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Mulher de Ramagem acusa STF de fazer tortura psicológica

Redação Por Redação
10 de janeiro de 2026
Em Notícias
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Mulher de Ramagem acusa STF de fazer tortura psicológica
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Rebeca Ramagem, esposa do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), afirmou nesta sexta-feira (9), pelas redes sociais, que o pedido de licença médica da carga de procuradora do Estado de Roraima foi motivado por “impactos reais, concretos, emocionais e psicológicos” sofridos por sua família nos últimos meses.

Vivendo nos Estados Unidos desde setembro com o marido e as duas filhas, ela disse que a sequência de medidas judiciais — como mandato de busca, bloqueio de recursos financeiros e incertezas jurídicas — instaurou um ambiente de “tortura psicológica” para todos. Segundo Rebeca, o afastamento não foi uma decisão pessoal, mas uma “necessidade clínica”, indicada por médicos diante de um contexto que foi classificado como “desumano e cruel”.

O posicionamento público ocorre um dia após a revelação de que ela solícita licença médica de 60 dias a partir de 22 de dezembro, após um período prolongado de férias fora do país, enquanto o marido, cujo mandato foi cassado pela Câmara no fim de 2025, é considerado foragido da Justiça brasileira.

“Qualquer mãe que acompanhe a luta das filhas para retomar alguma normalidade depois de ser alvo de um ato cruel é profundamente impactada”, escreveu Rebeca Ramagem. “Nesse momento, seria irresponsável exercer minhas atividades como se nada acontecesse. A prudência exige pausa.”

Ela afirmou ainda que trabalhou regularmente ao longo de todo o ano passado e que entrou em férias no exercício de um direito legal. Mesmo assim, relatou ter tido o salário suspenso, o 13º não pago e as contas bancárias bloqueadas por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

“Estamos falando de palavra alimentar, que garante a subsistência não só minha, mas das minhas filhas”, declarou.

Procuradora recorre ao STF para desbloquear restrições e contas bancárias

Rebeca Ramagem apresentou no fim de dezembro um mandado de segurança no STF solicitando o desbloqueio imediato de suas contas bancárias, inclusive a conta-salário, que foram bloqueadas por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

A defesa de que o bloqueio, que só foi descoberto quando foi tentado movimentar os recursos, comprometeu o sustento das filhas do casal e foi adotado sem notificação formal, já que a procuradora não teria sido citada ou informada sobre qualquer processo que justificasse a medida.

No pedido enviado ao ministro André Mendonça (por regra interna que impede o relator do ato de analisar o recurso), os advogados da esposa de Ramagem alegam que a restrição financeira foi imposta sem base processual clara e que a falta de comunicação fere princípios legais, pedindo tanto a liberação emergencial dos valores quanto, sem mérito, que o plenário do STF anule a decisão que determinou o bloqueio.

Alexandre Ramagem está nos EUA desde setembro de 2025, segundo registros da Polícia Federal (PF) e reportagens que o localizaram em Miami em novembro, após deixar o Brasil clandestinamente passando por Roraima e a Guiana antes de chegar à Flórida, em 11 de setembro — dados em que também foi condenado pelo STF.

Sua esposa e as filhas foram se juntar a ele em novembro. Ela publicou nas redes sociais que desembarcou nos EUA uma semana antes de 23 de novembro, com a família unida para “proteger as filhas”. Rebeca permanece naquele país desde então e, após férias e apresentação de atestado médico, teve licença médica ao cargo de procuradora do Estado de Roraima iniciada em 22 de dezembro.

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Tags: acusaAlexandre de MoraesAlexandre RamagemAndré MendonçaDeputado FederalEleições 2026EUA - Estados UnidosfazerjustiçamulherpsicológicaRamagemredes sociaisSTFtortura
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