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Operador financeiro negocia comissões milionárias em transportes do Rioprevidência no Banco Master, diz PF

Redação Por Redação
30 de maio de 2026
Em Notícias
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Operador financeiro negocia comissões milionárias em transportes do Rioprevidência no Banco Master, diz PF
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Operador financeiro negocia comissões milionárias em transportes do Rioprevidência no Banco Master, diz PF
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Operador financeiro negociava comissões milionárias em transportes do Rioprevidência no Banco Master, diz PF A operação contra o ex-governador Cláudio Castro, na última terça-feira (26), tinha também como alvos pessoas que ajudaram a viabilizar os transportes bilionários do Rioprevidência no Banco Master. Entre elas, um homem que é apontado como operador financeiro do esquema. Em conversas com Daniel Vorcaro, ele negocia comissões milionárias pelos investimentos. O empresário e lobista Ricardo Siqueira Rodrigues, conhecido como Ricardo Gordo, mora em um condomínio fechado de alto padrão na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, onde foi alvo de busca e apreensão nesta semana. Ele é apontado pela Polícia Federal como operadora financeira dos investimentos do Rioprevidência no Banco Master. A equipe do RJ2 esteve na casa dele nesta sexta-feira (29). Na portaria, a informação foi de que ele não está no Brasil. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O empresário e lobista Ricardo Siqueira Rodrigues, conhecido como Ricardo Gordo Reprodução/TV Globo Segundo a Polícia Federal (PF), não é de hoje que Ricardo Gordo acumula patrimônio em operações que causaram prejuízos milionários. Ele foi preso em 2018 por atuar como operador financeiro de um esquema de fraudes em fundos de pensão, envolvendo lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A operação acabou anulada pela Justiça, mas o próprio investigado admitiu os crimes em acordo de colaboração premiada, não qual se comprometeu a devolver R$ 33 milhões. Ele chegou a pagar R$ 10 milhões, mas em 2025 pediu a devolução do valor ao Supremo Tribunal Federal (STF), em ação que ainda está em andamento. Aportes milionários Um ano antes da tentativa de saquear o dinheiro, ele já voltou a responder aos processos. Foi condenado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por unanimidade, a pagar de multa de R$ 53 milhões por operação fraudulenta no mercado de valores mobiliários. De acordo com a PF, Ricardo Gordo manteve o mesmo modo de atuação mesmo após deixar a prisão. Ele próprio teria revelado, em delação, que sua função era articular investidores em esquemas de captação de recursos de fundos de previdência. Segundo o pesquisador, era exatamente o que ele fazia, articulando para o Rioprevidência investir no Banco Master. A PF o descreve como uma violência contumaz, com histórico recorrente de atuação na captação de recursos de regimes previdenciários, com uso de interlocução com gestores e oferta de vantagens indevidas, ou seja, propina. Em conversas obtidas pela PF no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, Ricardo afirma em áudio: “O que me interessa é a captação. É trazer o dinheiro. Como eu faço para trazer o dinheiro? É problema meu”. Vorcaro responde: “Fechado, irmão, confio em você”. Banco Master Reprodução/TV Globo Em outro diálogo, de outubro de 2023, ele parabeniza Vorcaro pelo credenciamento do Banco Master pelo Rioprevidência, que permitiu investimentos do fundo no banco. O banqueiro pergunta sobre o volume de recursos e obtém a resposta: “Consigo deixar aprovado R$ 500 milhões”. Em outra mensagem, ele afirma: “Lá tem um dono e esse dono precisa autorizar os caras internamente, Daniel”. Vorcaro responde: “Entendido”. Segundo a investigação, os esportes ocorrerão nos meses seguintes. Entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024, o Rioprevidência fez quatro aplicações em letras financeiras do Banco Master, ultrapassando R$ 500 milhões. Até julho de 2024, o total chegou a R$ 970 milhões. A partir de dezembro de 2024, o fundo passou a investir também em fundos administrados pelo banco, como o Arena (R$ 1,3 bilhão), Revolution (R$ 480 milhões), Texas I (R$ 150 milhões) e Horizonte I (R$ 10 milhões), somando mais de R$ 2 bilhões. Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra transportes no Banco Master pelo Rioprevidência Segundo a PF, ao menos R$ 41,9 milhões foram repassados ​​pelo Banco Master a Ricardo Siqueira pela captação de recursos de fundos de previdência, incluindo o Rioprevidência. Numa das conversas investigadas, os dois tratam do pagamento de comissão. Vorcaro pergunta o nome da empresa para emissão de nota, e Ricardo responde: “Mídias Promotora”, citando valor de R$ 7 milhões. Formalmente, a empresa é no nome de Gilson Bahia Vasconcelos, apontada pela PF como possível laranja. Ele teria recebido cinco parcelas de auxílio emergencial. A casa de Gilson fica em uma rua numa área dominada pelo crime organizado. Ele respondeu por estelionato e organização criminosa. Para o pesquisador, não há dúvidas de que o verdadeiro responsável pela empresa é Ricardo Gordo. A PF agora tenta identificar quem seria o “outro dono” mencionado nas conversas, ao qual Ricardo se referia ao afirmar que o Rioprevidência “tem um dono”. O que dizem os envolvidos O Rioprevidência disse que em dezembro de 2025 resgatou R$ 1,4 bilhão de um fundo gerido pelo Banco Master e que segue adotando todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis para a recuperação de recursos transferidos em outros fundos relacionados ao Master. O RJ2 tentou contato com Ricardo Siqueira, Gilson Vasconcelos e a empresa Mídias Promotora, mas não teve retorno. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
Operador financeiro negociava comissões milionárias em transportes do Rioprevidência no Banco Master, diz PF A operação contra o ex-governador Cláudio Castro, na última terça-feira (26), tinha também como alvos pessoas que ajudaram a viabilizar os transportes bilionários do Rioprevidência no Banco Master. Entre elas, um homem que é apontado como operador financeiro do esquema. Em conversas com Daniel Vorcaro, ele negocia comissões milionárias pelos investimentos. O empresário e lobista Ricardo Siqueira Rodrigues, conhecido como Ricardo Gordo, mora em um condomínio fechado de alto padrão na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, onde foi alvo de busca e apreensão nesta semana. Ele é apontado pela Polícia Federal como operadora financeira dos investimentos do Rioprevidência no Banco Master. A equipe do RJ2 esteve na casa dele nesta sexta-feira (29). Na portaria, a informação foi de que ele não está no Brasil. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O empresário e lobista Ricardo Siqueira Rodrigues, conhecido como Ricardo Gordo Reprodução/TV Globo Segundo a Polícia Federal (PF), não é de hoje que Ricardo Gordo acumula patrimônio em operações que causaram prejuízos milionários. Ele foi preso em 2018 por atuar como operador financeiro de um esquema de fraudes em fundos de pensão, envolvendo lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A operação acabou anulada pela Justiça, mas o próprio investigado admitiu os crimes em acordo de colaboração premiada, não qual se comprometeu a devolver R$ 33 milhões. Ele chegou a pagar R$ 10 milhões, mas em 2025 pediu a devolução do valor ao Supremo Tribunal Federal (STF), em ação que ainda está em andamento. Aportes milionários Um ano antes da tentativa de saquear o dinheiro, ele já voltou a responder aos processos. Foi condenado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por unanimidade, a pagar de multa de R$ 53 milhões por operação fraudulenta no mercado de valores mobiliários. De acordo com a PF, Ricardo Gordo manteve o mesmo modo de atuação mesmo após deixar a prisão. Ele próprio teria revelado, em delação, que sua função era articular investidores em esquemas de captação de recursos de fundos de previdência. Segundo o pesquisador, era exatamente o que ele fazia, articulando para o Rioprevidência investir no Banco Master. A PF o descreve como uma violência contumaz, com histórico recorrente de atuação na captação de recursos de regimes previdenciários, com uso de interlocução com gestores e oferta de vantagens indevidas, ou seja, propina. Em conversas obtidas pela PF no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, Ricardo afirma em áudio: “O que me interessa é a captação. É trazer o dinheiro. Como eu faço para trazer o dinheiro? É problema meu”. Vorcaro responde: “Fechado, irmão, confio em você”. Banco Master Reprodução/TV Globo Em outro diálogo, de outubro de 2023, ele parabeniza Vorcaro pelo credenciamento do Banco Master pelo Rioprevidência, que permitiu investimentos do fundo no banco. O banqueiro pergunta sobre o volume de recursos e obtém a resposta: “Consigo deixar aprovado R$ 500 milhões”. Em outra mensagem, ele afirma: “Lá tem um dono e esse dono precisa autorizar os caras internamente, Daniel”. Vorcaro responde: “Entendido”. Segundo a investigação, os esportes ocorrerão nos meses seguintes. Entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024, o Rioprevidência fez quatro aplicações em letras financeiras do Banco Master, ultrapassando R$ 500 milhões. Até julho de 2024, o total chegou a R$ 970 milhões. A partir de dezembro de 2024, o fundo passou a investir também em fundos administrados pelo banco, como o Arena (R$ 1,3 bilhão), Revolution (R$ 480 milhões), Texas I (R$ 150 milhões) e Horizonte I (R$ 10 milhões), somando mais de R$ 2 bilhões. Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra transportes no Banco Master pelo Rioprevidência Segundo a PF, ao menos R$ 41,9 milhões foram repassados ​​pelo Banco Master a Ricardo Siqueira pela captação de recursos de fundos de previdência, incluindo o Rioprevidência. Numa das conversas investigadas, os dois tratam do pagamento de comissão. Vorcaro pergunta o nome da empresa para emissão de nota, e Ricardo responde: “Mídias Promotora”, citando valor de R$ 7 milhões. Formalmente, a empresa é no nome de Gilson Bahia Vasconcelos, apontada pela PF como possível laranja. Ele teria recebido cinco parcelas de auxílio emergencial. A casa de Gilson fica em uma rua numa área dominada pelo crime organizado. Ele respondeu por estelionato e organização criminosa. Para o pesquisador, não há dúvidas de que o verdadeiro responsável pela empresa é Ricardo Gordo. A PF agora tenta identificar quem seria o “outro dono” mencionado nas conversas, ao qual Ricardo se referia ao afirmar que o Rioprevidência “tem um dono”. O que dizem os envolvidos O Rioprevidência disse que em dezembro de 2025 resgatou R$ 1,4 bilhão de um fundo gerido pelo Banco Master e que segue adotando todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis para a recuperação de recursos transferidos em outros fundos relacionados ao Master. O RJ2 tentou contato com Ricardo Siqueira, Gilson Vasconcelos e a empresa Mídias Promotora, mas não teve retorno. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.[/gpt3]

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