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Polícia investiga agressão e intolerância religiosa em escola em Sepetiba, no Rio

Redação Por Redação
25 de junho de 2026
Em Notícias
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Polícia investiga agressão e intolerância religiosa em escola em Sepetiba, no Rio
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Polícia investiga agressão e intolerância religiosa em escola em Sepetiba, no Rio
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Vídeo mostra agressão em escola no Rio; polícia investiga intolerância religiosa A Polícia Civil investiga um caso de agressão contra um estudante menor de idade adepto do candomblé. Um vídeo mostra a vítima sendo agredida por cinco estudantes. A 43ª DP (Guaratiba) investiga se uma agressão foi motivada por intolerância religiosa. O caso aconteceu no dia 17 de junho, no Colégio Estadual Arnoldo Abruzzini da Fonseca, em Sepetiba, na Zona Oeste. Em depoimento à polícia, a mãe da adolescente afirmou que a filha já havia se envolvido em discussões com colegas por causa de sua religião. Segundo ela, no entanto, esta foi a primeira vez que um estudante sofreu agressões físicas. De acordo com o relato, a jovem foi atacada com meias, chutes e puxões de cabelo. A mãe também informou que a filha recebeu fotos compartilhadas em um grupo de WhatsApp de alunos da escola. Entre elas, havia uma foto de adolescente usando roupas usadas em rituais de candomblé. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Polícia investiga intolerância religiosa na escola estadual do RJ Reprodução O exame de corpo delito da jovem revelou lesões no braço esquerdo e na coxa esquerda, por meio de ação contundente. A delegação já trabalha na identificação dos envolvidos, que também são menores de idade. Em nota, a Polícia Civil afirmou que as testemunhas estão sendo ouvidas, e os agentes realizam outras diligências para esclarecer os fatos. Já a Secretaria de Educação afirmou que abriu uma sindicância para apurar os fatos. Informou ainda que está disponível a transferência das alunas envolvidas para outras unidades e que está em contato com a família da vítima para prestar o acolhimento e apoio necessários (leia a nota na íntegra mais abaixo). Nota da Seeduc “A Secretaria de Estado de Educação abriu uma sindicância para apurar com rigor todos os fatos, inclusive para que sejam apuradas as transferências das alunas para outras unidades, tratando como inadmissível qualquer tipo de discriminação e violência no ambiente escolar. A Seeduc lamenta o ocorrido, repudia qualquer forma de preconceito, discriminação e violência dentro e fora da escola. e servidores sobre o tema através da “Cartilha Contra a Intolerância Religiosa” que tem como base o Estado laico e a liberdade de crença e de culto religioso, previstos na Constituição Federal.” Ex-deputado comenta O ex-deputado estadual e federal, Átila Nunes, comentou o caso nas suas redes sociais. Ao g1, ele afirmou que o preconceito religioso vem sendo estimulado no Brasil há mais de 4 décadas por quem crê que as religiões de matriz africana são a “personificação de todos os nossos homens”. “Por ser da família do axé, ela (a vítima) foi ridicularizada por um grupo de adolescentes que, com certeza, são de famílias que creem que só existe uma verdade religiosa: a deles.” 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
Vídeo mostra agressão em escola no Rio; polícia investiga intolerância religiosa A Polícia Civil investiga um caso de agressão contra um estudante menor de idade adepto do candomblé. Um vídeo mostra a vítima sendo agredida por cinco estudantes. A 43ª DP (Guaratiba) investiga se uma agressão foi motivada por intolerância religiosa. O caso aconteceu no dia 17 de junho, no Colégio Estadual Arnoldo Abruzzini da Fonseca, em Sepetiba, na Zona Oeste. Em depoimento à polícia, a mãe da adolescente afirmou que a filha já havia se envolvido em discussões com colegas por causa de sua religião. Segundo ela, no entanto, esta foi a primeira vez que um estudante sofreu agressões físicas. De acordo com o relato, a jovem foi atacada com meias, chutes e puxões de cabelo. A mãe também informou que a filha recebeu fotos compartilhadas em um grupo de WhatsApp de alunos da escola. Entre elas, havia uma foto de adolescente usando roupas usadas em rituais de candomblé. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Polícia investiga intolerância religiosa na escola estadual do RJ Reprodução O exame de corpo delito da jovem revelou lesões no braço esquerdo e na coxa esquerda, por meio de ação contundente. A delegação já trabalha na identificação dos envolvidos, que também são menores de idade. Em nota, a Polícia Civil afirmou que as testemunhas estão sendo ouvidas, e os agentes realizam outras diligências para esclarecer os fatos. Já a Secretaria de Educação afirmou que abriu uma sindicância para apurar os fatos. Informou ainda que está disponível a transferência das alunas envolvidas para outras unidades e que está em contato com a família da vítima para prestar o acolhimento e apoio necessários (leia a nota na íntegra mais abaixo). Nota da Seeduc “A Secretaria de Estado de Educação abriu uma sindicância para apurar com rigor todos os fatos, inclusive para que sejam apuradas as transferências das alunas para outras unidades, tratando como inadmissível qualquer tipo de discriminação e violência no ambiente escolar. A Seeduc lamenta o ocorrido, repudia qualquer forma de preconceito, discriminação e violência dentro e fora da escola. e servidores sobre o tema através da “Cartilha Contra a Intolerância Religiosa” que tem como base o Estado laico e a liberdade de crença e de culto religioso, previstos na Constituição Federal.” Ex-deputado comenta O ex-deputado estadual e federal, Átila Nunes, comentou o caso nas suas redes sociais. Ao g1, ele afirmou que o preconceito religioso vem sendo estimulado no Brasil há mais de 4 décadas por quem crê que as religiões de matriz africana são a “personificação de todos os nossos homens”. “Por ser da família do axé, ela (a vítima) foi ridicularizada por um grupo de adolescentes que, com certeza, são de famílias que creem que só existe uma verdade religiosa: a deles.” 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.[/gpt3]

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Tags: agressãoescolaIntolerânciainvestigaPolíciareligiosaRioSepetiba
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