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Policial admite em depoimento que atirou mesmo sem ver quem estava no carro onde mulher morreu baleada

Redação Por Redação
10 de maio de 2026
Em Notícias
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Policial admite em depoimento que atirou mesmo sem ver quem estava no carro onde mulher morreu baleada
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Policial admite em depoimento que atirou mesmo sem ver quem estava no carro onde mulher morreu baleada
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Policial preso por morte de passagem de carro por aplicativo presta depoimento O policial civil Frede Uilson Souza de Jesus, preso pela morte da designer de sobrancelhas Thamires Rodrigues de Souza Peixoto, de 28 anos, admitiu, em depoimento à polícia, que atirou contra o carro onde estava a vítima estava mesmo sem conseguir enxergar o interior do veículo. Segundo o agente, o vidro do automóvel era escuro e ele acreditou que poderia ter sido vítima de um assalto durante uma discussão de trânsito ocorrido em Pechincha, na Zona Sudoeste do Rio. A declaração consta no inquérito que investiga a morte de Thamires, baleada dentro de um carro de aplicativo na última quarta-feira (7). 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. No depoimento, o policial afirmou que sacou a arma após se aproximar do outro veículo e disse ter ocorrido o disparo por suspeita de uma ameaça, apesar de não conseguir visualizar quem estava dentro do carro. O policial civil Frede Uilson Souza de Jesus Reprodução/TV Globo Ao ser questionado pelos investigadores sobre o motivo de não ter dado marcha a ré para evitar a aproximação do veículo, o policial afirmou que se assustou e “ficou estagnado”. De acordo com ele, por causa disso, o disparo foi feito quando o carro passou ao lado do veículo dele, e não de frente. Antes da morte de Thamires, Frede já havia sido alvo de outras investigações. O policial possui 6 anotações criminais entre 2007 e 2020. Quatro delas por violência doméstica, uma por lesão corporal e outra por lesão. A Justiça do Rio já havia destacado, na decisão que decretou a prisão temporária do policial, a gravidade da conduta e o perigo que ele poderia representar em liberdade. Thamires estava no banco do passageiro de um carro de aplicativo quando foi alcançada. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O caso gerou comoção e revolta entre familiares e amigos da vítima. O corpo de Thamires foi enterrado neste sábado (9), no Cemitério de Irajá, na Zona Norte do Rio. A filha dela completou quatro anos no mesmo dia do sepultamento da mãe. Thamires foi morta com um tiro nas costas Reprodução/TV Globo
Policial preso por morte de passagem de carro por aplicativo presta depoimento O policial civil Frede Uilson Souza de Jesus, preso pela morte da designer de sobrancelhas Thamires Rodrigues de Souza Peixoto, de 28 anos, admitiu, em depoimento à polícia, que atirou contra o carro onde estava a vítima estava mesmo sem conseguir enxergar o interior do veículo. Segundo o agente, o vidro do automóvel era escuro e ele acreditou que poderia ter sido vítima de um assalto durante uma discussão de trânsito ocorrido em Pechincha, na Zona Sudoeste do Rio. A declaração consta no inquérito que investiga a morte de Thamires, baleada dentro de um carro de aplicativo na última quarta-feira (7). 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. No depoimento, o policial afirmou que sacou a arma após se aproximar do outro veículo e disse ter ocorrido o disparo por suspeita de uma ameaça, apesar de não conseguir visualizar quem estava dentro do carro. O policial civil Frede Uilson Souza de Jesus Reprodução/TV Globo Ao ser questionado pelos investigadores sobre o motivo de não ter dado marcha a ré para evitar a aproximação do veículo, o policial afirmou que se assustou e “ficou estagnado”. De acordo com ele, por causa disso, o disparo foi feito quando o carro passou ao lado do veículo dele, e não de frente. Antes da morte de Thamires, Frede já havia sido alvo de outras investigações. O policial possui 6 anotações criminais entre 2007 e 2020. Quatro delas por violência doméstica, uma por lesão corporal e outra por lesão. A Justiça do Rio já havia destacado, na decisão que decretou a prisão temporária do policial, a gravidade da conduta e o perigo que ele poderia representar em liberdade. Thamires estava no banco do passageiro de um carro de aplicativo quando foi alcançada. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O caso gerou comoção e revolta entre familiares e amigos da vítima. O corpo de Thamires foi enterrado neste sábado (9), no Cemitério de Irajá, na Zona Norte do Rio. A filha dela completou quatro anos no mesmo dia do sepultamento da mãe. Thamires foi morta com um tiro nas costas Reprodução/TV Globo[/gpt3]

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