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PM não invejo imagens de 40% das câmeras corporais solicitadas pela Defensoria Pública do RJ

Redação Por Redação
19 de março de 2026
Em Notícias
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PM não invejo imagens de 40% das câmeras corporais solicitadas pela Defensoria Pública do RJ
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



PM não invejo imagens de 40% das câmeras corporais solicitadas pela Defensoria Pública do RJ
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PM não invejou imagens de 40% das corpos corporais solicitadas pela Defensoria Pública do RJ As corpos corporais dos três policiais militares envolvidos na ação que terminou com a morte da médica Andréa Marins Dias foram descarregadas e não registraram a ocorrência. No ano passado, a Defensoria Pública fez 2,5 mil transações de acesso às imagens dessas câmeras, mas apenas 1,5 mil foram atendidas. Segundo o órgão, 40% dos pedidos não tiveram resposta. Em pelo menos 337 casos, a Polícia Militar alegou que os vídeos das câmeras corporais foram perdidos, o que representa 13,4% do total. “Eu acho que é um número preocupante porque são 300 casos, 300 vidas que estão sendo julgadas num processo criminal não qualificam algum esclarecimento, e se a gente tem o equipamento é para ele ser utilizado”, afirmou o defensor Pedro Paulo Gouvêa de Souza. PMs envolvidos em morte de médicos estavam com corpos corporais descarregados A lei que obriga o uso de corpos corporais pelos policiais no Estado foi sancionada em junho de 2021, depois de uma operação na favela do Jacarezinho que terminou com 28 mortos. Em maio de 2022, os policiais militares decidiram usar os equipamentos, depois de uma decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou que toda ação policial no estado do Rio de Janeiro deve ser registrada por câmeras corporais. O Batalhão de Operações Especiais (Bope) começou a ser usado em 2024. Atualmente, mais de 13 mil câmeras corporais são usadas por policiais militares em patrulhamento no Estado. A PM afirma que os critérios de utilização das câmeras são rígidos e investiga internamente o caso envolvendo a médica Andréa Marins. “Primeiro eu quero lamentar, dizer que temos protocolos rígidos de atuação das câmeras. Todo e qualquer desvio de conduta será apurado, as apurações estão em fase ainda inicial. A corregedoria vem acompanhando e desenvolvendo uma apuração interna. Traremos a verdade para toda a população”, afirmou o secretário da Polícia Militar, Marcelo de Menezes, em coletiva nesta quarta-feira (18). Condenações graças às câmeras Foi o uso dessas câmeras que ajudou, por exemplo, a contar o que aconteceu no dia 10 de novembro de 2024 quando o motorista do aplicativo Bruno Patrocínio foi baleado por policiais. As imagens das câmeras foram exibidas no RJ1 e mostraram que os PMs estavam perdidos durante uma perseguição, sem saber que carro seguir. Bruno foi atingido quatro vezes na região do abdômen. Os PMs foram afastados das ruas só depois da exibição da reportagem, quase um ano depois do caso. As imagens das câmeras também foram decisivas para o Ministério Público denunciar, no começo de março, 10 policiais militares por invadirem residências durante uma megaoperação no Complexo do Alemão, em outubro do ano passado. MPRJ denuncia PMs por invadir e arrombar casas durante megaoperação no Alemão Um vídeo mostrou um dos PMs usando uma ferramenta que abre portas sem a chave original. Segundo a denúncia, um dos policiais furta um aparelho celular da casa da moradora. Ainda segundo o MPRJ, pelo menos cinco das 22h envolvidos no caso impediram que o trabalho deles fosse registrado durante a operação tampando a lente ou retirando a câmera do uniforme. A corregedoria da Polícia Militar investigou mais de 5,4 mil casos de mau uso de câmeras corporais nas fardas dos agentes entre janeiro de 2024 e setembro de 2025. No mesmo período, 882 policiais foram punidos administrativamente pelo uso inadequado das câmeras ou por flagrante de abuso durante abordagens. “É necessário um ajuste do ponto de vista do comportamento dos profissionais, e para isso é necessário que as autoridades façam essas fiscalizações, prevejam como vai ser o melhor funcionamento no momento atual”, afirmou o professor do departamento de Segurança Pública da UFF, Lenin Pires. Caso da médica A médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, foi morta no domingo (15), durante uma suposta perseguição em Cascadura, na Zona Norte do Rio. As imagens seriam fundamentais para esclarecer se os agentes confundiram o carro da médica com o de criminosos e atiraram contra uma inocente. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). No início da noite de domingo, moradores contaram ter ouvido tiros. Um deles gravou imagens que mostram um carro branco com marcas de disparos no para-brisa. A Polícia Militar informou que também havia marcas na parte traseira do veículo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A médica Andréa Marins Dias Reprodução/TV Globo Nas imagens, um policial dá ordens por cerca de um minuto: “Desce do carro. Desce ou vai morrer”. Sem resposta, ele bate com o fuzil na janela e repete: “Desce do carro, desce”. Segundo a investigação, a médica já estava morta. Ela havia acabado de sair da casa dos pais. O comando da Polícia Militar confirmou que os três agentes — que foram afastados do patrulhamento — usavam câmeras corporais, mas os equipamentos estavam sem bateria. As imagens, consideradas consideradas para esclarecer a dinâmica do caso, não foram registradas. As armas utilizadas na ação foram apreendidas para perícia. A médica Andréa Marins Dias Reprodução Em nota, a PM afirmou que o caso é apurado e que há normas rigorosas que determinam que os policiais devem retornar à unidade ao identificar falhas ou mau funcionamento nas câmeras para substituição dos equipamentos (veja a nota completa ao fim da reportagem). O Instituto Fogo Cruzado informou que Cascadura foi o bairro da Região Metropolitana com mais registros de tiroteios em 2025, com 126 ocorrências. Em 2026, até o momento, já foram contabilizados 18 casos. LEIA TAMBÉM: Ministério da Igualdade Racial cobra investigação e uso de câmeras de PMs O que se sabe sobre morte de médicos atingidos por tiros durante suposta perseguição Despedida reservada Parentes e amigos se despedem da médica Andréa Marins Reprodução/TV Globo O enterro de Andréa ocorreu nesta tarde no Cemitério da Penitência, na Zona Norte, e foi reservado a parentes e amigos. O pai de 88 anos e a mãe de 91, que ela havia visitado pouco antes de ser morta, chegaram ao cemitério muito abalados, acompanhados da filha dela. Um médico amigo da vítima falou em nome dos presentes. “Eclarecimento é necessário, até porque se houve um erro, se o erro não for corrigido, ele continua acontecendo”, disse Armando Novais. “Foi uma catástrofe. Difícil, né? Uma pessoa muito viva, ela tinha muita energia, uma pessoa que trazia luz pra onde ela estava.” Parentes e amigos se despedem de médica morta a tiros em perseguição no Rio Evandro Cardoso/TV Globo “Uma pessoa que veio da luta, veio de baixo, ela batalhou, se formou. Naquela época, uma mulher negra, buscando, cirurgiã, então ela descobriu muita coisa acrescentada”,. Andréa era cirurgiã oncológica especializada no tratamento de endometriose. Ela tinha quase 30 anos de experiência na área de saúde da mulher. Em seu perfil nas redes sociais, dizia ter duas residências: uma geral, do ciclo básico de qualquer médico, e outra em cirurgia oncológica, para o tratamento de câncer. Andréa Marins Dias era cirurgiã oncológica e especialista em endometriose Reprodução/TV Globo Nota da PM “A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com as análises preliminares dos setores técnicos da Corporação, foi identificado que as baterias das células corporais utilizadas pela equipe foram descarregadas no momento da ocorrência. Todos esses fatos são detalhados sob apuração integral da área correcional da SEPM. Vale ressaltar que na corporação existem normas regulamentadoras que determinam que os policiais, ao Se houver qualquer tipo de falha ou mau funcionamento das câmeras, deverá regressar à unidade de origem para substituição dos equipamentos.
PM não invejou imagens de 40% das corpos corporais solicitadas pela Defensoria Pública do RJ As corpos corporais dos três policiais militares envolvidos na ação que terminou com a morte da médica Andréa Marins Dias foram descarregadas e não registraram a ocorrência. No ano passado, a Defensoria Pública fez 2,5 mil transações de acesso às imagens dessas câmeras, mas apenas 1,5 mil foram atendidas. Segundo o órgão, 40% dos pedidos não tiveram resposta. Em pelo menos 337 casos, a Polícia Militar alegou que os vídeos das câmeras corporais foram perdidos, o que representa 13,4% do total. “Eu acho que é um número preocupante porque são 300 casos, 300 vidas que estão sendo julgadas num processo criminal não qualificam algum esclarecimento, e se a gente tem o equipamento é para ele ser utilizado”, afirmou o defensor Pedro Paulo Gouvêa de Souza. PMs envolvidos em morte de médicos estavam com corpos corporais descarregados A lei que obriga o uso de corpos corporais pelos policiais no Estado foi sancionada em junho de 2021, depois de uma operação na favela do Jacarezinho que terminou com 28 mortos. Em maio de 2022, os policiais militares decidiram usar os equipamentos, depois de uma decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou que toda ação policial no estado do Rio de Janeiro deve ser registrada por câmeras corporais. O Batalhão de Operações Especiais (Bope) começou a ser usado em 2024. Atualmente, mais de 13 mil câmeras corporais são usadas por policiais militares em patrulhamento no Estado. A PM afirma que os critérios de utilização das câmeras são rígidos e investiga internamente o caso envolvendo a médica Andréa Marins. “Primeiro eu quero lamentar, dizer que temos protocolos rígidos de atuação das câmeras. Todo e qualquer desvio de conduta será apurado, as apurações estão em fase ainda inicial. A corregedoria vem acompanhando e desenvolvendo uma apuração interna. Traremos a verdade para toda a população”, afirmou o secretário da Polícia Militar, Marcelo de Menezes, em coletiva nesta quarta-feira (18). Condenações graças às câmeras Foi o uso dessas câmeras que ajudou, por exemplo, a contar o que aconteceu no dia 10 de novembro de 2024 quando o motorista do aplicativo Bruno Patrocínio foi baleado por policiais. As imagens das câmeras foram exibidas no RJ1 e mostraram que os PMs estavam perdidos durante uma perseguição, sem saber que carro seguir. Bruno foi atingido quatro vezes na região do abdômen. Os PMs foram afastados das ruas só depois da exibição da reportagem, quase um ano depois do caso. As imagens das câmeras também foram decisivas para o Ministério Público denunciar, no começo de março, 10 policiais militares por invadirem residências durante uma megaoperação no Complexo do Alemão, em outubro do ano passado. MPRJ denuncia PMs por invadir e arrombar casas durante megaoperação no Alemão Um vídeo mostrou um dos PMs usando uma ferramenta que abre portas sem a chave original. Segundo a denúncia, um dos policiais furta um aparelho celular da casa da moradora. Ainda segundo o MPRJ, pelo menos cinco das 22h envolvidos no caso impediram que o trabalho deles fosse registrado durante a operação tampando a lente ou retirando a câmera do uniforme. A corregedoria da Polícia Militar investigou mais de 5,4 mil casos de mau uso de câmeras corporais nas fardas dos agentes entre janeiro de 2024 e setembro de 2025. No mesmo período, 882 policiais foram punidos administrativamente pelo uso inadequado das câmeras ou por flagrante de abuso durante abordagens. “É necessário um ajuste do ponto de vista do comportamento dos profissionais, e para isso é necessário que as autoridades façam essas fiscalizações, prevejam como vai ser o melhor funcionamento no momento atual”, afirmou o professor do departamento de Segurança Pública da UFF, Lenin Pires. Caso da médica A médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, foi morta no domingo (15), durante uma suposta perseguição em Cascadura, na Zona Norte do Rio. As imagens seriam fundamentais para esclarecer se os agentes confundiram o carro da médica com o de criminosos e atiraram contra uma inocente. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). No início da noite de domingo, moradores contaram ter ouvido tiros. Um deles gravou imagens que mostram um carro branco com marcas de disparos no para-brisa. A Polícia Militar informou que também havia marcas na parte traseira do veículo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A médica Andréa Marins Dias Reprodução/TV Globo Nas imagens, um policial dá ordens por cerca de um minuto: “Desce do carro. Desce ou vai morrer”. Sem resposta, ele bate com o fuzil na janela e repete: “Desce do carro, desce”. Segundo a investigação, a médica já estava morta. Ela havia acabado de sair da casa dos pais. O comando da Polícia Militar confirmou que os três agentes — que foram afastados do patrulhamento — usavam câmeras corporais, mas os equipamentos estavam sem bateria. As imagens, consideradas consideradas para esclarecer a dinâmica do caso, não foram registradas. As armas utilizadas na ação foram apreendidas para perícia. A médica Andréa Marins Dias Reprodução Em nota, a PM afirmou que o caso é apurado e que há normas rigorosas que determinam que os policiais devem retornar à unidade ao identificar falhas ou mau funcionamento nas câmeras para substituição dos equipamentos (veja a nota completa ao fim da reportagem). O Instituto Fogo Cruzado informou que Cascadura foi o bairro da Região Metropolitana com mais registros de tiroteios em 2025, com 126 ocorrências. Em 2026, até o momento, já foram contabilizados 18 casos. LEIA TAMBÉM: Ministério da Igualdade Racial cobra investigação e uso de câmeras de PMs O que se sabe sobre morte de médicos atingidos por tiros durante suposta perseguição Despedida reservada Parentes e amigos se despedem da médica Andréa Marins Reprodução/TV Globo O enterro de Andréa ocorreu nesta tarde no Cemitério da Penitência, na Zona Norte, e foi reservado a parentes e amigos. O pai de 88 anos e a mãe de 91, que ela havia visitado pouco antes de ser morta, chegaram ao cemitério muito abalados, acompanhados da filha dela. Um médico amigo da vítima falou em nome dos presentes. “Eclarecimento é necessário, até porque se houve um erro, se o erro não for corrigido, ele continua acontecendo”, disse Armando Novais. “Foi uma catástrofe. Difícil, né? Uma pessoa muito viva, ela tinha muita energia, uma pessoa que trazia luz pra onde ela estava.” Parentes e amigos se despedem de médica morta a tiros em perseguição no Rio Evandro Cardoso/TV Globo “Uma pessoa que veio da luta, veio de baixo, ela batalhou, se formou. Naquela época, uma mulher negra, buscando, cirurgiã, então ela descobriu muita coisa acrescentada”,. Andréa era cirurgiã oncológica especializada no tratamento de endometriose. Ela tinha quase 30 anos de experiência na área de saúde da mulher. Em seu perfil nas redes sociais, dizia ter duas residências: uma geral, do ciclo básico de qualquer médico, e outra em cirurgia oncológica, para o tratamento de câncer. Andréa Marins Dias era cirurgiã oncológica e especialista em endometriose Reprodução/TV Globo Nota da PM “A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com as análises preliminares dos setores técnicos da Corporação, foi identificado que as baterias das células corporais utilizadas pela equipe foram descarregadas no momento da ocorrência. Todos esses fatos são detalhados sob apuração integral da área correcional da SEPM. Vale ressaltar que na corporação existem normas regulamentadoras que determinam que os policiais, ao Se houver qualquer tipo de falha ou mau funcionamento das câmeras, deverá regressar à unidade de origem para substituição dos equipamentos.[/gpt3]

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