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Prefeito de Rio das Ostras se reúne com governador em exercício

Por Redação
2 de maio de 2026
Em Notícias
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Prefeito de Rio das Ostras se reúne com governador em exercício
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Prefeito de Rio das Ostras se reúne com governador em exercício
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O encontro com o governador reuniu vários prefeitos Secom O presidente do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Região dos Lagos – CONDERLAGOS e prefeito de Rio das Ostras, Carlos Augusto Balthazar, foi recebido na tarde do dia 28, pelo governador em exercício do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto de Castro, para tratar dos impactos da possível redistribuição dos royalties do petróleo e das participações especiais. A reunião contou com a presença de representantes de outros consórcios intermunicipais e entidades do Estado. E deu continuidade à mobilização realizada no início do dia, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), durante audiência pública da Comissão de Orçamento, Finanças, Fiscalização Financeira e Controle da Alerj, que debateu os impactos fiscais e orçamentários das ações julgadas no Supremo Tribunal Federal. Como presidente do CONDERLAGOS, Carlos Augusto liderou ao governador a preocupação dos municípios da Região dos Lagos e, especialmente, das cidades do interior do Estado, que podem sofrer graves consequências caso avance a redistribuição prevista na Lei nº 12.734/2012. Segundo o prefeito, os royalties do petróleo não são privilégio, mas uma compensação constitucional aos municípios produtores e impactados pela atividade petrolífera. “Levamos ao governador a realidade dos municípios, principalmente do interior, que podem ser profundamente afetados por essa mudança. Rio das Ostras e outras cidades produtoras já convivem com a instabilidade provocada pela volatilidade do preço do barril de petróleo. Agora, uma redistribuição dessa dimensão pode comprometer serviços públicos, investimentos e a própria sustentabilidade financeira dos municípios”, destacou. Durante a reunião, o presidente do CONDERLAGOS colocou o consórcio à disposição do Governo do Estado para contribuir no que for necessário e atuar de forma conjunta na defesa dos interesses do Rio de Janeiro. “Nos colocamos à disposição para ajudar, dialogar e lutar contra essa injustiça. Essa não é uma pauta isolada de um município. É uma pauta do Estado do Rio de Janeiro, dos municípios produtores e de toda a população que depende dos serviços públicos sustentados por esses recursos”, afirmou. O governador em exercício, Ricardo Couto de Castro, expressou preocupação com os possíveis impactos da mudança e informou que irá a Brasília para defender os interesses do Estado do Rio de Janeiro. Segundo ele, é fundamental demonstrar como uma eventual redistribuição pode provocar um colapso histórico e sem precedentes nas finanças do Estado e dos municípios, afetando diretamente a população. JULGAMENTO – O julgamento da ADI 4917, que trata da redistribuição dos royalties do petróleo, está pautado no Supremo Tribunal Federal para o dia 6 de maio. A preocupação das autoridades e entidades é que a validação da lei provoque perdas bilionárias para o Rio de Janeiro, atingindo áreas essenciais como saúde, educação, segurança, infraestrutura e custódia dos serviços públicos. Para Carlos Augusto, a defesa dos royalties é também uma defesa da Constituição, do pacto federativo e da segurança jurídica. “Não podemos aceitar que os municípios produtores sejam penalizados por uma mudança que ignora os impactos reais da atividade petrolífera. Se essa lei entrar em vigor, o prejuízo será devastador. Estamos falando do futuro das cidades, da capacidade de manter serviços essenciais e da vida das pessoas. O Rio de Janeiro não pode colapsar”, concluiu.
O encontro com o governador reuniu vários prefeitos Secom O presidente do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Região dos Lagos – CONDERLAGOS e prefeito de Rio das Ostras, Carlos Augusto Balthazar, foi recebido na tarde do dia 28, pelo governador em exercício do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto de Castro, para tratar dos impactos da possível redistribuição dos royalties do petróleo e das participações especiais. A reunião contou com a presença de representantes de outros consórcios intermunicipais e entidades do Estado. E deu continuidade à mobilização realizada no início do dia, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), durante audiência pública da Comissão de Orçamento, Finanças, Fiscalização Financeira e Controle da Alerj, que debateu os impactos fiscais e orçamentários das ações julgadas no Supremo Tribunal Federal. Como presidente do CONDERLAGOS, Carlos Augusto liderou ao governador a preocupação dos municípios da Região dos Lagos e, especialmente, das cidades do interior do Estado, que podem sofrer graves consequências caso avance a redistribuição prevista na Lei nº 12.734/2012. Segundo o prefeito, os royalties do petróleo não são privilégio, mas uma compensação constitucional aos municípios produtores e impactados pela atividade petrolífera. “Levamos ao governador a realidade dos municípios, principalmente do interior, que podem ser profundamente afetados por essa mudança. Rio das Ostras e outras cidades produtoras já convivem com a instabilidade provocada pela volatilidade do preço do barril de petróleo. Agora, uma redistribuição dessa dimensão pode comprometer serviços públicos, investimentos e a própria sustentabilidade financeira dos municípios”, destacou. Durante a reunião, o presidente do CONDERLAGOS colocou o consórcio à disposição do Governo do Estado para contribuir no que for necessário e atuar de forma conjunta na defesa dos interesses do Rio de Janeiro. “Nos colocamos à disposição para ajudar, dialogar e lutar contra essa injustiça. Essa não é uma pauta isolada de um município. É uma pauta do Estado do Rio de Janeiro, dos municípios produtores e de toda a população que depende dos serviços públicos sustentados por esses recursos”, afirmou. O governador em exercício, Ricardo Couto de Castro, expressou preocupação com os possíveis impactos da mudança e informou que irá a Brasília para defender os interesses do Estado do Rio de Janeiro. Segundo ele, é fundamental demonstrar como uma eventual redistribuição pode provocar um colapso histórico e sem precedentes nas finanças do Estado e dos municípios, afetando diretamente a população. JULGAMENTO – O julgamento da ADI 4917, que trata da redistribuição dos royalties do petróleo, está pautado no Supremo Tribunal Federal para o dia 6 de maio. A preocupação das autoridades e entidades é que a validação da lei provoque perdas bilionárias para o Rio de Janeiro, atingindo áreas essenciais como saúde, educação, segurança, infraestrutura e custódia dos serviços públicos. Para Carlos Augusto, a defesa dos royalties é também uma defesa da Constituição, do pacto federativo e da segurança jurídica. “Não podemos aceitar que os municípios produtores sejam penalizados por uma mudança que ignora os impactos reais da atividade petrolífera. Se essa lei entrar em vigor, o prejuízo será devastador. Estamos falando do futuro das cidades, da capacidade de manter serviços essenciais e da vida das pessoas. O Rio de Janeiro não pode colapsar”, concluiu.[/gpt3]

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