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Projeto usa futebol para ensinar liderança, autoestima e direitos às meninas do Rio

Por Redação
14 de junho de 2026
Em Notícias
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Projeto usa futebol para ensinar liderança, autoestima e direitos às meninas do Rio
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Projeto usa futebol para ensinar liderança, autoestima e direitos às meninas do Rio
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Projeto usa futebol para ensinar liderança, autoestima e direitos a meninas do Rio Um grupo de meninas das zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro aprende futebol em um projeto social que vai além das quatro linhas. O Pretas em Campo, desenvolvido pela ONG Empodera, atende cerca de 130 meninas e adolescentes de Santa Cruz e Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste, e da Ilha do Governador, na Zona Norte. Além dos fundamentos do esporte, os participantes discutem temas como racismo, violência de gênero, autoestima, liderança e direitos. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. O Pretas em Campo atende cerca de 130 meninas e adolescentes Reprodução/TV Globo Segundo a fundadora da ONG, Jane Moura, o projeto surgiu para oferecer um espaço seguro para meninas que enfrentam barreiras sociais e preconceitos. “O Pretas em Campo vem como uma resposta, um lugar seguro, para que elas de fato desenvolvam sua autoestima e ocupem espaços que não são ocupados geralmente por elas por uma questão de pressão e de preconceito. O projeto conecta a prática do futebol como ferramenta de empoderamento dessas meninas”, afirmou. Nas aulas, o futebol é usado como ferramenta educativa. Enquanto aprendem regras e fundamentos do jogo, como impedimento, escanteio ou falta, as alunas também refletem sobre questões sociais que fazem parte da realidade delas — racismo, violência de gênero, autoestima e direitos. Uma das participantes conta que as atividades ajudaram a ampliar sua visão sobre o papel das mulheres no esporte e a convivência com outras pessoas. “Eu aprendi o meu lugar de mulher no esporte, e foi muito legal. Aprendi a me dar melhor com as pessoas também”, disse. O Pretas em Campo atende cerca de 130 meninas e adolescentes Reprodução/TV Globo Futebol e conscientização A ex-aluna da ONG, Kathely Martins, de 24 anos, moradora da Timbau, no Complexo da Maré, hoje atua como técnica e professora do projeto. Ela explica como os temas sociais são incorporados aos exercícios esportivos. “A gente pega um fundamento como o passe e vai fazer uns exercícios de condução com bola. Vamos até um cone, onde há um quadradinho com uma informação. Se eu quero falar sobre discriminação, vou pegar várias frases discriminatórias e coloco nesse cone”, explicou. “Elas fazem a condução. Chegaram no cone? Pega essa informação, dá o passe e volta correndo. É o fundamento com temática. Depois, elas vão dar nome às coisas. É racismo estrutural? Racismo recreativo? Então a gente vai construindo as temáticas por meio do fundamento.” Projeto gratuito O ciclo completo do Pretas em Campo dura 2 anos e é totalmente gratuito. Os participantes recebem uniforme, lanche, vale-refeição e auxílio para transporte. As inscrições são abertas sempre no início do ano. As vagas para as turmas de 2026 já foram preenchidas.
Projeto usa futebol para ensinar liderança, autoestima e direitos a meninas do Rio Um grupo de meninas das zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro aprende futebol em um projeto social que vai além das quatro linhas. O Pretas em Campo, desenvolvido pela ONG Empodera, atende cerca de 130 meninas e adolescentes de Santa Cruz e Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste, e da Ilha do Governador, na Zona Norte. Além dos fundamentos do esporte, os participantes discutem temas como racismo, violência de gênero, autoestima, liderança e direitos. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. O Pretas em Campo atende cerca de 130 meninas e adolescentes Reprodução/TV Globo Segundo a fundadora da ONG, Jane Moura, o projeto surgiu para oferecer um espaço seguro para meninas que enfrentam barreiras sociais e preconceitos. “O Pretas em Campo vem como uma resposta, um lugar seguro, para que elas de fato desenvolvam sua autoestima e ocupem espaços que não são ocupados geralmente por elas por uma questão de pressão e de preconceito. O projeto conecta a prática do futebol como ferramenta de empoderamento dessas meninas”, afirmou. Nas aulas, o futebol é usado como ferramenta educativa. Enquanto aprendem regras e fundamentos do jogo, como impedimento, escanteio ou falta, as alunas também refletem sobre questões sociais que fazem parte da realidade delas — racismo, violência de gênero, autoestima e direitos. Uma das participantes conta que as atividades ajudaram a ampliar sua visão sobre o papel das mulheres no esporte e a convivência com outras pessoas. “Eu aprendi o meu lugar de mulher no esporte, e foi muito legal. Aprendi a me dar melhor com as pessoas também”, disse. O Pretas em Campo atende cerca de 130 meninas e adolescentes Reprodução/TV Globo Futebol e conscientização A ex-aluna da ONG, Kathely Martins, de 24 anos, moradora da Timbau, no Complexo da Maré, hoje atua como técnica e professora do projeto. Ela explica como os temas sociais são incorporados aos exercícios esportivos. “A gente pega um fundamento como o passe e vai fazer uns exercícios de condução com bola. Vamos até um cone, onde há um quadradinho com uma informação. Se eu quero falar sobre discriminação, vou pegar várias frases discriminatórias e coloco nesse cone”, explicou. “Elas fazem a condução. Chegaram no cone? Pega essa informação, dá o passe e volta correndo. É o fundamento com temática. Depois, elas vão dar nome às coisas. É racismo estrutural? Racismo recreativo? Então a gente vai construindo as temáticas por meio do fundamento.” Projeto gratuito O ciclo completo do Pretas em Campo dura 2 anos e é totalmente gratuito. Os participantes recebem uniforme, lanche, vale-refeição e auxílio para transporte. As inscrições são abertas sempre no início do ano. As vagas para as turmas de 2026 já foram preenchidas.[/gpt3]

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