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PMs envolvidos em morte médica estavam com lesões corporais descarregadas

Redação Por Redação
18 de março de 2026
Em Notícias
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PMs envolvidos em morte médica estavam com lesões corporais descarregadas
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



PMs envolvidos em morte médica estavam com lesões corporais descarregadas
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PMs envolvidos em morte de médica estavam com corpos corporais descarregados As corpos corporais dos três policiais militares envolvidos na ação que terminaram com a morte da médica Andréa Marins Dias foram descarregadas e não registraram a ocorrência, segundo o comando da corporação. A médica de 61 anos foi morta no domingo (15), durante uma suposta perseguição em Cascadura, na Zona Norte do Rio. As imagens seriam fundamentais para esclarecer se os agentes confundiram o carro da médica com o de criminosos e atiraram contra uma inocente. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). No início da noite de domingo, moradores contaram ter ouvido tiros. Um deles gravou imagens que mostram um carro branco com marcas de disparos no para-brisa. A Polícia Militar informou que também havia marcas na parte traseira do veículo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A médica Andréa Marins Dias Reprodução/TV Globo Nas imagens, um policial dá ordens por cerca de um minuto: “Desce do carro. Desce ou vai morrer”. Sem resposta, ele bate com o fuzil na janela e repete: “Desce do carro, desce”. Segundo a investigação, a médica já estava morta. Ela havia acabado de sair da casa dos pais. O comando da Polícia Militar confirmou que os três agentes — que foram afastados do patrulhamento — usavam câmeras corporais, mas os equipamentos estavam sem bateria. As imagens, consideradas consideradas para esclarecer a dinâmica do caso, não foram registradas. As armas utilizadas na ação foram apreendidas para perícia. A médica Andréa Marins Dias Reprodução Em nota, a PM afirmou que o caso é apurado e que há normas rigorosas que determinam que os policiais devem retornar à unidade ao identificar falhas ou mau funcionamento nas câmeras para substituição dos equipamentos (veja a nota completa ao fim da reportagem). O Instituto Fogo Cruzado informou que Cascadura foi o bairro da Região Metropolitana com mais registros de tiroteios em 2025, com 126 ocorrências. Em 2026, até o momento, já foram contabilizados 18 casos. LEIA TAMBÉM: Ministério da Igualdade Racial cobra investigação e uso de câmeras de PMs O que se sabe sobre morte de médicos atingidos por tiros durante suposta perseguição Despedida reservada Parentes e amigos se despedem da médica Andréa Marins Reprodução/TV Globo O enterro de Andréa ocorreu nesta tarde no Cemitério da Penitência, na Zona Norte, e foi reservado a parentes e amigos. O pai de 88 anos e a mãe de 91, que ela havia visitado pouco antes de ser morta, chegaram ao cemitério muito abalados, acompanhados da filha dela. Um médico amigo da vítima falou em nome dos presentes. “Eclarecimento é necessário, até porque se houve um erro, se o erro não for corrigido, ele continua acontecendo”, disse Armando Novais. “Foi uma catástrofe. Difícil, né? Uma pessoa muito viva, ela tinha muita energia, uma pessoa que trazia luz pra onde ela estava.” Parentes e amigos se despedem de médica morta a tiros em perseguição no Rio Evandro Cardoso/TV Globo “Uma pessoa que veio da luta, veio de baixo, ela batalhou, se formou. Naquela época, uma mulher negra, buscando, cirurgiã, então ela descobriu muita coisa acrescentada”,. Andréa era cirurgiã oncológica especializada no tratamento de endometriose. Ela tinha quase 30 anos de experiência na área de saúde da mulher. Em seu perfil nas redes sociais, dizia ter duas residências: uma geral, do ciclo básico de qualquer médico, e outra em cirurgia oncológica, para o tratamento de câncer. Andréa Marins Dias era cirurgiã oncológica e especialista em endometriose Reprodução/TV Globo Nota da PM “A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com as análises preliminares dos setores técnicos da Corporação, foi identificado que as baterias das células corporais utilizadas pela equipe foram descarregadas no momento da ocorrência. Todos esses fatos são detalhados sob apuração integral da área correcional da SEPM. Vale ressaltar que na corporação existem normas regulamentadoras que determinam que os policiais, ao Se houver qualquer tipo de falha ou mau funcionamento das câmeras, deverá regressar à unidade de origem para substituição dos equipamentos.
PMs envolvidos em morte de médica estavam com corpos corporais descarregados As corpos corporais dos três policiais militares envolvidos na ação que terminaram com a morte da médica Andréa Marins Dias foram descarregadas e não registraram a ocorrência, segundo o comando da corporação. A médica de 61 anos foi morta no domingo (15), durante uma suposta perseguição em Cascadura, na Zona Norte do Rio. As imagens seriam fundamentais para esclarecer se os agentes confundiram o carro da médica com o de criminosos e atiraram contra uma inocente. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). No início da noite de domingo, moradores contaram ter ouvido tiros. Um deles gravou imagens que mostram um carro branco com marcas de disparos no para-brisa. A Polícia Militar informou que também havia marcas na parte traseira do veículo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A médica Andréa Marins Dias Reprodução/TV Globo Nas imagens, um policial dá ordens por cerca de um minuto: “Desce do carro. Desce ou vai morrer”. Sem resposta, ele bate com o fuzil na janela e repete: “Desce do carro, desce”. Segundo a investigação, a médica já estava morta. Ela havia acabado de sair da casa dos pais. O comando da Polícia Militar confirmou que os três agentes — que foram afastados do patrulhamento — usavam câmeras corporais, mas os equipamentos estavam sem bateria. As imagens, consideradas consideradas para esclarecer a dinâmica do caso, não foram registradas. As armas utilizadas na ação foram apreendidas para perícia. A médica Andréa Marins Dias Reprodução Em nota, a PM afirmou que o caso é apurado e que há normas rigorosas que determinam que os policiais devem retornar à unidade ao identificar falhas ou mau funcionamento nas câmeras para substituição dos equipamentos (veja a nota completa ao fim da reportagem). O Instituto Fogo Cruzado informou que Cascadura foi o bairro da Região Metropolitana com mais registros de tiroteios em 2025, com 126 ocorrências. Em 2026, até o momento, já foram contabilizados 18 casos. LEIA TAMBÉM: Ministério da Igualdade Racial cobra investigação e uso de câmeras de PMs O que se sabe sobre morte de médicos atingidos por tiros durante suposta perseguição Despedida reservada Parentes e amigos se despedem da médica Andréa Marins Reprodução/TV Globo O enterro de Andréa ocorreu nesta tarde no Cemitério da Penitência, na Zona Norte, e foi reservado a parentes e amigos. O pai de 88 anos e a mãe de 91, que ela havia visitado pouco antes de ser morta, chegaram ao cemitério muito abalados, acompanhados da filha dela. Um médico amigo da vítima falou em nome dos presentes. “Eclarecimento é necessário, até porque se houve um erro, se o erro não for corrigido, ele continua acontecendo”, disse Armando Novais. “Foi uma catástrofe. Difícil, né? Uma pessoa muito viva, ela tinha muita energia, uma pessoa que trazia luz pra onde ela estava.” Parentes e amigos se despedem de médica morta a tiros em perseguição no Rio Evandro Cardoso/TV Globo “Uma pessoa que veio da luta, veio de baixo, ela batalhou, se formou. Naquela época, uma mulher negra, buscando, cirurgiã, então ela descobriu muita coisa acrescentada”,. Andréa era cirurgiã oncológica especializada no tratamento de endometriose. Ela tinha quase 30 anos de experiência na área de saúde da mulher. Em seu perfil nas redes sociais, dizia ter duas residências: uma geral, do ciclo básico de qualquer médico, e outra em cirurgia oncológica, para o tratamento de câncer. Andréa Marins Dias era cirurgiã oncológica e especialista em endometriose Reprodução/TV Globo Nota da PM “A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com as análises preliminares dos setores técnicos da Corporação, foi identificado que as baterias das células corporais utilizadas pela equipe foram descarregadas no momento da ocorrência. Todos esses fatos são detalhados sob apuração integral da área correcional da SEPM. Vale ressaltar que na corporação existem normas regulamentadoras que determinam que os policiais, ao Se houver qualquer tipo de falha ou mau funcionamento das câmeras, deverá regressar à unidade de origem para substituição dos equipamentos.[/gpt3]

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