Muro de contenção avaliado como seguro pela Defesa Civil desaba em Niterói e moradores são deslocados
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Alan registrou os escombros espalhados em seu quintal Reprodução Um muro desabou, no dia 20 de janeiro, na Travessa Santos Moreira, em Niterói. A queda aconteceu no dia 20, menos de um ano depois de moradores terem solicitado uma vistoria porque suspeitaram que a estrutura estava comprometida. Alan dos Santos, um professor de 40 anos, que morou na região “a vida inteira”, contou ao g1 que a história começou em maio de 2025, quando perceberam uma quantidade anormal de água, invadindo seu terreno. Segundo ele, o local sempre foi úmido, principalmente no período de chuvas. “Mas a coisa estava começando a ficar muito além do normal”, disse. Ele disse que encontrou um buraco no canto de um muro que fica atrás do seu terreno. Ele constatou que a estrutura parecia estar oca, e por ali escorria água suja e lama. Por isso, os vizinhos se juntaram e acionaram a Defesa Civil do Município, que fez uma visita técnica ao local. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 Naquele momento, as equipes não constataram nenhum risco. Menos de um ano depois a estrutura veio abaixo e, agora sim, o órgão interdito ao local, orientando famílias de seis residências a deixarem suas casas. É o caso de Alan, que enfrenta a frustração de ter deixado seu lar em um momento particularmente especial. A sua mulher, Bhia, está grávida e eles estavam investindo no imóvel, fazendo melhorias para a chegada de Jorge. De acordo com a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Civil não se pode afirmar que o desabamento do muro tenha relação com a situação de 2025. O órgão informou que, na vistoria feita em 20 de janeiro de 2026, foram constatados sinais de rompimento de manobra, o que, combinado com a intensidade da chuva, resultou na instabilidade do solo. Com a queda do muro, e os escombros espalhados pelo seu terreno, deixaram a casa às pressas, com tudo que puderam carregar, e foram acolhidos na casa de amigos. Com a queda do muro, o quintal de Alan passou a ser invadido por águas que formaram uma cachoeira em suas escadas Reprodução Depois, Alan voltou ao local para buscar o resto de seus pertences e encontrou seu quintal alagado. Ele diz que era preciso, inclusive, abrir buracos na fachada da casa, para dar vazão à água e evitar que a estrutura fosse prejudicada. “Eu estava muito nervoso”, contou. “Parecia que eu tinha mergulhado na água de tanto que eu estava transpirando.” Ele disse que a incerteza é outro motivo de angústia. Segundo ele, a prefeitura ainda não falou com os moradores sobre como nem quando vai resolver o problema. A Defesa Civil disse ao g1, em nota, que realizou encaminhamentos para os órgãos responsáveis e segue monitorando a situação. Mas Alan e Bhia ainda não sabem se poderão levar o filho para casa, quando ele vier ao mundo.
Alan registrou os escombros espalhados em seu quintal Reprodução Um muro desabou, no dia 20 de janeiro, na Travessa Santos Moreira, em Niterói. A queda aconteceu no dia 20, menos de um ano depois de moradores terem solicitado uma vistoria porque suspeitaram que a estrutura estava comprometida. Alan dos Santos, um professor de 40 anos, que morou na região “a vida inteira”, contou ao g1 que a história começou em maio de 2025, quando perceberam uma quantidade anormal de água, invadindo seu terreno. Segundo ele, o local sempre foi úmido, principalmente no período de chuvas. “Mas a coisa estava começando a ficar muito além do normal”, disse. Ele disse que encontrou um buraco no canto de um muro que fica atrás do seu terreno. Ele constatou que a estrutura parecia estar oca, e por ali escorria água suja e lama. Por isso, os vizinhos se juntaram e acionaram a Defesa Civil do Município, que fez uma visita técnica ao local. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 Naquele momento, as equipes não constataram nenhum risco. Menos de um ano depois a estrutura veio abaixo e, agora sim, o órgão interdito ao local, orientando famílias de seis residências a deixarem suas casas. É o caso de Alan, que enfrenta a frustração de ter deixado seu lar em um momento particularmente especial. A sua mulher, Bhia, está grávida e eles estavam investindo no imóvel, fazendo melhorias para a chegada de Jorge. De acordo com a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Civil não se pode afirmar que o desabamento do muro tenha relação com a situação de 2025. O órgão informou que, na vistoria feita em 20 de janeiro de 2026, foram constatados sinais de rompimento de manobra, o que, combinado com a intensidade da chuva, resultou na instabilidade do solo. Com a queda do muro, e os escombros espalhados pelo seu terreno, deixaram a casa às pressas, com tudo que puderam carregar, e foram acolhidos na casa de amigos. Com a queda do muro, o quintal de Alan passou a ser invadido por águas que formaram uma cachoeira em suas escadas Reprodução Depois, Alan voltou ao local para buscar o resto de seus pertences e encontrou seu quintal alagado. Ele diz que era preciso, inclusive, abrir buracos na fachada da casa, para dar vazão à água e evitar que a estrutura fosse prejudicada. “Eu estava muito nervoso”, contou. “Parecia que eu tinha mergulhado na água de tanto que eu estava transpirando.” Ele disse que a incerteza é outro motivo de angústia. Segundo ele, a prefeitura ainda não falou com os moradores sobre como nem quando vai resolver o problema. A Defesa Civil disse ao g1, em nota, que realizou encaminhamentos para os órgãos responsáveis e segue monitorando a situação. Mas Alan e Bhia ainda não sabem se poderão levar o filho para casa, quando ele vier ao mundo.[/gpt3]

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