• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

PGR pede publicação de 5 conselheiros do TCE-RJ acusados ​​de participarem de esquema desvendado pela Lava Jato

Redação Por Redação
16 de abril de 2026
Em Notícias
A A
PGR pede publicação de 5 conselheiros do TCE-RJ acusados ​​de participarem de esquema desvendado pela Lava Jato
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



PGR pede publicação de 5 conselheiros do TCE-RJ acusados ​​de participarem de esquema desvendado pela Lava Jato
[/gpt3]
PGR pede declarações de conselheiros do TCE-RJ por suspeita de corrupção A Procuradoria-Geral da República pediu denúncias de 5 conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio por envolvimento num esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato. Eles responderam ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre crimes de organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os réus são: Aloysio Neves Guedes Domingos Brazão José Gomes Graciosa José Maurício Nolasco Marco Antônio Alencar Os cinco foram presos temporariamente em 29 de março de 2017, na Operação Quinto do Ouro, desdobramento da Lava Jato no Rio. Nove dias depois, eles foram soltos. A operação teve como base a delação premiada do então presidente do TCE, Jonas Lopes, e do filho dele, o advogado Jonas Lopes Neto. Dos 5 réus, apenas 3 permaneceram no TCE. Aloysio Guedes e José Maurício Nolasco se aposentaram compulsoriamente, ao completarem 75 anos. Em março, a Graciosa recebeu R$ 50.649,20 líquidos do TCE. Já Brazão ganhou R$ 35.567,60. Marco Antônio Alencar recebeu R$ 48.037,36. O TCE-RJ é responsável por fiscalizar o bom uso dos recursos públicos por parte do governo do Estado do Rio de Janeiro e por 91 prefeituras fluminenses. Apenas a capital é fiscalizada por um tribunal de contas próprio, o TCM-RJ. O STJ recebeu denúncia da PGR em junho de 2019. Após quase 7 anos de tramitação, a ação penal entrou na fase de denúncias finais. ‘Recebimento sistemático de propina’, diz PGR A GloboNews teve acesso às discussões finais da PGR. Segundo o documento, a atuação da organização criminosa se pautava na solicitação e na coleta sistemática de propina, configurando atos de corrupção passiva, sucedidos por manobras de lavagem de dinheiro para a ocultação de lucros ilícitos. De acordo com a PGR, o método da organização consiste na negociação de análises detalhadas em processos de auditoria e prestação de contas submetidas ao crivo do Tribunal de Contas, beneficiando grandes empresas contratadas pelo Estado. A investigação revelou “a profunda interconexão logística e financeira entre a organização instalada no TCE-RJ e a organização criminosa autônoma chefiada pelo então governador do Estado, Sérgio Cabral. Havia um fluxo contínuo de propinas e um auxílio mútuo que apoiou a continuidade e a gigantesca amplitude do esquema de corrupção em diversas áreas de contratações públicas no Estado do Rio de Janeiro”, diz a PGR. De acordo com a investigação, os conselheiros receberam propostas de três formas principais: empresas fornecedoras de alimentação para presos e adolescentes internados em instituições socioeducativas, empresários de ônibus, e de empreiteiras envolvidas em grandes obras durante o governo de Sérgio Cabral. Em 2016 o Estado do Rio vivenciava uma grave crise financeira, que resultou em atrasos no pagamento da alimentação de presos e adolescentes internados em unidades socioeducativas. Segundo as alegações finais da PGR, “foi exatamente neste cenário de calamidade pública que os denunciados vislumbraram e articularam a oportunidade para auferir vantagens ilícitas. A manobra consistiu em utilizar R$ 160 milhões ociosos no Fundo de Modernização do TCE-RJ para quitar as dívidas do Estado com os fornecedores”. Com os recursos liberados, diz a PGR, “a cúpula do TCE-RJ impõe uma violação pedagógica: a exigência de 15% sobre os valores pagos às empresas fornecedoras a título de vantagem indevida”. Os pesquisadores estimam que só nesse esquema, cada um dos conselheiros recebeu R$ 1,2 milhão de propina. Em relação à Fetranspor, a Federação das Empresas de Ônibus do Estado do Rio, a PGR diz que havia pagamento de propinas mensais aos conselheiros do TCE para garantir que os processos relacionados aos serviços públicos de transporte de passageiros, quando submetidos ao crivo do Tribunal de Contas, recebessem análises complacentes e realizadas aos interesses das empresas de ônibus. O documento afirma que a propina foi paga entre maio de 2015 e março de 2016. E que, ao final desse período, o esquema garantiu R$ 3.850 milhões aos conselheiros. Para a PGR, as condutas dos conselheiros são de extrema gravidade. Eles “traíram de forma abjeta a confiança da sociedade fluminense” ao se beneficiarem do erário em troca de “uma espúria condescendência na análise de processos de transporte público, setor que afeta direta e diariamente a vida e a dignidade de milhões de cidadãos”. A PGR também afirma que os conselheiros denunciados receberam vultosas propinas de grandes construtoras contratadas para grandes obras no Estado do Rio durante o governo de Sérgio Cabral, como o PAC Favelas, a reforma do Maracanã para a Copa de 2014 e a construção da linha 4 do metrô da capital. A partir de janeiro de 2007, diz o documento, uma sistemática de mesas fixas foi recuperada pela cobrança de um percentual de 1% sobre o valor dos editais de obras públicas superiores a cinco milhões de reais. Essa “taxa” marginal constituía uma condição imposta aos empresários para que os contratos tramitassem sem entraves burocráticos no TCE. Além da especificação dos réus pelos crimes, a PGR pediu ao STJ a perda da carga de conselheiros do TCE, a fixação de peças de R$ 44,7 milhões, e a decretação do perdimento do produto dos crimes. Condenados em outros processos Do topo, da esquerda para a direita: Domingos Brazão, Aloysio Neves, Marco Antônio Alencar, José Maurício Nolasco e José Gomes Graciosa TCE-RJ Este ano, dois dos cinco conselheiros já foram condenados em outros processos. Domingos Brazão foi condenado a 76 anos de prisão, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco em 2018. Ele está preso desde março de 2024. José Gomes Graciosa foi condenado a 13 anos de prisão por lavagem de dinheiro, por manter mais de 1 milhão de francos suíços escondidos num banco no país europeu. Nesses processos, Brazão e Graciosa também foram condenados à perda do cargo no TCE, mas continuaram nos quadros do corte de contas porque as ações ainda não transitaram em julgadas, ou seja, não foram esgotados todos os recursos. O que dizem os citados Tribunal de Contas do Estado O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro informa que acata integralmente todas as decisões emanadas do Poder Judiciário, fiscalizando rigorosamente os trâmites legais e administrativos cabíveis. No que se refere ao conselheiro Domingos Brazão, esclarece-se que, até ao presente momento, o Tribunal não recebeu comunicação formal de pedido de renúncia à carga, tampouco foi oficialmente intimado de decisão judicial determinando a perda da carga. Em razão disso, permanecem inalterados, no âmbito administrativo, os registros funcionais correspondentes, até a coleta da comunicação oficial e a adoção das exceções legais cabíveis. Da mesma forma, em relação ao conselheiro José Gomes Graciosa, o Tribunal esclarece que não recebeu decisão judicial de perda de carga ou de afastamento, razão pela qual não há, até o momento, medida administrativa de natureza em curso no âmbito da Corte. Aloysio Neves Guedes O advogado Rafael Faria afirmou que “o ex-conselheiro Aloysio Neves sempre pautou sua vida pública na ética e na probidade pública e que refuta as acusações”. Domingos Brazão A defesa foi procurada, mas não se manifestou. José Gomes Graciosa O advogado Marcelo Leal declarou que “Não existe qualquer prova de que José Gomes Graciosa tenha recebido vantagem indevida. corruptor”. José Maurício Nolasco A defesa não quis se pronunciar. Marco Antônio Alencar A defesa foi procurada, mas não se manifestou. Sérgio Cabral A advogada Patricia Proetti declarou: “Não tenho como me manifestar a respeito de um processo que não faz parte”.
PGR pede declarações de conselheiros do TCE-RJ por suspeita de corrupção A Procuradoria-Geral da República pediu denúncias de 5 conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio por envolvimento num esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato. Eles responderam ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre crimes de organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os réus são: Aloysio Neves Guedes Domingos Brazão José Gomes Graciosa José Maurício Nolasco Marco Antônio Alencar Os cinco foram presos temporariamente em 29 de março de 2017, na Operação Quinto do Ouro, desdobramento da Lava Jato no Rio. Nove dias depois, eles foram soltos. A operação teve como base a delação premiada do então presidente do TCE, Jonas Lopes, e do filho dele, o advogado Jonas Lopes Neto. Dos 5 réus, apenas 3 permaneceram no TCE. Aloysio Guedes e José Maurício Nolasco se aposentaram compulsoriamente, ao completarem 75 anos. Em março, a Graciosa recebeu R$ 50.649,20 líquidos do TCE. Já Brazão ganhou R$ 35.567,60. Marco Antônio Alencar recebeu R$ 48.037,36. O TCE-RJ é responsável por fiscalizar o bom uso dos recursos públicos por parte do governo do Estado do Rio de Janeiro e por 91 prefeituras fluminenses. Apenas a capital é fiscalizada por um tribunal de contas próprio, o TCM-RJ. O STJ recebeu denúncia da PGR em junho de 2019. Após quase 7 anos de tramitação, a ação penal entrou na fase de denúncias finais. ‘Recebimento sistemático de propina’, diz PGR A GloboNews teve acesso às discussões finais da PGR. Segundo o documento, a atuação da organização criminosa se pautava na solicitação e na coleta sistemática de propina, configurando atos de corrupção passiva, sucedidos por manobras de lavagem de dinheiro para a ocultação de lucros ilícitos. De acordo com a PGR, o método da organização consiste na negociação de análises detalhadas em processos de auditoria e prestação de contas submetidas ao crivo do Tribunal de Contas, beneficiando grandes empresas contratadas pelo Estado. A investigação revelou “a profunda interconexão logística e financeira entre a organização instalada no TCE-RJ e a organização criminosa autônoma chefiada pelo então governador do Estado, Sérgio Cabral. Havia um fluxo contínuo de propinas e um auxílio mútuo que apoiou a continuidade e a gigantesca amplitude do esquema de corrupção em diversas áreas de contratações públicas no Estado do Rio de Janeiro”, diz a PGR. De acordo com a investigação, os conselheiros receberam propostas de três formas principais: empresas fornecedoras de alimentação para presos e adolescentes internados em instituições socioeducativas, empresários de ônibus, e de empreiteiras envolvidas em grandes obras durante o governo de Sérgio Cabral. Em 2016 o Estado do Rio vivenciava uma grave crise financeira, que resultou em atrasos no pagamento da alimentação de presos e adolescentes internados em unidades socioeducativas. Segundo as alegações finais da PGR, “foi exatamente neste cenário de calamidade pública que os denunciados vislumbraram e articularam a oportunidade para auferir vantagens ilícitas. A manobra consistiu em utilizar R$ 160 milhões ociosos no Fundo de Modernização do TCE-RJ para quitar as dívidas do Estado com os fornecedores”. Com os recursos liberados, diz a PGR, “a cúpula do TCE-RJ impõe uma violação pedagógica: a exigência de 15% sobre os valores pagos às empresas fornecedoras a título de vantagem indevida”. Os pesquisadores estimam que só nesse esquema, cada um dos conselheiros recebeu R$ 1,2 milhão de propina. Em relação à Fetranspor, a Federação das Empresas de Ônibus do Estado do Rio, a PGR diz que havia pagamento de propinas mensais aos conselheiros do TCE para garantir que os processos relacionados aos serviços públicos de transporte de passageiros, quando submetidos ao crivo do Tribunal de Contas, recebessem análises complacentes e realizadas aos interesses das empresas de ônibus. O documento afirma que a propina foi paga entre maio de 2015 e março de 2016. E que, ao final desse período, o esquema garantiu R$ 3.850 milhões aos conselheiros. Para a PGR, as condutas dos conselheiros são de extrema gravidade. Eles “traíram de forma abjeta a confiança da sociedade fluminense” ao se beneficiarem do erário em troca de “uma espúria condescendência na análise de processos de transporte público, setor que afeta direta e diariamente a vida e a dignidade de milhões de cidadãos”. A PGR também afirma que os conselheiros denunciados receberam vultosas propinas de grandes construtoras contratadas para grandes obras no Estado do Rio durante o governo de Sérgio Cabral, como o PAC Favelas, a reforma do Maracanã para a Copa de 2014 e a construção da linha 4 do metrô da capital. A partir de janeiro de 2007, diz o documento, uma sistemática de mesas fixas foi recuperada pela cobrança de um percentual de 1% sobre o valor dos editais de obras públicas superiores a cinco milhões de reais. Essa “taxa” marginal constituía uma condição imposta aos empresários para que os contratos tramitassem sem entraves burocráticos no TCE. Além da especificação dos réus pelos crimes, a PGR pediu ao STJ a perda da carga de conselheiros do TCE, a fixação de peças de R$ 44,7 milhões, e a decretação do perdimento do produto dos crimes. Condenados em outros processos Do topo, da esquerda para a direita: Domingos Brazão, Aloysio Neves, Marco Antônio Alencar, José Maurício Nolasco e José Gomes Graciosa TCE-RJ Este ano, dois dos cinco conselheiros já foram condenados em outros processos. Domingos Brazão foi condenado a 76 anos de prisão, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco em 2018. Ele está preso desde março de 2024. José Gomes Graciosa foi condenado a 13 anos de prisão por lavagem de dinheiro, por manter mais de 1 milhão de francos suíços escondidos num banco no país europeu. Nesses processos, Brazão e Graciosa também foram condenados à perda do cargo no TCE, mas continuaram nos quadros do corte de contas porque as ações ainda não transitaram em julgadas, ou seja, não foram esgotados todos os recursos. O que dizem os citados Tribunal de Contas do Estado O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro informa que acata integralmente todas as decisões emanadas do Poder Judiciário, fiscalizando rigorosamente os trâmites legais e administrativos cabíveis. No que se refere ao conselheiro Domingos Brazão, esclarece-se que, até ao presente momento, o Tribunal não recebeu comunicação formal de pedido de renúncia à carga, tampouco foi oficialmente intimado de decisão judicial determinando a perda da carga. Em razão disso, permanecem inalterados, no âmbito administrativo, os registros funcionais correspondentes, até a coleta da comunicação oficial e a adoção das exceções legais cabíveis. Da mesma forma, em relação ao conselheiro José Gomes Graciosa, o Tribunal esclarece que não recebeu decisão judicial de perda de carga ou de afastamento, razão pela qual não há, até o momento, medida administrativa de natureza em curso no âmbito da Corte. Aloysio Neves Guedes O advogado Rafael Faria afirmou que “o ex-conselheiro Aloysio Neves sempre pautou sua vida pública na ética e na probidade pública e que refuta as acusações”. Domingos Brazão A defesa foi procurada, mas não se manifestou. José Gomes Graciosa O advogado Marcelo Leal declarou que “Não existe qualquer prova de que José Gomes Graciosa tenha recebido vantagem indevida. corruptor”. José Maurício Nolasco A defesa não quis se pronunciar. Marco Antônio Alencar A defesa foi procurada, mas não se manifestou. Sérgio Cabral A advogada Patricia Proetti declarou: “Não tenho como me manifestar a respeito de um processo que não faz parte”.[/gpt3]

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: acusadosconselheirosdesvendadoesquemaJatoLavaparticiparempedepelapgrPublicaçãoTCERJ
Postagem Anterior

Eduardo comemora liberdade de Ramagem: “Moraes só no Brasil”

Próxima Postagem

Juiz da Suprema Corte dos EUA critica o progressismo: “ameaça”

Próxima Postagem
Juiz da Suprema Corte dos EUA critica o progressismo: “ameaça”

Juiz da Suprema Corte dos EUA critica o progressismo: "ameaça"

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

VENDA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

ENSINO SUPERIOR EAD

Ponte Net 98 8103-4969

https://redebcn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-28-at-10.23.20-1.mp4

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d