferentes pontos da cidade, inclusive em túneis e viadutos. No Túnel Santa Bárbara, onde o limite de velocidade é de 80 km/h, uma bicicleta elétrica circula entre carros. A mesma situação foi registrada com um entregador de aplicativo. Já no Túnel Zuzu Angel, um ciclomotor aparece ultrapassando veículos. Na Zona Oeste, uma mulher conduz o veículo pela faixa da esquerda, contrariando as normas de circulação. “Tem que andar na faixa da direita, mas olha só onde a pessoa anda”, comentou um pedestre. Outras imagens mostram um ciclista cruzando a pista no Elevado do Gasômetro e uma bicicleta trafegando na contramão da faixa exclusiva do BRT. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Bicicleta elétrica circula em túnel no Rio Reprodução/TV Globo Cadê a fiscalização? Na Lagoa Rodrigo de Freitas e em Botafogo, na Zona Sul, os ciclomotores continuam circulando nas ciclovias, mesmo com regras específicas em vigor. No começo do mês, um decreto da Prefeitura do Rio distribuiu novas normas para a circulação de bicicletas elétricas, patinetes e ciclomotores. O texto considera como bicicleta elétrica equipamentos com pedal e enquadramento como ciclomotores veículos autopropelidos com acelerador e sem pedal assistido. As regras são claras: nas calçadas, a circulação desses veículos é proibida, salvo abordagens com sinalização e limite de 6 km/h, com prioridade para pedestres. As ciclovias são destinadas apenas a bicicletas elétricas e patinetes, com limite de 25 km/h. Ciclomotores precisam ser emplacados Reprodução/TV Globo Em vias com limite de até 40 km/h, todos podem circular pelo canto direito. Já em vias de até 60 km/h, apenas ciclomotores são permitidos. Acima dessa velocidade, a circulação é proibida para todos esses veículos. Em ruas com faixa BRS, exclusiva para ônibus, nenhum deles pode trafegar. O decreto também exige o uso de capacete e determina que os ciclomotores tenham registo, colocação e habilitação na categoria A. As novas regras completaram mais de duas semanas. Mas na prática, basta circular pelas ruas e ciclovias da cidade para ouvir reclamações e perceber a preocupação de quem divide espaço com a imprudência. LEIA TAMBÉM: Bicicleta elétrica, autopropelida ou ciclomotor? Guia com 57 modelos mostra como identificar e saber onde circular no Rio Quem tem prioridade no trânsito? Entenda regras para pedestres, ciclistas e motoristas Ciclistas enfrentam vias rápidas e com poucas ciclovias no Rio; mapa mostra regiões mais perigosas Mais ciclovias, menos carros e integração: o que Bogotá ensina ao Rio em mobilidade por bicicleta Atendimentos a ciclistas vítimas de acidentes na rede pública do Rio crescem 34% em 1 ano Mais acidentes com ciclistas Bicicletas circulam entre pedestres no Rio Reprodução/TV Globo Assim como os flagrantes, os acidentes também são mais frequentes. Os atendimentos a ciclistas na rede pública de saúde do Rio cresceram 34% em 1 ano: foram 3.556 registros em 2024 e 4.764 em 2025. Em 2026, os números ainda são parciais, mas já somam 1.412 atendimentos, mantendo uma tendência de alta proporcional. Os dados estão no Painel de Acidentes de Transporte Terrestre da prefeitura. Os atendimentos a feridos em acidentes com patinetes também dispararam: de 69 em 2024 para 127 em 2025, um aumento de 84%. Entre as vítimas está Carolina Souza Brasil, internada no Hospital Municipal Miguel Couto, sem previsão de alta. Ela foi atropelada por uma bicicleta elétrica ao descer de uma moto e fraturou a tíbia em quatro partes. “Assim que eu terminei de pagar eu senti a pancada, que vinha alguém, eu não olhei para os lados. Vinha alguém com a bicicleta motorizada, aquelas motos, aí me bateu. Quando eu vi, já estava no chão”, conta. O que diz a Prefeitura do Rio A Prefeitura do Rio disse que realiza, em média, oito operações educacionais e de fiscalização por dia e que as ações acontecem nos bairros das zonas Sudoeste, Norte e Sul, com a participação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), CET-Rio, Guarda Municipal e Assistência Social. Segundo a prefeitura, cerca de 16 mil pessoas já foram abordadas e orientadas, com objetivo de esclarecer as regras e reduzir acidentes com bicicletas elétricas.[/gpt3]

/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/X/WnPTQOSuebnJl6JAe8Uw/l7nnon2026.jpg)









Deixe o Seu Comentário