Prima de homem morto a tiros em Niterói questiona intenção de tiros: ‘Ele não era policial, por que ele estava com uma arma?’
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Procurado por morte de ajudante de pedreiro em Niterói se entrega à polícia O primeiro-ministro do ajudante de pedreiro Igor Pereira da Cruz, que tinha 29 anos e foi morto na madrugada deste domingo (24) em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, questionou o que deseja fazer durante uma cerimônia de despedida de parentes. Brayan Vianna Borges foi preso na tarde desta segunda (25) e disse que disparou “foi por brincadeira”. “Ele usou esse termo, que foi uma brincadeira. Brincadeira com arma de fogo não é brincadeira e aqui eu falo para todo mundo, quem usa arma é policial ou é bandido. Ele não era policial, por que ele tava com uma arma?”, questiona Viviane Amaral. O corpo de Igor foi enterrado nesta segunda-feira (25) no Cemitério do Maruí. Arrasados, os familiares questionam a motivação do crime. Igor e Brayan se conheciam desde a infância. “Acabou com a minha família, acabou. Ele acabou com a vida do meu filho”, lamenta o pai Nelson Soares da Cruz. A bala atravessou o braço da vítima e atingiu o abdômen, causando lesões no fígado e no coração. Igor morreu ao ser atingido por um tiro em um bar em Niterói, na Região Metropolitana do Rio Reprodução/ TV Globo Igor morava com a companheira e deixa uma filha de 3 anos. “Meu primo está morto, quem vai cuidar dessa criança? A mãe da criança não trabalha, depende do meu primo. Ele trabalhava de carteira assinada, era ajudante de pedreiro”, lamenta a prima. Parentes dizendo que o relaxamento inicialmente passou pelo local e cumpriu Igor. Algum tempo depois, retornou de carro, sacou a arma e atirou. Testemunhas afirmaram que, após o disparo, ele voltou e disse que tudo não passava de uma “brincadeira” e a arma acabou disparando. “Ele disse que foi brincadeira. E agora? Meu filho está ali [apontando para a capela]. Eu quero justiça. Ele matou meu filho”, afirmou o pai. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O caso é investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecedora as circunstâncias do crime. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop.
Procurado por morte de ajudante de pedreiro em Niterói se entrega à polícia O primeiro-ministro do ajudante de pedreiro Igor Pereira da Cruz, que tinha 29 anos e foi morto na madrugada deste domingo (24) em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, questionou o que deseja fazer durante uma cerimônia de despedida de parentes. Brayan Vianna Borges foi preso na tarde desta segunda (25) e disse que disparou “foi por brincadeira”. “Ele usou esse termo, que foi uma brincadeira. Brincadeira com arma de fogo não é brincadeira e aqui eu falo para todo mundo, quem usa arma é policial ou é bandido. Ele não era policial, por que ele tava com uma arma?”, questiona Viviane Amaral. O corpo de Igor foi enterrado nesta segunda-feira (25) no Cemitério do Maruí. Arrasados, os familiares questionam a motivação do crime. Igor e Brayan se conheciam desde a infância. “Acabou com a minha família, acabou. Ele acabou com a vida do meu filho”, lamenta o pai Nelson Soares da Cruz. A bala atravessou o braço da vítima e atingiu o abdômen, causando lesões no fígado e no coração. Igor morreu ao ser atingido por um tiro em um bar em Niterói, na Região Metropolitana do Rio Reprodução/ TV Globo Igor morava com a companheira e deixa uma filha de 3 anos. “Meu primo está morto, quem vai cuidar dessa criança? A mãe da criança não trabalha, depende do meu primo. Ele trabalhava de carteira assinada, era ajudante de pedreiro”, lamenta a prima. Parentes dizendo que o relaxamento inicialmente passou pelo local e cumpriu Igor. Algum tempo depois, retornou de carro, sacou a arma e atirou. Testemunhas afirmaram que, após o disparo, ele voltou e disse que tudo não passava de uma “brincadeira” e a arma acabou disparando. “Ele disse que foi brincadeira. E agora? Meu filho está ali [apontando para a capela]. Eu quero justiça. Ele matou meu filho”, afirmou o pai. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O caso é investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecedora as circunstâncias do crime. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop.[/gpt3]

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