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Polícia prende investigação para captar investidores para esquema de pirâmide no Rio

Por Redação
15 de maio de 2026
Em Notícias
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Polícia prende investigação para captar investidores para esquema de pirâmide no Rio
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Polícia prende investigação para captar investidores para esquema de pirâmide no Rio
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Caio Kohlbach Reis foi preso suspeito de captar investidores para um esquema de pirâmide Reprodução A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta quinta-feira (14), Caio Kohlbach Reis, apontou pela corporação como integrante de organização uma criminosa suspeitas de aplicar golpes de pirâmide financeira no Rio de Janeiro. Segundo a Delegacia de Defraudações, Caio é originário da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio, mas foi preso no bairro Santa Rosa, em Niterói, na Região Metropolitana, onde estava escondido. Nas redes sociais, Caio ostenta uma vida luxuosa, com passeios de helicóptero, jet-ski, viagens e festas. Polícia e MPRJ tentaram prender 11 em operação contra esquema de pirâmide No mês passado, a Delegacia de Defraudações relizou uma operação para cumprir 11 mandados de prisão contra os integrantes da associação criminosa. O esquema funcionou desde 2020 e sofreu prejuízo de aproximadamente R$ 7,5 milhões. Há pelo menos 165 ações judiciais e registros de ocorrências contra os investigados. Os investigados prometeram retorno de cerca de 3% ao mês aos investidores. Nos primeiros meses, os pagamentos foram feitos para gerar confiança, enquanto as vítimas foram incentivadas a reinvestir valores e indicar novos participantes. Posteriormente, porém, os saques foram bloqueados. Os rendimentos eram pagos com o dinheiro de novos investidores, prática conhecida como esquema Ponzi. o grupo criou um 19 empresas de fachada — ligadas principalmente aos grupos LGO e A&C —, todas registradas no mesmo endereço, na Rua da Assembleia, no Centro do Rio, para dar aparência de legalidade ao negócio. As empresas não possuem registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e operam fora do sistema financeiro nacional, apesar de oferecerem investimentos ao público. Na ocasião, Igor Aguiar Rodrigues Gonçalves, apontado como integrante do “núcleo comercial” do esquema, responsável pela captação e manutenção das vítimas foi preso e Luiz Gustavo de Oliveira Fernandes, apontado como parceiro dos chefes do golpe, já estava encarcerado. A investigação começou em 2022. Todos os 11 procurados foram denunciados pelo MPRJ por organização criminosa voltada à prática de pirâmide financeira, crimes contra a economia popular e estelionato. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa da Capital. Segundo a polícia, os procurados na operação participaram da seguinte forma: Bruno Facão de Carvalho, chefe do esquema, foragido; Caio Kohlbach Reis, captador de investidores, nesta quinta; Daniel Sérgio de Assis, captador de investidores, foragido; Douglas de Assis Viana, chefe do esquema, foragido; Igor Aguiar Rodrigues Gonçalves, captador de investidores, preso em abril sexta; João Pedro Rocha de Faria, captador de investidores, foragido; Luiz Gustavo de Oliveira Fernandes, parceiro do grupo, já encarcerado; Mário José do Nascimento, marqueteiro, foragido; Mayara Cristina Oliveira de Souza, parceira do grupo, foragida; Rafhael Marinho Mashio, captador de investidores, foragido; Victor Hugo Ferreira de Souza Vieira, parceiro do grupo, foragido.
Caio Kohlbach Reis foi preso suspeito de captar investidores para um esquema de pirâmide Reprodução A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta quinta-feira (14), Caio Kohlbach Reis, apontou pela corporação como integrante de organização uma criminosa suspeitas de aplicar golpes de pirâmide financeira no Rio de Janeiro. Segundo a Delegacia de Defraudações, Caio é originário da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio, mas foi preso no bairro Santa Rosa, em Niterói, na Região Metropolitana, onde estava escondido. Nas redes sociais, Caio ostenta uma vida luxuosa, com passeios de helicóptero, jet-ski, viagens e festas. Polícia e MPRJ tentaram prender 11 em operação contra esquema de pirâmide No mês passado, a Delegacia de Defraudações relizou uma operação para cumprir 11 mandados de prisão contra os integrantes da associação criminosa. O esquema funcionou desde 2020 e sofreu prejuízo de aproximadamente R$ 7,5 milhões. Há pelo menos 165 ações judiciais e registros de ocorrências contra os investigados. Os investigados prometeram retorno de cerca de 3% ao mês aos investidores. Nos primeiros meses, os pagamentos foram feitos para gerar confiança, enquanto as vítimas foram incentivadas a reinvestir valores e indicar novos participantes. Posteriormente, porém, os saques foram bloqueados. Os rendimentos eram pagos com o dinheiro de novos investidores, prática conhecida como esquema Ponzi. o grupo criou um 19 empresas de fachada — ligadas principalmente aos grupos LGO e A&C —, todas registradas no mesmo endereço, na Rua da Assembleia, no Centro do Rio, para dar aparência de legalidade ao negócio. As empresas não possuem registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e operam fora do sistema financeiro nacional, apesar de oferecerem investimentos ao público. Na ocasião, Igor Aguiar Rodrigues Gonçalves, apontado como integrante do “núcleo comercial” do esquema, responsável pela captação e manutenção das vítimas foi preso e Luiz Gustavo de Oliveira Fernandes, apontado como parceiro dos chefes do golpe, já estava encarcerado. A investigação começou em 2022. Todos os 11 procurados foram denunciados pelo MPRJ por organização criminosa voltada à prática de pirâmide financeira, crimes contra a economia popular e estelionato. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa da Capital. Segundo a polícia, os procurados na operação participaram da seguinte forma: Bruno Facão de Carvalho, chefe do esquema, foragido; Caio Kohlbach Reis, captador de investidores, nesta quinta; Daniel Sérgio de Assis, captador de investidores, foragido; Douglas de Assis Viana, chefe do esquema, foragido; Igor Aguiar Rodrigues Gonçalves, captador de investidores, preso em abril sexta; João Pedro Rocha de Faria, captador de investidores, foragido; Luiz Gustavo de Oliveira Fernandes, parceiro do grupo, já encarcerado; Mário José do Nascimento, marqueteiro, foragido; Mayara Cristina Oliveira de Souza, parceira do grupo, foragida; Rafhael Marinho Mashio, captador de investidores, foragido; Victor Hugo Ferreira de Souza Vieira, parceiro do grupo, foragido.[/gpt3]

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