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PF apreende milhões em espécie e R$ 40 mil em vinho em operação no Porto do Rio; 17 mil declarações de importação têm irregularidades

Por Redação
28 de abril de 2026
Em Notícias
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PF apreende milhões em espécie e R$ 40 mil em vinho em operação no Porto do Rio; 17 mil declarações de importação têm irregularidades
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



PF apreende milhões em espécie e R$ 40 mil em vinho em operação no Porto do Rio; 17 mil declarações de importação têm irregularidades
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Operação mira corrupção na Alfândega do Porto do Rio A Polícia Federal (PF), a Receita Federal e o Ministério Público Federal (MPF) encontraram na casa de um despachante, um dos alvos da Operação Mare Liberum, deflagrada nesta terça-feira (28), 54 garrafas de vinho avaliadas em R$ 700 cada. Já na residência de um auditor fiscal da Receita, equipes apreenderam “milhões de reais” em espécie — o dinheiro estava sendo contado até a última atualização desta reportagem. A Operação Mare Liberum mira um esquema de propinas no Porto do Rio de Janeiro. Estima-se um prejuízo de meio bilhão de reais aos cofres públicos com a liberação irregular de contêineres. O g1 apurou que identificou quase 17 mil declarações de importação “potencialmente contaminadas” por irregularidades, correspondendo a cerca de R$ 86,6 bilhões em mercadorias no período de julho de 2021 a março de 2026. cumprir 45 mandatos de busca e apreensão contra importadores, despachantes e servidores públicos. Policiais federais, fiscais e procuradores foram para endereços na capital e nas cidades de Niterói, Nilópolis, Nova Friburgo e Vitória (ES). Entre eles são as alfandegas do Porto do Rio e do Galeão e a Superintendência da Receita no RJ. A Justiça ainda determinou o afastamento das cargas de 17 auditores fiscais e 8 analistas tributários, além do sequestro de até R$ 102 milhões em bens dos envolvidos. Nove despachantes foram proibidos de exercer atividades no Porto do Rio. PF cumpre mandato na Operação Mare Liberum Divulgação/PF Contrabando e descaminho A investigação, que conto com a Corregedoria da Receita Federal e com o Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF, começou com uma denúncia sobre um esquema entre servidores da Alfândega do Porto, importadores e despachantes para a facilitação de contrabando e descaminho, mediante oferecimento de vantagem econômica. As apurações indicaram o desembaraço de contêineres sem a devida fiscalização. Muitas vezes, as mercadorias liberadas não batiam com as declarações de importação emitidas pelas empresas, ocasionando a supressão de tributos e prejuízos ao Erário. Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato majorado, associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, descaminho, contrabando, facilitação de contrabando ou descaminho, sonegação fiscal, crimes contra a ordem tributária, crimes funcionais contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro. Polícia Federal faz operação no Porto do Rio Ricardo Guimarães/TV Globo O que diz a PortosRio “A Autoridade Portuária do Rio de Janeiro (PortosRio) informa que a operação realizada nestes dados pela Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, ocorre em áreas sob responsabilidade de órgãos federais localizados no Porto do Rio de Janeiro. A Companhia esclarece que não é alvo da investigação e não possui qualquer relação com os fatos apurados, os quais dizem respeito exclusivamente a procedimentos no âmbito da fiscalização aduaneira. A Guarda Portuária do PortosRio acompanha a ação, prestando apoio no ordenamento e na segurança da área portuária, conforme suas atribuições institucionais. A PortosRio reforça que colabora com as autoridades competentes e permanece à disposição para contribuir com o que for necessário. Porto do Rio é alvo de operação da Polícia Federal Reprodução/TV Globo
Operação mira corrupção na Alfândega do Porto do Rio A Polícia Federal (PF), a Receita Federal e o Ministério Público Federal (MPF) encontraram na casa de um despachante, um dos alvos da Operação Mare Liberum, deflagrada nesta terça-feira (28), 54 garrafas de vinho avaliadas em R$ 700 cada. Já na residência de um auditor fiscal da Receita, equipes apreenderam “milhões de reais” em espécie — o dinheiro estava sendo contado até a última atualização desta reportagem. A Operação Mare Liberum mira um esquema de propinas no Porto do Rio de Janeiro. Estima-se um prejuízo de meio bilhão de reais aos cofres públicos com a liberação irregular de contêineres. O g1 apurou que identificou quase 17 mil declarações de importação “potencialmente contaminadas” por irregularidades, correspondendo a cerca de R$ 86,6 bilhões em mercadorias no período de julho de 2021 a março de 2026. cumprir 45 mandatos de busca e apreensão contra importadores, despachantes e servidores públicos. Policiais federais, fiscais e procuradores foram para endereços na capital e nas cidades de Niterói, Nilópolis, Nova Friburgo e Vitória (ES). Entre eles são as alfandegas do Porto do Rio e do Galeão e a Superintendência da Receita no RJ. A Justiça ainda determinou o afastamento das cargas de 17 auditores fiscais e 8 analistas tributários, além do sequestro de até R$ 102 milhões em bens dos envolvidos. Nove despachantes foram proibidos de exercer atividades no Porto do Rio. PF cumpre mandato na Operação Mare Liberum Divulgação/PF Contrabando e descaminho A investigação, que conto com a Corregedoria da Receita Federal e com o Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF, começou com uma denúncia sobre um esquema entre servidores da Alfândega do Porto, importadores e despachantes para a facilitação de contrabando e descaminho, mediante oferecimento de vantagem econômica. As apurações indicaram o desembaraço de contêineres sem a devida fiscalização. Muitas vezes, as mercadorias liberadas não batiam com as declarações de importação emitidas pelas empresas, ocasionando a supressão de tributos e prejuízos ao Erário. Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato majorado, associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, descaminho, contrabando, facilitação de contrabando ou descaminho, sonegação fiscal, crimes contra a ordem tributária, crimes funcionais contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro. Polícia Federal faz operação no Porto do Rio Ricardo Guimarães/TV Globo O que diz a PortosRio “A Autoridade Portuária do Rio de Janeiro (PortosRio) informa que a operação realizada nestes dados pela Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, ocorre em áreas sob responsabilidade de órgãos federais localizados no Porto do Rio de Janeiro. A Companhia esclarece que não é alvo da investigação e não possui qualquer relação com os fatos apurados, os quais dizem respeito exclusivamente a procedimentos no âmbito da fiscalização aduaneira. A Guarda Portuária do PortosRio acompanha a ação, prestando apoio no ordenamento e na segurança da área portuária, conforme suas atribuições institucionais. A PortosRio reforça que colabora com as autoridades competentes e permanece à disposição para contribuir com o que for necessário. Porto do Rio é alvo de operação da Polícia Federal Reprodução/TV Globo[/gpt3]

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