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Porta-aviões dos EUA está no caminho do Rio em operação naval na América do Sul

Por Redação
22 de abril de 2026
Em Notícias
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Porta-aviões dos EUA está no caminho do Rio em operação naval na América do Sul
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Porta-aviões dos EUA está no caminho do Rio em operação naval na América do Sul
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USS Nimitz, da Marinha dos Estados Unidos, deve passar pelo Rio em maio Reprodução: Marinha dos Estados Unidos Um dos maiores navios de guerra do mundo vai passar pelo Rio de Janeiro nas próximas semanas. Os porta-aviões USS Nimitz (CVN 68) integram a operação Southern Seas 2026, da Marinha dos Estados Unidos, com previsão de chegada ao Brasil em maio. A missão é coordenada pela 4ª Frota dos EUA, vinculada ao Comando Sul dos Estados Unidos, e prevê a passagem de embarque pela capital fluminense durante o percurso pela América do Sul, segundo informações ligadas à operação. Exercícios e integração entre forças Além do Nimitz, participa também o caçador USS Gridley (DDG 101). A operação prevê exercícios no mar, intercâmbio entre especialistas e até a presença de autoridades estrangeiras a bordo para monitorar de perto o funcionamento de um grupo de ataque de porta-aviões. Entre os países envolvidos estão Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, México, El Salvador, Guatemala e Uruguai. Também programadas escalas portuárias ao longo da missão, incluindo paradas no Rio e estão em território brasileiro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo o contra-almirante Carlos Sardiello, comandante das Forças Navais do Comando Sul/4ª Frota, a iniciativa busca ampliar a integração entre as forças. “A operação Southern Seas 2026 oferece uma oportunidade única para aprimorar a interoperabilidade e a proficiência com as forças de países parceiros em todo o domínio marítimo”, afirmou. “Missões como essa demonstram nosso compromisso inabalável em garantir um Hemisfério Ocidental seguro e estável. É um exemplo claro de nossa dedicação ao fortalecimento de parcerias marítimas, à construção de confiança e ao trabalho conjunto para enfrentar ameaças comuns”, complementou. O contra-almirante Cassidy Norman, que comandou o grupo de ataque dos porta-aviões, também destacou a importância da missão. “Estamos ansiosos para dar continuidade ao legado de trabalho em equipe do Nimitz na medida em que interagimos e treinamos ao lado de nossos parceiros regionais”. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Navios, caças e helicópteros de alta capacidade Na 11ª edição, a operação existe desde 2007 e tem como objetivo estimular a segurança marítima e a integração entre países da região. O grupo liderado por Nimitz inclui o Destroyer Squadron 9 e a ala aérea embarcada Carrier Air Wing 17, com aeronaves de combate, guerra eletrônica, transporte e helicópteros. Os porta-aviões da classe Nimitz são considerados peças centrais da estratégia militar dos Estados Unidos, com capacidade de atuação global e operações simultâneas no mar e no ar. Os porta-aviões da Marinha dos Estados Unidos participam de exercício no Pacífico durante os Mares do Sul 2026 Reprodução: Marinha dos Estados Unidos
USS Nimitz, da Marinha dos Estados Unidos, deve passar pelo Rio em maio Reprodução: Marinha dos Estados Unidos Um dos maiores navios de guerra do mundo vai passar pelo Rio de Janeiro nas próximas semanas. Os porta-aviões USS Nimitz (CVN 68) integram a operação Southern Seas 2026, da Marinha dos Estados Unidos, com previsão de chegada ao Brasil em maio. A missão é coordenada pela 4ª Frota dos EUA, vinculada ao Comando Sul dos Estados Unidos, e prevê a passagem de embarque pela capital fluminense durante o percurso pela América do Sul, segundo informações ligadas à operação. Exercícios e integração entre forças Além do Nimitz, participa também o caçador USS Gridley (DDG 101). A operação prevê exercícios no mar, intercâmbio entre especialistas e até a presença de autoridades estrangeiras a bordo para monitorar de perto o funcionamento de um grupo de ataque de porta-aviões. Entre os países envolvidos estão Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, México, El Salvador, Guatemala e Uruguai. Também programadas escalas portuárias ao longo da missão, incluindo paradas no Rio e estão em território brasileiro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo o contra-almirante Carlos Sardiello, comandante das Forças Navais do Comando Sul/4ª Frota, a iniciativa busca ampliar a integração entre as forças. “A operação Southern Seas 2026 oferece uma oportunidade única para aprimorar a interoperabilidade e a proficiência com as forças de países parceiros em todo o domínio marítimo”, afirmou. “Missões como essa demonstram nosso compromisso inabalável em garantir um Hemisfério Ocidental seguro e estável. É um exemplo claro de nossa dedicação ao fortalecimento de parcerias marítimas, à construção de confiança e ao trabalho conjunto para enfrentar ameaças comuns”, complementou. O contra-almirante Cassidy Norman, que comandou o grupo de ataque dos porta-aviões, também destacou a importância da missão. “Estamos ansiosos para dar continuidade ao legado de trabalho em equipe do Nimitz na medida em que interagimos e treinamos ao lado de nossos parceiros regionais”. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Navios, caças e helicópteros de alta capacidade Na 11ª edição, a operação existe desde 2007 e tem como objetivo estimular a segurança marítima e a integração entre países da região. O grupo liderado por Nimitz inclui o Destroyer Squadron 9 e a ala aérea embarcada Carrier Air Wing 17, com aeronaves de combate, guerra eletrônica, transporte e helicópteros. Os porta-aviões da classe Nimitz são considerados peças centrais da estratégia militar dos Estados Unidos, com capacidade de atuação global e operações simultâneas no mar e no ar. Os porta-aviões da Marinha dos Estados Unidos participam de exercício no Pacífico durante os Mares do Sul 2026 Reprodução: Marinha dos Estados Unidos[/gpt3]

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Tags: AméricacaminhodosestáeuanavaloperaçãoportaaviõesRiosul
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