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Projeto Praça Onze Maravilha vai à 2ª votação na Câmara do Rio sob críticas e mais de 180 emendas

Por Redação
13 de maio de 2026
Em Notícias
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Projeto Praça Onze Maravilha vai à 2ª votação na Câmara do Rio sob críticas e mais de 180 emendas
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Projeto Praça Onze Maravilha vai à 2ª votação na Câmara do Rio sob críticas e mais de 180 emendas
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Projeto Praça Onze Maravilha vai à 2ª votação na Câmara do Rio sob críticas e mais de 180 emendas A Câmara de Vereadores do Rio deve votar nesta terça-feira (12), em segunda discussão, o projeto Praça Onze Maravilha, proposta da Prefeitura do Rio que prevê uma ampla transformação urbanística na região central da cidade, incluindo a derrubada do Elevado 31 de Março e a remodelação do entorno do Sambódromo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O projeto já recebeu mais de 180 emendas parlamentares e mobilizou negociações entre vereadores e técnicos da prefeitura nos últimos dias. Apesar de a votação estar prevista para esta terça, membros da Câmara admitem que a análise pode acabar adiada para a próxima semana justamente por causa do volume de alterações apresentadas ao texto. Prefeitura lança o Praça Onze Maravilha A proposta foi aprovada em discussão na semana passada e ainda enfrentou resistência de moradores, urbanistas e primeiras entidades da sociedade civil. 180 emendas Nas últimas semanas, a prefeitura invejou técnicos à Câmara para discutir mudanças sugeridas pelos vereadores. Entre os pontos negociados está a redução do gabarito de prédios previstos no entorno do Sambódromo. O texto original permitia edifícios de até 30 andares na região, mas, após reclamações de moradores de Santa Teresa, a proposta passou a prever construções de até sete andares. “Pra nos, a preocupação e que santa Teresa é um bairro paisagístico, é um bairro que tem toda uma ambiência da natureza. um paredão desse erguido. noventa metros. se não me engano são 30 colunas, simplesmente você vai perder a vista, vai perder todo o contexto que é o prazer de viver aqui em santa Teresa. isso afeta a qualidade de vida do morador”, afirmou Orlando Lemos, presidente da Associação de Moradores de Santa Teresa. Projeto de revitalização da área do Sambódromo terá o ‘Boulevard do Samba’ Divulgação/Prefeitura do Rio Outra emenda negociada foi apresentada pelo vereador Pedro Duarte (PSD). O texto prevê destinação de recursos para regularização fundiária e reforma da Vila Operária, na Estácio, além da criação de um conselho participativo para acompanhar a execução do projeto. “A comparação mais próxima que nos temos e do Porto Maravilha. E uma operação que na época também envolveu a derrubada do elevado da perimetral. agora, seria o 31 de março e também essa grande revitalização urbana”, disse o vereador. O presidente da Câmara, Carlo Caiado (PSD), também apresentou uma emenda que determina que a Cidade do Samba Joãozinho Trinta poderá ser demolida após a construção de um novo espaço para receber as escolas de samba. Críticas da sociedade civil O projeto ainda enfrenta críticas de entidades ligadas ao urbanismo e ao patrimônio histórico. O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ) divulgou uma nota técnica solicitando a suspensão da tramitação da proposta. Projeto de revitalização da área do Sambódromo terá o ‘Boulevard do Samba’ Divulgação/Prefeitura do Rio Entre os principais questionamentos estão a ausência de um projeto urbanístico detalhado e dúvidas sobre os cálculos relacionados às contrapartidas apresentadas à iniciativa privada. “O projeto apresentado ainda precisa ser tardio para realmente a população entender o que está sendo apresentado ali. Falta um projeto urbano, como eu coloquei, mas faltam também restrições e normativas, assim como cálculos, para que se possa abrir as contrapartidas para o mercado”, afirmou Marcela Alba, presidente do IAB-RJ. A entidade também critica a previsão de incentivos urbanísticos e isenções fiscais sem detalhamento técnico completo sobre os impactos para a cidade. Prefeito rebate críticas Nesta segunda-feira (11), o prefeito Eduardo Cavaliere defendeu a proposta e afirmou que o debate público ajudou a aprimorar o texto. “O que a gente tem visto e um debate, franco, amplo, público, e que certamente vai aprimorar o projeto. esse e o papel da câmara”, afirmou o prefeito. Cavaliere também argumentou que a votação atual trata apenas da autorização legislativa para viabilizar a operação urbana e que os detalhes técnicos ainda serão aprofundados nas etapas futuras. “O detalhe técnico, o projeto executivo, como qualquer outro projeto urbanístico, ele vai ter ainda muito tempo para ser discutido, para ser detalhado”, disse. Ao comentar as críticas de entidades urbanísticas, o prefeito afirmou que é importante ampliar o debate. “É muito legítimo da sociedade que a sociedade debata, discuta e contribua com um projeto tão importante pra cidade”. Praça Onze Maravilha Lançado pela Prefeitura do Rio neste ano, o projeto Praça Onze Maravilha prevê uma ampla reestruturação urbana em uma área de cerca de 2,5 milhões de metros quadrados entre o Centro, Lapa, Catumbi, Estácio e Cidade Nova. Projeto Praça Onze Maravilha pretende demolir viaduto e revitalizar área do Sambódromo A principal intervenção é a demolição do Elevado 31 de Março, estrutura que liga o Centro à Zona Norte e corta a região do Sambódromo. Segundo a prefeitura, a ideia é reconectar áreas historicamente separadas pelo viaduto, em um modelo inspirado na derrubada da Perimetral, na região portuária. O plano prevê ainda novas vias, áreas verdes, equipamentos culturais, ampliação de calçadas, melhorias de condução, reforço da iluminação pública e um mergulhão entre as ruas Frei Caneca e Salvador de Sá. Sobre uma estrutura subterrânea será construída uma praça. A prefeitura também prevê a criação de novos empreendimentos iniciais e comerciais para estimular a ocupação permanente na região. O Sambódromo será fechado, mas terá acessos remodelados e modernização da infraestrutura. Praça Onze Maravilha: inspirado no porto, projeto para revitalizar área do Sambódromo romperá viaduto e terá espaço cultural de 40 mil m² Divulgação O investimento estimado é de R$ 1,75 bilhão, com financiamento integral por meio da iniciativa privada, através de concessões, PPPs e instrumentos urbanísticos. A previsão da prefeitura está concluindo as disciplinas até 2032.
Projeto Praça Onze Maravilha vai à 2ª votação na Câmara do Rio sob críticas e mais de 180 emendas A Câmara de Vereadores do Rio deve votar nesta terça-feira (12), em segunda discussão, o projeto Praça Onze Maravilha, proposta da Prefeitura do Rio que prevê uma ampla transformação urbanística na região central da cidade, incluindo a derrubada do Elevado 31 de Março e a remodelação do entorno do Sambódromo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O projeto já recebeu mais de 180 emendas parlamentares e mobilizou negociações entre vereadores e técnicos da prefeitura nos últimos dias. Apesar de a votação estar prevista para esta terça, membros da Câmara admitem que a análise pode acabar adiada para a próxima semana justamente por causa do volume de alterações apresentadas ao texto. Prefeitura lança o Praça Onze Maravilha A proposta foi aprovada em discussão na semana passada e ainda enfrentou resistência de moradores, urbanistas e primeiras entidades da sociedade civil. 180 emendas Nas últimas semanas, a prefeitura invejou técnicos à Câmara para discutir mudanças sugeridas pelos vereadores. Entre os pontos negociados está a redução do gabarito de prédios previstos no entorno do Sambódromo. O texto original permitia edifícios de até 30 andares na região, mas, após reclamações de moradores de Santa Teresa, a proposta passou a prever construções de até sete andares. “Pra nos, a preocupação e que santa Teresa é um bairro paisagístico, é um bairro que tem toda uma ambiência da natureza. um paredão desse erguido. noventa metros. se não me engano são 30 colunas, simplesmente você vai perder a vista, vai perder todo o contexto que é o prazer de viver aqui em santa Teresa. isso afeta a qualidade de vida do morador”, afirmou Orlando Lemos, presidente da Associação de Moradores de Santa Teresa. Projeto de revitalização da área do Sambódromo terá o ‘Boulevard do Samba’ Divulgação/Prefeitura do Rio Outra emenda negociada foi apresentada pelo vereador Pedro Duarte (PSD). O texto prevê destinação de recursos para regularização fundiária e reforma da Vila Operária, na Estácio, além da criação de um conselho participativo para acompanhar a execução do projeto. “A comparação mais próxima que nos temos e do Porto Maravilha. E uma operação que na época também envolveu a derrubada do elevado da perimetral. agora, seria o 31 de março e também essa grande revitalização urbana”, disse o vereador. O presidente da Câmara, Carlo Caiado (PSD), também apresentou uma emenda que determina que a Cidade do Samba Joãozinho Trinta poderá ser demolida após a construção de um novo espaço para receber as escolas de samba. Críticas da sociedade civil O projeto ainda enfrenta críticas de entidades ligadas ao urbanismo e ao patrimônio histórico. O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ) divulgou uma nota técnica solicitando a suspensão da tramitação da proposta. Projeto de revitalização da área do Sambódromo terá o ‘Boulevard do Samba’ Divulgação/Prefeitura do Rio Entre os principais questionamentos estão a ausência de um projeto urbanístico detalhado e dúvidas sobre os cálculos relacionados às contrapartidas apresentadas à iniciativa privada. “O projeto apresentado ainda precisa ser tardio para realmente a população entender o que está sendo apresentado ali. Falta um projeto urbano, como eu coloquei, mas faltam também restrições e normativas, assim como cálculos, para que se possa abrir as contrapartidas para o mercado”, afirmou Marcela Alba, presidente do IAB-RJ. A entidade também critica a previsão de incentivos urbanísticos e isenções fiscais sem detalhamento técnico completo sobre os impactos para a cidade. Prefeito rebate críticas Nesta segunda-feira (11), o prefeito Eduardo Cavaliere defendeu a proposta e afirmou que o debate público ajudou a aprimorar o texto. “O que a gente tem visto e um debate, franco, amplo, público, e que certamente vai aprimorar o projeto. esse e o papel da câmara”, afirmou o prefeito. Cavaliere também argumentou que a votação atual trata apenas da autorização legislativa para viabilizar a operação urbana e que os detalhes técnicos ainda serão aprofundados nas etapas futuras. “O detalhe técnico, o projeto executivo, como qualquer outro projeto urbanístico, ele vai ter ainda muito tempo para ser discutido, para ser detalhado”, disse. Ao comentar as críticas de entidades urbanísticas, o prefeito afirmou que é importante ampliar o debate. “É muito legítimo da sociedade que a sociedade debata, discuta e contribua com um projeto tão importante pra cidade”. Praça Onze Maravilha Lançado pela Prefeitura do Rio neste ano, o projeto Praça Onze Maravilha prevê uma ampla reestruturação urbana em uma área de cerca de 2,5 milhões de metros quadrados entre o Centro, Lapa, Catumbi, Estácio e Cidade Nova. Projeto Praça Onze Maravilha pretende demolir viaduto e revitalizar área do Sambódromo A principal intervenção é a demolição do Elevado 31 de Março, estrutura que liga o Centro à Zona Norte e corta a região do Sambódromo. Segundo a prefeitura, a ideia é reconectar áreas historicamente separadas pelo viaduto, em um modelo inspirado na derrubada da Perimetral, na região portuária. O plano prevê ainda novas vias, áreas verdes, equipamentos culturais, ampliação de calçadas, melhorias de condução, reforço da iluminação pública e um mergulhão entre as ruas Frei Caneca e Salvador de Sá. Sobre uma estrutura subterrânea será construída uma praça. A prefeitura também prevê a criação de novos empreendimentos iniciais e comerciais para estimular a ocupação permanente na região. O Sambódromo será fechado, mas terá acessos remodelados e modernização da infraestrutura. Praça Onze Maravilha: inspirado no porto, projeto para revitalizar área do Sambódromo romperá viaduto e terá espaço cultural de 40 mil m² Divulgação O investimento estimado é de R$ 1,75 bilhão, com financiamento integral por meio da iniciativa privada, através de concessões, PPPs e instrumentos urbanísticos. A previsão da prefeitura está concluindo as disciplinas até 2032.[/gpt3]

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