Móveis comprados em 2022 com custo de R$ 1 milhão permanecem guardados no depósito da Prefeitura de Areal
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Mobiliário encaixotado em depósito da Prefeitura de Areal; vereador fiscaliza depósito sem energia elétrica Reprodução Robinho da Vila Uma fiscalização realizada no fim de fevereiro pelo vereador Robinho da Vila (PRD) encontrou móveis ainda embalados e armazenados de maneira precária em um depósito da Prefeitura de Areal, na Região Serrana do Rio. Durante a vistoria, o parlamentar registrou que parte do material ficou entulhada e apresentou sinais de mofo, umidade e presença de traçações. Segundo o vereador, o município teria investido mais de R$ 1 milhão na compra de mobiliário. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ele afirmou ainda que o espaço onde os itens estão guardados é oferecido pela prefeitura. O galpão fica localizado em Portões e no momento da vistoria não tinha energia elétrica. “O material tá molhado, pegando mofo. Materiais jogados. Não dá nem para fiscalizar se tem R$1 milhão em móveis aqui. Material novo se acabando. Esse seria o material comprado para “escola-parque”. É um absurdo. O material trancado e jogado há anos”, descreveu o vereador. De acordo com o parlamentar, os móveis foram adquiridos em 2022 para compor a estrutura do Parque Natural Municipal José Franklin dos Santos Vaz, projeto que, segundo ele, teve custo estimado em R$ 96 mil e não foi implementado. O parque foi criado pela Lei Municipal nº 1.078, de 3 de dezembro de 2020, e é classificado como unidade de conservação de proteção integral, com área de 46.334 metros quadrados, no bairro Alberto Torres. A legislação prevê que o espaço seja destinado à preservação ambiental, atividades educativas e turismo ecológico. “Foram R$ 96 mil de projetos, mais R$ 1 milhão de movimentos e o espaço está literalmente abandonado”, apontou o vereador. Projeto do parque natural não saiu do papel /Área do parque em Alberto Torres tem sinais de abandono. Reprodução Robinho da Vila Em nota, a Prefeitura de Areal informou que, os itens foram comprados pelo Executivo como bens reforçados para equipar uma nova unidade escolar chamada “Escola dos Sonhos”, que seria construída no Parque de Alberto Torres. A prefeitura informou que não foi possível dar andamento à obra devido à impossibilidade de obtenção da escritura definitiva do terreno onde a escola seria construída. Diante da suspensão do projeto, o mobiliário foi armazenado em depósito. Ainda de acordo com o município, à medida que surgiram demandas em outras unidades da rede municipal, parte dos móveis foi projetada para suprir necessidades existentes. A prefeitura afirmou que recebeu mobiliário das escolas e creches municipais Renato Féo Almeida que teria recebido o mobiliário completo, além das unidades Manoel Baptista de Andrade, Joaquim Vital Vieira e Horácio Veríssimo, conforme a necessidade de cada instituição. Segundo nota, o material que permanece no depósito corresponde ao quantitativo remanescente da aquisição original, já que parte significativa dos itens já teriam sido distribuídos e está em uso nas unidades escolares da rede. A prefeitura reiterou que o mobiliário inicialmente previsto para a Escola dos Sonhos não foi utilizado em unidades projetadas exclusivamente em razão da ausência da escritura definitiva do terreno destinado à construção.
Mobiliário encaixotado em depósito da Prefeitura de Areal; vereador fiscaliza depósito sem energia elétrica Reprodução Robinho da Vila Uma fiscalização realizada no fim de fevereiro pelo vereador Robinho da Vila (PRD) encontrou móveis ainda embalados e armazenados de maneira precária em um depósito da Prefeitura de Areal, na Região Serrana do Rio. Durante a vistoria, o parlamentar registrou que parte do material ficou entulhada e apresentou sinais de mofo, umidade e presença de traçações. Segundo o vereador, o município teria investido mais de R$ 1 milhão na compra de mobiliário. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ele afirmou ainda que o espaço onde os itens estão guardados é oferecido pela prefeitura. O galpão fica localizado em Portões e no momento da vistoria não tinha energia elétrica. “O material tá molhado, pegando mofo. Materiais jogados. Não dá nem para fiscalizar se tem R$1 milhão em móveis aqui. Material novo se acabando. Esse seria o material comprado para “escola-parque”. É um absurdo. O material trancado e jogado há anos”, descreveu o vereador. De acordo com o parlamentar, os móveis foram adquiridos em 2022 para compor a estrutura do Parque Natural Municipal José Franklin dos Santos Vaz, projeto que, segundo ele, teve custo estimado em R$ 96 mil e não foi implementado. O parque foi criado pela Lei Municipal nº 1.078, de 3 de dezembro de 2020, e é classificado como unidade de conservação de proteção integral, com área de 46.334 metros quadrados, no bairro Alberto Torres. A legislação prevê que o espaço seja destinado à preservação ambiental, atividades educativas e turismo ecológico. “Foram R$ 96 mil de projetos, mais R$ 1 milhão de movimentos e o espaço está literalmente abandonado”, apontou o vereador. Projeto do parque natural não saiu do papel /Área do parque em Alberto Torres tem sinais de abandono. Reprodução Robinho da Vila Em nota, a Prefeitura de Areal informou que, os itens foram comprados pelo Executivo como bens reforçados para equipar uma nova unidade escolar chamada “Escola dos Sonhos”, que seria construída no Parque de Alberto Torres. A prefeitura informou que não foi possível dar andamento à obra devido à impossibilidade de obtenção da escritura definitiva do terreno onde a escola seria construída. Diante da suspensão do projeto, o mobiliário foi armazenado em depósito. Ainda de acordo com o município, à medida que surgiram demandas em outras unidades da rede municipal, parte dos móveis foi projetada para suprir necessidades existentes. A prefeitura afirmou que recebeu mobiliário das escolas e creches municipais Renato Féo Almeida que teria recebido o mobiliário completo, além das unidades Manoel Baptista de Andrade, Joaquim Vital Vieira e Horácio Veríssimo, conforme a necessidade de cada instituição. Segundo nota, o material que permanece no depósito corresponde ao quantitativo remanescente da aquisição original, já que parte significativa dos itens já teriam sido distribuídos e está em uso nas unidades escolares da rede. A prefeitura reiterou que o mobiliário inicialmente previsto para a Escola dos Sonhos não foi utilizado em unidades projetadas exclusivamente em razão da ausência da escritura definitiva do terreno destinado à construção.[/gpt3]

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