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Qual o maior campeão do carnaval carioca? E da Sapucaí? E qual o carnavalesco mais vencedor? Veja curiosidades

Por Redação
18 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Qual o maior campeão do carnaval carioca? E da Sapucaí? E qual o carnavalesco mais vencedor? Veja curiosidades
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Qual o maior campeão do carnaval carioca? E da Sapucaí? E qual o carnavalesco mais vencedor? Veja curiosidades
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Grupo Especial do Rio ganha subquesitos na purificação Desde 1932, as escolas de samba do Rio de Janeiro disputam o carnaval. Nesta Quarta-Feira de Cinzas (18), os foliões vão conhecer mais uma campeã. Em 94 anos de desfiles, a Portela é a recordista, com 22 títulos, seguida de perto pela Estação Primeira de Mangueira, com 20 triunfos. Antes isoladas no topo do ranking dos carnavais, a Águia e a Verde e Rosa veem a Beija-Flor de Nilópolis se aproximar ano a ano. O Azul e Branca da Baixada Fluminense chegou no ano passado à 15ª vitória. Dez desses 15 campeonatos da Beija-Flor, aliás, foram na Marquês de Sapucaí, o que faz de Nilópolis a soberana da Era Sambódromo — de 1984 para cá. A Mangueira vem logo atrás, com 8, enquanto a Portela só teve 2 vitórias nesse período. Veja mais curiosidades da disputa. LEIA MAIS: Grupo Especial do Rio ganha 26 subquesitos na apuração Veja as novas regras de julgamento Sem celular e isolados em hotel: como vivem os jurados do carnaval do Rio Maior jejum de vitórias O Acadêmicos do Salgueiro não vence desde 2009, com “Tambor”. São 16 anos sem levantar uma taça. Para ter uma ideia do tamanho do jejum, naquele ano Viviane Araújo fez seu 2º desfile à frente da Furiosa. A maior seca da história é da Unidos da Tijuca. Campeão em 1936, o Borel só voltou a ganhar 74 anos depois, em 2010, com Paulo Barros. O Pavão, no entanto, não precisou esperar tanto para voltar a vencer e tocou a taça em 2012 e em 2014, somando 4 títulos. 2009- Viviane Araújo em seu segundo ano no Salgueiro Acervo TV Globo Jejum particular Na Quarta-Feira de Cinzas de 2017, a Portela finalmente vencia um carnaval após mais de 30 anos. Semanas depois, porém, quando a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) divulgou o mapa de notas, descobriu-se um erro no lançamento no envelope. No recálculo, a Mocidade Independente surgiu na frente de todos, e o título seria de Padre Miguel. As coirmãs, no entanto, decidiram em plenária dividir o título. A Águia não gostou, mas foi voto vencido. A mesma coisa aconteceu em 1984, ano da estreia do Sambódromo (saiba mais abaixo), e em 1980 (quando a Portela empatou no topo com Beija-Flor e Imperatriz). A última vez que a Portela ganhou sozinha o carnaval do Rio foi em 1970. Você já tinha nascido? Membros da Portela festejam na quadra da escola com o troféu pela vitória do carnaval de 2017 Alexandre Durão / G1 O supercampeonato de 1984 Naquele ano, quando a Marquês de Sapucaí ganhou os contornos atuais, 3 títulos foram disputados, incluindo um inédito — e nunca mais repetido — supercampeonato. Até então, as escolas saíram na mesma noite, em uma maratona de horas que terminava com dia claro. Em 1984, então, decidiu-se desmembrar o desfile no domingo e na segunda-feira, com 7 agremiações brigando por uma taça em cada noite. As 3 mais bem colocadas de cada grupo, incluindo a “campeã”, passandom para uma “final” no Sábado das Campeãs. Ali, os quesitos Alegorias e Adereços, Enredo e Fantasias não foram julgados — sobrando justamente os fundamentos de “chão”, como Harmonia e Evolução. E a Mangueira venceu novamente, com a Portela no vice. Sem títulos Das 12 escolas de 2026, 2 jamais venceram o Grupo Especial: a Acadêmicos de Niterói, egressa da Série Ouro, e a Paraíso do Tuiuti. A Azul e Amarela chegou perto em 2018, com um vice, a 0,1 ponto atrás da campeã, a Beija-Flor. Joãosinho Trinta em desfile da Beija-Flor de Nilópolis em 1985 Reprodução/ TV Globo Joãosinho, o imbatível Joãosinho Trinta é o carnavalesco recordista de campeonatos. Tem 9. E esse título não será batido este ano. O único presente na lista dos maiores campeões que concorreram este ano é Renato Lage, com 4 vitórias. Muitos desse ranking já morreram, como Arlindo Rodrigues (8), Laíla (8) e Rosa Magalhães (7). Colegas de Laíla da Comissão de Carnaval da Beija-Flor, Fran-Sérgio e Ubiratan Silva também têm 8 vitórias, mas não figuram como carnavalescos em 2026 por nenhuma escola.
Grupo Especial do Rio ganha subquesitos na purificação Desde 1932, as escolas de samba do Rio de Janeiro disputam o carnaval. Nesta Quarta-Feira de Cinzas (18), os foliões vão conhecer mais uma campeã. Em 94 anos de desfiles, a Portela é a recordista, com 22 títulos, seguida de perto pela Estação Primeira de Mangueira, com 20 triunfos. Antes isoladas no topo do ranking dos carnavais, a Águia e a Verde e Rosa veem a Beija-Flor de Nilópolis se aproximar ano a ano. O Azul e Branca da Baixada Fluminense chegou no ano passado à 15ª vitória. Dez desses 15 campeonatos da Beija-Flor, aliás, foram na Marquês de Sapucaí, o que faz de Nilópolis a soberana da Era Sambódromo — de 1984 para cá. A Mangueira vem logo atrás, com 8, enquanto a Portela só teve 2 vitórias nesse período. Veja mais curiosidades da disputa. LEIA MAIS: Grupo Especial do Rio ganha 26 subquesitos na apuração Veja as novas regras de julgamento Sem celular e isolados em hotel: como vivem os jurados do carnaval do Rio Maior jejum de vitórias O Acadêmicos do Salgueiro não vence desde 2009, com “Tambor”. São 16 anos sem levantar uma taça. Para ter uma ideia do tamanho do jejum, naquele ano Viviane Araújo fez seu 2º desfile à frente da Furiosa. A maior seca da história é da Unidos da Tijuca. Campeão em 1936, o Borel só voltou a ganhar 74 anos depois, em 2010, com Paulo Barros. O Pavão, no entanto, não precisou esperar tanto para voltar a vencer e tocou a taça em 2012 e em 2014, somando 4 títulos. 2009- Viviane Araújo em seu segundo ano no Salgueiro Acervo TV Globo Jejum particular Na Quarta-Feira de Cinzas de 2017, a Portela finalmente vencia um carnaval após mais de 30 anos. Semanas depois, porém, quando a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) divulgou o mapa de notas, descobriu-se um erro no lançamento no envelope. No recálculo, a Mocidade Independente surgiu na frente de todos, e o título seria de Padre Miguel. As coirmãs, no entanto, decidiram em plenária dividir o título. A Águia não gostou, mas foi voto vencido. A mesma coisa aconteceu em 1984, ano da estreia do Sambódromo (saiba mais abaixo), e em 1980 (quando a Portela empatou no topo com Beija-Flor e Imperatriz). A última vez que a Portela ganhou sozinha o carnaval do Rio foi em 1970. Você já tinha nascido? Membros da Portela festejam na quadra da escola com o troféu pela vitória do carnaval de 2017 Alexandre Durão / G1 O supercampeonato de 1984 Naquele ano, quando a Marquês de Sapucaí ganhou os contornos atuais, 3 títulos foram disputados, incluindo um inédito — e nunca mais repetido — supercampeonato. Até então, as escolas saíram na mesma noite, em uma maratona de horas que terminava com dia claro. Em 1984, então, decidiu-se desmembrar o desfile no domingo e na segunda-feira, com 7 agremiações brigando por uma taça em cada noite. As 3 mais bem colocadas de cada grupo, incluindo a “campeã”, passandom para uma “final” no Sábado das Campeãs. Ali, os quesitos Alegorias e Adereços, Enredo e Fantasias não foram julgados — sobrando justamente os fundamentos de “chão”, como Harmonia e Evolução. E a Mangueira venceu novamente, com a Portela no vice. Sem títulos Das 12 escolas de 2026, 2 jamais venceram o Grupo Especial: a Acadêmicos de Niterói, egressa da Série Ouro, e a Paraíso do Tuiuti. A Azul e Amarela chegou perto em 2018, com um vice, a 0,1 ponto atrás da campeã, a Beija-Flor. Joãosinho Trinta em desfile da Beija-Flor de Nilópolis em 1985 Reprodução/ TV Globo Joãosinho, o imbatível Joãosinho Trinta é o carnavalesco recordista de campeonatos. Tem 9. E esse título não será batido este ano. O único presente na lista dos maiores campeões que concorreram este ano é Renato Lage, com 4 vitórias. Muitos desse ranking já morreram, como Arlindo Rodrigues (8), Laíla (8) e Rosa Magalhães (7). Colegas de Laíla da Comissão de Carnaval da Beija-Flor, Fran-Sérgio e Ubiratan Silva também têm 8 vitórias, mas não figuram como carnavalescos em 2026 por nenhuma escola.[/gpt3]

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