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O que se sabe sobre morte de médicos atingidos por tiros durante suposta perseguição de PMs a criminosos no Rio

Redação Por Redação
17 de março de 2026
Em Notícias
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O que se sabe sobre morte de médicos atingidos por tiros durante suposta perseguição de PMs a criminosos no Rio
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com

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O que se sabe sobre morte de médicos atingidos por tiros durante suposta perseguição de PMs a criminosos no Rio
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Polícia investiga morte de médica baleada em Cascadura A Polícia Civil do RJ investiga se a médica Andréa Marins Dias foi morta por engano durante uma suposta perseguição em Cascadura, na Zona Norte do Rio, na noite de domingo (15). A suspeita é que três policiais confundiram o carro da vítima com os criminosos. Na perseguição, o veículo foi atingido e Andréa acabou morrendo. Veja abaixo o que se sabe sobre o crime: O que aconteceu? Polícia investiga se médica foi morta por PMs por engano no Rio De acordo com a Polícia Militar, agentes do 9º BPM (Rocha Miranda) perseguiram crimes suspeitos de praticar assaltos na região por volta das 18h de domingo (15). A corporação informou que recebeu uma denúncia de que bandidos estariam utilizando um veículo T-Cross branco para cometer os roubos. Durante as buscas, os policiais localizaram, em um ponto de Cascadura, um carro com as características descritas na denúncia. Próximo ao veículo também estavam um Jeep e uma motocicleta. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A Polícia pediu que os veículos parassem, sem sucesso, e iniciou uma perseguição com troca de tiros entre policiais e criminosos por várias ruas de Cascadura. Segundo morador, Andréa, de 61 anos, tinha acabamento de sair da casa dos pais no mesmo bairro quando foi baleada dentro do Corolla, que parou na Rua Palatinado. Imagens mostram o momento em que os policiais abordam o veículo da médica e chegam a bater com fuzil na porta do motorista. Ao abrirem a porta, os agentes resgataram Andréa já sem vida dentro do carro. Uma testemunha gravou o momento em que o carro da médica está cercado pelos agentes: “Desce irmão, vai morrer! Vai morrer, irmão, desce!”, específico o agente. Quantos policiais estão envolvidos? Imagens mostram o momento em que PMs abordaram o veículo da médica morta durante a perseguição Um sargento e um subtenente da Polícia Militar do 9º BPM (Rocha Miranda) refletiram no registro de ocorrência que seguiram um Corolla Cross que estava na região de Cascadura. A Polícia Militar informou que os policiais militares que participaram da ação foram afastados preventivamente das ruas até a conclusão das investigações. O que a PM diz? Momento em que policial bate com o fuzil no vidro do carro da médica Reprodução/TV Globo De acordo com a Polícia Militar, agentes do 9º BPM (Rocha Miranda) perseguiram criminosos suspeitos de praticar assaltos na região. A corporação informou que recebeu uma denúncia de que bandidos estariam utilizando um veículo T-Cross branco para cometer os roubos. Durante as buscas, os policiais localizaram, em um ponto de Cascadura, um carro com características semelhantes às descritas na denúncia. Próximo ao veículo também estavam um Jeep e uma motocicleta. Ainda segundo a PM, os agentes deram ordem para que os suspeitos se apresentassem, mas os veículos deixaram o local, dando início a uma perseguição. Ao passarem pela Rua Palatinado, houve troca de tiros entre policiais e criminosos. A Polícia Militar informou que instaurou um procedimento interno para apurar as conclusões da ocorrência e faz diligências para coletar imagens de câmeras. O RJ2 apurou que o carro da médica tinha marcas de tiros na frente e atrás. O que já foi feito pela Polícia Civil Local onde a Andréa Marins Dias foi morta em Cascadura Editoria de Arte/g1 O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios da Capital, que iniciou as investigações. As armas dos agentes e as câmeras corporais foram apreendidas, e uma perícia complementar foi realizada no veículo da vítima nesta segunda-feira (16). O pesquisador também passou o dia coletando imagens de câmeras de segurança para tentar estabelecer a dinâmica dos fatos. Quem foi o médico que morreu? Andréa Marins Dias era cirurgiã oncológica e especialista em endometriose Reprodução/TV Globo A médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, era uma cirurgiã oncológica especializada no tratamento de endometriose. Andréa tinha quase 30 anos de experiência na área de saúde da mulher. Em seu perfil nas redes sociais, dizia ter duas residências: uma geral, do ciclo básico de qualquer médico, e outra em cirurgia oncológica, para o tratamento de câncer. Andréa Marins Dias Reprodução/TV Globo Em um vídeo gravado em 2024, ela se apresentou. “Eu tenho 27 anos cuidando de mulher. De formada, eu não sei se eu falo….. 32 anos de formada”, contornou Andréa, rindo. “Eu resolvi que isso seria um desafio para ajudar as mulheres, ajudar a dor das mulheres. A endometriose é uma patologia atual. Estou aqui para ajudar e para tirar dúvidas”, comentou. Post de Andrea Marins, médica morta a tiros em Cascadura Reprodução Além da medicina, Andréa também faz posts sobre seu lazer: “Nem só de trabalho viverá a mulher. A doutora também se diverte”, escreveu ao lado de uma foto com amigas se divertindo e emojis de risos. Em outro post, ela escreveu: “Às vezes, tudo o que precisamos é parar, observar e sentir que a vida é, de fato, muito boa.” O corpo da médica será enterrado na terça-feira (17) no cemitério do Caju, na Zona Portuária. Ela deixou a mãe de 91 anos, o pai de 88 anos e uma filha de 30 anos. A médica Andréa Marins Dias Reprodução O Conselho Regional de Medicina (CRM) lamentou a morte de Andréa Marins e pediu rigor na apuração do caso. A Unimed Nova Iguaçu, à qual a médica era associada, também lamentou e disse que se solidariza com a família, amigos e pacientes da vítima.
Polícia investiga morte de médica baleada em Cascadura A Polícia Civil do RJ investiga se a médica Andréa Marins Dias foi morta por engano durante uma suposta perseguição em Cascadura, na Zona Norte do Rio, na noite de domingo (15). A suspeita é que três policiais confundiram o carro da vítima com os criminosos. Na perseguição, o veículo foi atingido e Andréa acabou morrendo. Veja abaixo o que se sabe sobre o crime: O que aconteceu? Polícia investiga se médica foi morta por PMs por engano no Rio De acordo com a Polícia Militar, agentes do 9º BPM (Rocha Miranda) perseguiram crimes suspeitos de praticar assaltos na região por volta das 18h de domingo (15). A corporação informou que recebeu uma denúncia de que bandidos estariam utilizando um veículo T-Cross branco para cometer os roubos. Durante as buscas, os policiais localizaram, em um ponto de Cascadura, um carro com as características descritas na denúncia. Próximo ao veículo também estavam um Jeep e uma motocicleta. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A Polícia pediu que os veículos parassem, sem sucesso, e iniciou uma perseguição com troca de tiros entre policiais e criminosos por várias ruas de Cascadura. Segundo morador, Andréa, de 61 anos, tinha acabamento de sair da casa dos pais no mesmo bairro quando foi baleada dentro do Corolla, que parou na Rua Palatinado. Imagens mostram o momento em que os policiais abordam o veículo da médica e chegam a bater com fuzil na porta do motorista. Ao abrirem a porta, os agentes resgataram Andréa já sem vida dentro do carro. Uma testemunha gravou o momento em que o carro da médica está cercado pelos agentes: “Desce irmão, vai morrer! Vai morrer, irmão, desce!”, específico o agente. Quantos policiais estão envolvidos? Imagens mostram o momento em que PMs abordaram o veículo da médica morta durante a perseguição Um sargento e um subtenente da Polícia Militar do 9º BPM (Rocha Miranda) refletiram no registro de ocorrência que seguiram um Corolla Cross que estava na região de Cascadura. A Polícia Militar informou que os policiais militares que participaram da ação foram afastados preventivamente das ruas até a conclusão das investigações. O que a PM diz? Momento em que policial bate com o fuzil no vidro do carro da médica Reprodução/TV Globo De acordo com a Polícia Militar, agentes do 9º BPM (Rocha Miranda) perseguiram criminosos suspeitos de praticar assaltos na região. A corporação informou que recebeu uma denúncia de que bandidos estariam utilizando um veículo T-Cross branco para cometer os roubos. Durante as buscas, os policiais localizaram, em um ponto de Cascadura, um carro com características semelhantes às descritas na denúncia. Próximo ao veículo também estavam um Jeep e uma motocicleta. Ainda segundo a PM, os agentes deram ordem para que os suspeitos se apresentassem, mas os veículos deixaram o local, dando início a uma perseguição. Ao passarem pela Rua Palatinado, houve troca de tiros entre policiais e criminosos. A Polícia Militar informou que instaurou um procedimento interno para apurar as conclusões da ocorrência e faz diligências para coletar imagens de câmeras. O RJ2 apurou que o carro da médica tinha marcas de tiros na frente e atrás. O que já foi feito pela Polícia Civil Local onde a Andréa Marins Dias foi morta em Cascadura Editoria de Arte/g1 O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios da Capital, que iniciou as investigações. As armas dos agentes e as câmeras corporais foram apreendidas, e uma perícia complementar foi realizada no veículo da vítima nesta segunda-feira (16). O pesquisador também passou o dia coletando imagens de câmeras de segurança para tentar estabelecer a dinâmica dos fatos. Quem foi o médico que morreu? Andréa Marins Dias era cirurgiã oncológica e especialista em endometriose Reprodução/TV Globo A médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, era uma cirurgiã oncológica especializada no tratamento de endometriose. Andréa tinha quase 30 anos de experiência na área de saúde da mulher. Em seu perfil nas redes sociais, dizia ter duas residências: uma geral, do ciclo básico de qualquer médico, e outra em cirurgia oncológica, para o tratamento de câncer. Andréa Marins Dias Reprodução/TV Globo Em um vídeo gravado em 2024, ela se apresentou. “Eu tenho 27 anos cuidando de mulher. De formada, eu não sei se eu falo….. 32 anos de formada”, contornou Andréa, rindo. “Eu resolvi que isso seria um desafio para ajudar as mulheres, ajudar a dor das mulheres. A endometriose é uma patologia atual. Estou aqui para ajudar e para tirar dúvidas”, comentou. Post de Andrea Marins, médica morta a tiros em Cascadura Reprodução Além da medicina, Andréa também faz posts sobre seu lazer: “Nem só de trabalho viverá a mulher. A doutora também se diverte”, escreveu ao lado de uma foto com amigas se divertindo e emojis de risos. Em outro post, ela escreveu: “Às vezes, tudo o que precisamos é parar, observar e sentir que a vida é, de fato, muito boa.” O corpo da médica será enterrado na terça-feira (17) no cemitério do Caju, na Zona Portuária. Ela deixou a mãe de 91 anos, o pai de 88 anos e uma filha de 30 anos. A médica Andréa Marins Dias Reprodução O Conselho Regional de Medicina (CRM) lamentou a morte de Andréa Marins e pediu rigor na apuração do caso. A Unimed Nova Iguaçu, à qual a médica era associada, também lamentou e disse que se solidariza com a família, amigos e pacientes da vítima.[/gpt3]

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