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Número 2 de Ciro Nogueira na Casa Civil recebeu R$ 1,3 milhão da Refit em ‘movimentações atípicas’, segundo PF

Por Redação
16 de maio de 2026
Em Notícias
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Número 2 de Ciro Nogueira na Casa Civil recebeu R$ 1,3 milhão da Refit em ‘movimentações atípicas’, segundo PF
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com

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Número 2 de Ciro Nogueira na Casa Civil recebeu R$ 1,3 milhão da Refit em ‘movimentações atípicas’, segundo PF
[/gpt3]A PF mira aliada de Ciro Nogueira no caso Refit Jonathas Assunção Salvador Nery Castro, o número dois de Ciro Nogueira na Casa Civil na gestão de Jair Bolsonaro, teria recebido R$ 1,3 milhão da Refit em “movimentações atípicas” por meio de uma empresa de consultoria, de acordo com a Polícia Federal (PF). Na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que deflagrou a Operação Sem Refino nesta sexta-feira (15), o secretário-executivo da Casa Civil na gestão Bolsonaro é citado por movimentações financeiras atípicas envolvendo a empresa Sary Consultoria e Participações LTDA, na qual ele possui 100% de participação societária. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A Refit é uma refinaria de Ricardo Magro, apontada como um dos maiores fraudadores de impostos do Brasil. Ricardo Magro vive há mais de dez anos em Miami, nos Estados Unidos, e não retorna oficialmente ao Brasil desde 2018. Entre os dias 17 de março de 2025 e 31 de março de 2025, entrou na conta da empresa R$ 765.698,09 provenientes da Refit, além de: R$ 382.849,04 da ROAR INOVA R$ 320.263,13 da FERA LUBRIFICANTES R$ 62.585,89 da FLAGLER A Fera Lubrificantes, a Flager e a Roar Inovações aparecem como parte do grupo empresarial de Ricardo Magro, que engloba a refinaria Refit. No total, a empresa de Jonathas movimentou R$ 1.320.000,00 ao longo de março de 2025. A Polícia Federal (PF) aponta que os valores creditados na conta do Sary foram rapidamente transferidos para a conta pessoal de Jonathas, caracterizando a empresa como uma “empresa de passagem”, ou seja, sem despesas operacionais como folha de pagamento de funcionários e estrutura administrativa relevante. Mais de R$ 50 bilhões em impostos sonegados O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou a prisão preventiva do empresário Ricardo Andrade Magro, controlador do Grupo Refit, e pediu a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol — mecanismo internacional para captura de foragidos. O empresário voltou a ser alvo da Polícia Federal nesta sexta-feira (15), na Operação Sem Refino, que também cumpriu mandatos de busca e apreensão na casa do ex-governador do RJ, Cláudio Castro, e na sede da refinaria, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. LEIA TAMBÉM ‘Cooptação integral do estado’: Castro atuoso para ‘blindar’ Refit e favorecer esquemas de Magro, diz PF Ex-governador diz que foi descobertodo e que está ‘convicto de sua lisura’ Segundo o documento, Ricardo Magro é apontado como líder de uma organização criminosa que teria montado um esquema sofisticado para sonegar impostos, lavar dinheiro e ocultar patrimônio no Brasil e no exterior. A investigação detalha o uso de empresas de fachada, fundos de investimento, holdings e offshores em paraísos fiscais, além da cooptação de agentes públicos para garantir benefícios fiscais e decisões judiciais detalhadas. O grupo teria causado um prejuízo de mais de R$ 52 bilhões aos cofres públicos, principalmente em ICMS não recolhido no Rio de Janeiro e em São Paulo. O documento cita ainda a atuação do grupo junto a órgãos como a Secretaria de Fazenda do RJ, ANP, Receita Federal, Procuradoria do Estado e até membros do Judiciário, para obter vantagens e barrar concorrentes. Esquema Internacional A PF aponta que parte dos lucros foi enviada para o exterior, especialmente para empresas e fundos em Delaware (EUA), Bahamas, Malta e outros paraísos fiscais. O dinheiro retornou ao Brasil disfarçado de investimentos ou foi usado para compra de imóveis e ativos blindados contra execuções judiciais, de acordo com a investigação. O pedido à Interpol tem como objetivo permitir a prisão dele em qualquer país membro e posterior extradição para o Brasil. Quem é Ricardo Magro Ricardo Magro, de 51 anos, é uma figura recorrente e controversa no mercado de combustíveis. Advogado e empresário, comandando a antiga Refinaria de Manguinhos, hoje Refit, alvo de diversas investigações tributárias e disputas com distribuidoras e órgãos de fiscalização nos últimos anos. Paulistano, o empresário ganhou projeção no Rio de Janeiro e, desde 2016, mora em uma área nobre de Miami, nos Estados Unidos. Formado em Direito pela Universidade Paulista (Unip), com pós-graduação em direito tributário, Magro comanda o grupo Refit desde 2008. Com uma longa história de debates com o fisco, Magro afirma que o rótulo de “maior devedor de ICMS do país” é resultado de uma suposta promoção institucional por grandes empresas do setor. Ele chegou a acusar a Cosan, dona da Shell no Brasil e comandada por Rubens Ometto, de fazer campanha por meio do Instituto Combustível Legal (ICL), que combate o mercado ilegal, para tirá-lo do setor. Ao jornal “Folha de S.Paulo”, de setembro, afirmou também ser alvo de perseguição e ameaças do PCC.A PF mira aliada de Ciro Nogueira no caso Refit Jonathas Assunção Salvador Nery Castro, o número dois de Ciro Nogueira na Casa Civil na gestão de Jair Bolsonaro, teria recebido R$ 1,3 milhão da Refit em “movimentações atípicas” por meio de uma empresa de consultoria, de acordo com a Polícia Federal (PF). Na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que deflagrou a Operação Sem Refino nesta sexta-feira (15), o secretário-executivo da Casa Civil na gestão Bolsonaro é citado por movimentações financeiras atípicas envolvendo a empresa Sary Consultoria e Participações LTDA, na qual ele possui 100% de participação societária. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A Refit é uma refinaria de Ricardo Magro, apontada como um dos maiores fraudadores de impostos do Brasil. Ricardo Magro vive há mais de dez anos em Miami, nos Estados Unidos, e não retorna oficialmente ao Brasil desde 2018. Entre os dias 17 de março de 2025 e 31 de março de 2025, entrou na conta da empresa R$ 765.698,09 provenientes da Refit, além de: R$ 382.849,04 da ROAR INOVA R$ 320.263,13 da FERA LUBRIFICANTES R$ 62.585,89 da FLAGLER A Fera Lubrificantes, a Flager e a Roar Inovações aparecem como parte do grupo empresarial de Ricardo Magro, que engloba a refinaria Refit. No total, a empresa de Jonathas movimentou R$ 1.320.000,00 ao longo de março de 2025. A Polícia Federal (PF) aponta que os valores creditados na conta do Sary foram rapidamente transferidos para a conta pessoal de Jonathas, caracterizando a empresa como uma “empresa de passagem”, ou seja, sem despesas operacionais como folha de pagamento de funcionários e estrutura administrativa relevante. Mais de R$ 50 bilhões em impostos sonegados O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou a prisão preventiva do empresário Ricardo Andrade Magro, controlador do Grupo Refit, e pediu a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol — mecanismo internacional para captura de foragidos. O empresário voltou a ser alvo da Polícia Federal nesta sexta-feira (15), na Operação Sem Refino, que também cumpriu mandatos de busca e apreensão na casa do ex-governador do RJ, Cláudio Castro, e na sede da refinaria, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. LEIA TAMBÉM ‘Cooptação integral do estado’: Castro atuoso para ‘blindar’ Refit e favorecer esquemas de Magro, diz PF Ex-governador diz que foi descobertodo e que está ‘convicto de sua lisura’ Segundo o documento, Ricardo Magro é apontado como líder de uma organização criminosa que teria montado um esquema sofisticado para sonegar impostos, lavar dinheiro e ocultar patrimônio no Brasil e no exterior. A investigação detalha o uso de empresas de fachada, fundos de investimento, holdings e offshores em paraísos fiscais, além da cooptação de agentes públicos para garantir benefícios fiscais e decisões judiciais detalhadas. O grupo teria causado um prejuízo de mais de R$ 52 bilhões aos cofres públicos, principalmente em ICMS não recolhido no Rio de Janeiro e em São Paulo. O documento cita ainda a atuação do grupo junto a órgãos como a Secretaria de Fazenda do RJ, ANP, Receita Federal, Procuradoria do Estado e até membros do Judiciário, para obter vantagens e barrar concorrentes. Esquema Internacional A PF aponta que parte dos lucros foi enviada para o exterior, especialmente para empresas e fundos em Delaware (EUA), Bahamas, Malta e outros paraísos fiscais. O dinheiro retornou ao Brasil disfarçado de investimentos ou foi usado para compra de imóveis e ativos blindados contra execuções judiciais, de acordo com a investigação. O pedido à Interpol tem como objetivo permitir a prisão dele em qualquer país membro e posterior extradição para o Brasil. Quem é Ricardo Magro Ricardo Magro, de 51 anos, é uma figura recorrente e controversa no mercado de combustíveis. Advogado e empresário, comandando a antiga Refinaria de Manguinhos, hoje Refit, alvo de diversas investigações tributárias e disputas com distribuidoras e órgãos de fiscalização nos últimos anos. Paulistano, o empresário ganhou projeção no Rio de Janeiro e, desde 2016, mora em uma área nobre de Miami, nos Estados Unidos. Formado em Direito pela Universidade Paulista (Unip), com pós-graduação em direito tributário, Magro comanda o grupo Refit desde 2008. Com uma longa história de debates com o fisco, Magro afirma que o rótulo de “maior devedor de ICMS do país” é resultado de uma suposta promoção institucional por grandes empresas do setor. Ele chegou a acusar a Cosan, dona da Shell no Brasil e comandada por Rubens Ometto, de fazer campanha por meio do Instituto Combustível Legal (ICL), que combate o mercado ilegal, para tirá-lo do setor. Ao jornal “Folha de S.Paulo”, de setembro, afirmou também ser alvo de perseguição e ameaças do PCC.[/gpt3]

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